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sexta-feira, 26 de junho de 2015

EBD - Lição nº 13: A ressurreição de Jesus

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, junho 26, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 28/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO.
II – A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
IV – O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.
  


I – A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO.

1.1       No contexto do Antigo Testamento.

Significa que no Antigo Testamento a questão já era sentida pela declaração  de Abraão, citada pelo autor, com referência em Hebreus 11:18.

 Os fatos bíblicos que resultaram em três ressurreições no A.T.

Impossível falar em esperança sem esbarrar nesse tema majestoso que é a ressurreição, um dos maiores e mais profundo assunto abordado na doutrina bíblica.


1.2 No contexto do Novo Testamento.

No Novo Testamento a questão esquenta; os fatos ocorridos e apresentados nos evangelhos e no período apostólico, além de os ensinamentos sendo o mais detalhado, encontrado no capítulo 15 de ICor.

Negar a ressurreição é negar as Escrituras Sagradas.

Negar as Escrituras Sagradas é negar o autor.


II A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

2.1 Uma ressurreição literal.

Quando se fala em literalidade da ressurreição fala-se em retorno a vida com o mesmo corpo, presume-se por razões óbvias que sem a doença que o levou a morte.

A malfadada doutrina da reencarnação quer nos convencer que a vida volta reencarnada em outra pessoa ou ser. É o mesmo que dizer que a vida é caminho de mão dupla.

Se a ideia de reencarnação tivesse um pingo de verdade, metade dos escritos do Novo Testamento não teria qualquer validade.  Metade, para não dizer que estou sendo pesado no julgamento.

  
2.2 Uma ressurreição corporal.

Diferente das demais ressurreições, Jesus saiu da sepultura do jeito que entrara nela, com os sinais dos cravos e o lado furado pela lança;  a diferença reside no fato de ter subido ao céu com um corpo glorioso. Até onde as vistas alcançaram, era o Jesus que comera pão e peixe com os discípulos após a sua ressurreição. Fora das nossas vistas, Ele retoma a glória que tinha com o Pai.

III – EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

3.1  Evidências diretas.

As evidências são muitas, principalmente o desafio feito a Tomé para que lhe tocasse. A questão está em crer ou não nas escrituras.

3.2 Evidências indiretas.

As evidências indiretas são mostradas na lição como a baixa auto estima dos discípulos, o que levou Pedro a tomar uma decisão: “... vou pescar”;  e os demais também resolveram fazer o mesmo.   João 21:3.

IV –  O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

4.1 Salvação e justificação.

Fico imaginando se JESUS não tivesse ressuscitado, (rsss). Estaríamos sendo engolidos vivos.

Disse o anjo às mulheres que tinham ido à sepultura dele: “ELE NÃO ESTÁ AQUI, ELE RESSUSCITOU...” -  Mt. 28:6.

  
4.2 A redenção do corpo.

Se somos crentes e mantemos nossa fidelidade, devemos isto a ressurreição do Senhor.  Paulo, o apóstolo, deixou bem claro quando disse:  “ ... e se Cristo não ressuscitou, a nossa fé é vã”. ICo. 15:17.

sábado, 20 de junho de 2015

EBD - Lição nº 12: A morte de Jesus

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, junho 20, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 21/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES.
II – JESUS É TRAÍDO E PRESO.
III – JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS.
IV – A CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS.



I – AS ÚLTIMAS ADVERTÊNCIAS E RECOMENDAÇÕES.

1.1       Aflição interior.

Os últimos dias de Jesus foram terríveis para não dizer cruciais. Quando a morte não é esperada, penso que o sofrimento é menor, mas, no caso do Senhor, não apenas sabia da sua morte como também da forma.

Jesus estava na condição humana e como tal, se ressentia daquele momento: “... a minha alma está profundamente triste...”.

1.2 Aflição exterior.

Realmente o texto de Lc. 22:35-38 é preciso ser compreendido dentro de um grande contexto que é a própria vida do Senhor e sua pregação. Ao mandar “um seguidor”  guardar a espada (Mt. 26:52) com que feriu o serviço do Sumo Sacerdote, mostra o espírito com que conduziu seus discípulos.

Entendendo Lc. 22:36-38, parafraseando ficaria assim: A situação é esta e é perigosa, tratem de se defender os que não puderem resistir na fé; compre uma espada se não tem, não é assim que os homens sem Deus agem?


II JESUS É TRAÍDO E PRESO.

2.1 A ambição.

 Imaginemos o clima entre os discípulos quando Jesus declara que alguém do grupo haveria de trai-lo.

Judas Iscariotes, ambicioso, amava o dinheiro e totalmente vazio de qualquer sentimento mostra como existem pessoas no mesmo espírito no meio do povo de Deus. Ganância, egoísmo é o que se conhece.

2.2 A negociação.

Fica claro que o astuto inimigo busca os que têm forte inclinação pela natureza humana doente.

O homem moderno foi ferido pelo orgulho, soberba e vaidade; não hesitariam em entregar seu valor moral, se é que tem, para tirar vantagem da posição. 

III – JULGAMENTO E CONDENAÇÃO DE JESUS.

3.1  Na esfera religiosa.

Que texto excelente do autor que deixou bastante claro a relação de Jesus com o povo e o desconforto do poder religioso que perdia espaço diante dos milagres feitos pelo Senhor. Não somente dos milagres, mas, dos ensinamentos.

Não convém mexer com o poder religioso em qualquer tempo?  Perfeito, é uma guerra “santa” denunciar mentiras e abusos.

3.2 Na esfera política.

A religião joga Jesus contra o Estado, ou melhor, o Estado contra Jesus ao induzi-los a pensar que Jesus queria combater a dominação romana.

O homem não muda o seu modo de agir diante da possibilidade de perder espaço e ganho.

Tudo terá um fim e esperamos muito esse fim.

IV –  A CRUCIFICAÇÃO E MORTE DE JESUS.

4.1 O método.

Recomendo a leitura do texto do autor, completíssimo e claro.

INSTRUMENTOS DE TORTURA E EXECUÇÃO.
Dá pena e entristece quando se vê os diversos instrumentos de tortura e execução entre eles:
Cadeira inquisitória -  Cadeira de ferro com espetos ou assentos que seriam aquecidos.
Garrote vil – Matava por enforcamento aos poucos.
Forquilha de herege – Empregada com objetivo de penitenciar o hereje.
E outra dezenas de instrumentos.

A cruz, o tipo usado em Jesus, com mãos e pés pregados, matava aos poucos, além de aterrorizante, era muito humilhante. Jesus a suportou por nossa causa.


4.2 O significado.

O significado, temos no capítulo 53 de Isaias que mostra o real motivo de forma primorosa, dando-nos uma visão da verdadeira profecia e o seu cumprimento da forma mais literal possível.

Lembrei-me neste momento das palavras do vice presidente da república senhor Michel Temer quando comparou o sacrifício do economista Joaquim Levy com o sacrifício de Jesus na cruz.

“Ele (Joaquim Levy) tem de ser tratado como Jesus cristo, que sofreu muito, foi crucificado, mas, teve uma vitória extraordinária e que deixou um exemplo magnífico e extraordinário para o mundo”. Fonte: imprensa.

Os homens veem Jesus dessa forma, simplista, mas, nós o vemos com o filho de Deus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.


domingo, 14 de junho de 2015

EBD - Lição nº 11: A Última Ceia

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, junho 14, 2015 with No comments
Por Eliseu Antonio Gomes

O ambiente da última Ceia do Senhor, é digno de muitas notas. Quem estava assentado à mesa? Judas Iscariotes, o traidor; os discípulos que logo após aquela reunião disputavam sobre quem seria o maior entre eles; estava Pedro, que negou Jesus três vezes; no final, todos os discípulos abandonariam o Mestre, exceto o apóstolo João.

O real propósito da Páscoa para os judeus. Êxodo 12.1-28. A maioria das nações celebram o seu dia da independência. Cada nação celebra a seu modo, mas estas celebrações têm uma grande diferença do Dia da Independência de Israel, ou, Dia da Libertação, também chamado de Páscoa. Ocasião anual e que os judeus comemoram a libertação do Egito, de acordo com as instruções citadas em Êxodo 12.1-28.

As normas estabelecidas para a celebração talvez fossem mais um teste da completa confiança de Israel em Deus. Preocupações com a pressa, com o preparo para a viagem, com a solidariedade grupal e com  o reconhecimento da graça de Deus para com Israel foram os principais motivos dessas restrições. Talvez, naquela ocasião os israelitas não compreenderam os motivos das limitações da Páscoa. Mais tarde Deus responderia às perguntas dos israelitas: Êxodo 12.26; 13.3, 14; Deuteronômio 4.9.

A última ceia de Jesus com seus discípulos aqui na terra. Lucas 22.7-13. Muitos séculos mais tarde, após a libertação do povo de Israel da escravidão no Egito, a noite da Páscoa teria um significado muito mais amplo. Durante uma celebração da festa da Páscoa, enquanto milhares de judeus levavam seus cordeiros escolhidos para Jerusalém, Jesus era escolhido como Cordeiro Pascal para toda a humanidade (1 Coríntios 5.7).

Instruções sobre a ceia do Senhor. 1 Coríntios 11.17-34. As palavras "vendo eu sangue, passarei por cima de vós" (Êxodo 12.13) vieram a comunicar um sentido completamente novo após o sacrifício vicário de Cristo. Atualmente, ainda que os judeus celebrem a Páscoa, a maioria dos cristãos não o faz. Em lugar disso, a cerimônia tem sido incorporada a uma nova ordenança, a Ceia do Senhor, na qual Jesus Cristo representa o Cordeiro Pascal e deve ser realizada para anunciar a morte do Senhor até que Ele venha (versículo 26).

Quem pode participar da Santa Ceia do Senhor? [Continuação da leitura em Belverede]

sábado, 6 de junho de 2015

EBD - Lição nº 10: Jesus e o dinheiro

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, junho 06, 2015 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 07/06/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – O DINHEIRO, BENS E POSSES NAS PERSPECTIVAS SECULAR E CRISTÃ.
II – DINHEIRO, BENS E POSSES NO JUDAÍSMO DO TEMPO DE JESUS.
III – DINHEIRO, BENS E POSSES NOS ENSINOS DE JESUS.
IV – DINHEIRO, BENS E POSSES NA MORDOMIA CRISTÃ.




I – O DINHEIRO, BENS E POSSES NAS PERSPECTIVAS SECULAR E CRISTÃ.

1.1 Perspectiva secular.

Secularismo é entre outras definições, a visão materialista que exclui as coisas espirituais, onde o interesse pelo bem estar prevalece sobre qualquer outro. Tudo é bom desde que não percamos o conforto nem as posses.

A questão da valorização de quem tem posse tem sido como uma praga em nosso meio pelo que costumei chamar de “pedigree”. Se tens, fica conosco, tem honras e se não tens, danou-se.

Não é bom colocar o coração nas riquezas isto é bíblico.

1.2 Perspectiva cristã.

Sempre houve muita ortodoxia na visão cristã sobre dinheiro ou recursos de quaisquer naturezas.

Na minha primeira fase na igreja, (18 anos) aprendi que não devia ter ambição e isto foi um entrave para o meu desenvolvimento, vivendo o primeiro amor quando tudo que vem do púlpito é cristalino e verdadeiro.

Hoje, ensino os jovens que é saudável ter ambição, ambição controlada pelos limites do domínio próprio, estudar e desejar ter uma boa posição na sociedade não é pecado.

A única recomendação bíblica a respeito de forma direta: “Não ambicioneis coisas altas...”  Rm 12:16.



II DINHEIRO, BENS E POSSES NO JUDAÍSMO DO TEMPO DE JESUS.

2.1 Ricos e pobres.

“... porque os pobres, sempre tendes convosco...”  Jo.12:8

“Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito” Pv. 22:22.

O pobre não deixa de ser sábio, inteligente ou capaz por que é pobre; ser pobre é em muitos casos,  não desfrutar de oportunidade para sair da pobreza.

Esdras e Neemias souberam lidar com isso quando do retorno do cativeiro.

Há ricos estúpidos que vivem da herança dos pais.

2.2 Generosidade e prosperidade.

Não posso fugir muito da questão, pois, o que temos em mãos e o que é real é a convivência de pessoas em boas e ótimas condições financeiras contra aqueles que trabalham para manter o pão na mesa dentro das nossas igrejas.

Tudo em nossa vida decorre da bênção de Deus e não gosto de usar o termo “bênção” para quem adquire bens e valores, pois, passa-se a impressão de que os que não conseguem essas conquistas não são abençoados.

A maldição da doutrina da prosperidade foram dos parâmetros bíblicos, subjuga muitos na ignorância.


III – DINHEIRO, BENS E POSSES NOS ENSINOS DE JESUS.

3.1  Jesus alertou sobre os perigos da riqueza.

Tenho para mim que ser rico ou adquirir riqueza nem sempre está sob a bandeira da bênção de Deus e sim das oportunidades, caso contrário teríamos que garantir que todos os homens ricos do mundo são ou estão abençoados.

Há riquezas e oportunidades que decorrem de um verdadeiro milagre de Deus e nós como cristãos, reconhecemos que todo bem, vem de Deus para nós, mesmo aqueles em que filhos desenvolvem melhores aptidões por terem sido sustentados pelos pais em ótimas universidades, são também, herança do Senhor e que seja sempre assim.

Para mim, há três grandes perigos com o enriquecimento; trocar de mulher de preferência mais nova,  humilhar quem não tem e querer as melhores posições na igreja por conta do alto dízimo.

3.2 Jesus ensinou a confiança em Deus.

Não há qualquer texto bíblico que condene a obtenção da riqueza, mas, condena o mau uso e a exploração dos mais fracos.

Jesus deixou muito claro o perigo da riqueza para corações e almas ambiciosas.

Abraão foi um grande legado para nós em termos de enriquecimento sob a mais absoluta obediência aos conselhos divinos. Não temos em Abraão um homem explorador do trabalhador nem ganancioso.

Muitos líderes fracassam por desprezar os pobres no cotidiano; conheço isso de perto e foi um grande problema resolvido na igreja dos primeiros dias.

4.1 Avaliando a intenção do coração.

A leitura deste tópico escrita pelo autor, deixa muito claro a maneira como devemos administrar os bens que possuímos e feliz o homem que se deixa controlar pelo Espírito de Deus.

4.2 Entesourando no céu.

A palavra “mordomo” é a que melhor orienta nossas atitudes em relação a ter posses. Não devemos sob qualquer hipótese, sob pena de fracasso espiritual, achar que somos donos da riqueza e também, distribuir aos pobres como Jesus propôs ao jovem rico, não tinha a intenção de mostrar que dando todos os bens, teremos uma porta aberta no céu, visto que, a salvação é pela graça.

Sempre realizei muitos funerais, mas, com a morte do meu irmão em maio próximo passado, lembrando toda sua história de vida e o corpo no caixão, pesou mais em minhas reflexões sobre o que somos nesta vida para deduzir que nada somos de verdade.  Tudo se vai como um sonho, assim está na Bíblia Sagrada.


Acumulemos tesouros no céu.

sábado, 30 de maio de 2015

EBD -.Lição nº 9: As limitações dos discípulos

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, maio 30, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 31/05/2015

PONTOS A ESTUDAR:

I – LIDANDO COM A DÚVIDA.
II – LIDANDO COM A PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO.
III – LIDANDO COM A AVAREZA.
IV – LIDANDO COM O RESSENTIMENTO.

I – LIDANDO COM A DÚVIDA.




1.1 A oração da fé.

Quem vive a vida pastoral deve, em algum momento da sua vida ministerial, ter sentido e vivido o mesmo drama dos discípulos.

Quando queremos acertar todas, falhamos, e essa falha serve de remédio para nos aproximarmos mais de Deus. Somente nele encontramos a força necessária para quaisquer realizações.

Salvo melhor juízo, não vejo que Jesus tenha criticado seus discípulos, mas censurou-os. Na maioria das vezes a crítica mata e a censura com amor edifica.

A autoridade não é um bem permanente em nossas vidas; ela precisa ser alimentada com oração e leitura bíblica, sempre.

O trabalho contínuo é também uma forma de fortalecer nossas ações no campo minado espiritual.

1.2 A Palavra de Deus e a fé.

Leia jornal diariamente escolhendo uma especialidade e todos ficarão maravilhados com a maneira talentosa com que conduzirá as discussões sobre a matéria escolhida.

Leia a Bíblia com maior frequência e quando abrires a boca os resultados aparecerão, e todos dirão que foi milagre.

A intimidade com Deus é a manutenção da autoridade necessária à condução da vida cristã.

II LIDANDO COM PRIMAZIA E O EXCLUSIVISMO.

2.1 Evitando a primazia.

A grande perda em nossas igrejas é que muitos a buscam como um fim em si mesmo. Cargos, melhores assentos, melhores oportunidades, que muitas vezes são conquistadas com prejuízo de outros, tem enfraquecido os ministérios.

A igreja precisa de homens e mulheres comprometidos com a verdade e a expansão do Reino de Deus. Basta a honra que Deus nos dá.

Homens laboriosos e humildes conquistam o coração das igrejas com mais facilidade. Firmam o seu ministério a ponto de neutralizar os que querem causar danos. O restante fica sob a potente mão de Deus.

2.2 Evitando o exclusivismo.

O texto de Lucas 9:49-50 é um refresco contra o espírito do exclusivismos em que pessoas se sentem proprietários da marca.

O exclusivismo não se dá apenas com os de fora; dentro das nossas igrejas ocorre isto com muita frequência, causa sérios danos e obriga o pastor a correr e gastar tempo apagando incêndios.

A parábola do fariseu e o publicano também aponta para mostrar uma outra forma de exclusivismo; “somente eu”. Lucas 18.

III – LIDANDO COM A AVAREZA.

3.1 Valores invertidos.

Inversão de valores é o que não falta em nossos campos.

• Para muitos, Deus deixa de ser tratado como Senhor e é tratado como se fosse servo.
• Antes, chorávamos pela alegria da salvação e hoje chora-se pela alegria das conquistas materiais.
• O Senhor disse aos seus discípulos: “...alegrai-vos antes por estar o vosso nome escrito nos céus. Lc. 10:20

3.2 Evitando a ansiedade.

“Cosmo visão” é o sentido que cada um dá às coisas, a existência, a vida e a morte de maneira mais ampla e geral para obter informações e estabelecer o seu ponto de vista.

A cosmo visão equivocada e descontextualizada dos ensinamentos bíblicos, que são perfeitos e equilibrados, levam pessoas a se torturarem pela expectativa de conseguir seus intentos.

“Lançando sobre ele toda vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vos.” IPd. 5:7.

A gente fala, mas, particularmente, já convivi com a ansiedade e somente a confiança em Deus e nos cuidados que ele tem conosco nos leva a suplantar tudo isso, Graças a Deus, não sei o que é ansiedade na minha vida.

Vença em Cristo a sua ansiedade sabendo que ele se preocupa conosco mais do que merecemos.

AVAREZA – A proposta do ponto III é lidando com a avareza.

Já se sabe que a avareza é tratada na Bíblica como idolatria. Cl.3:5.

O excessivo apego ou amor ao dinheiro.

Eu não consigo dissociar um individuo que é inimigo do dízimo e outras contribuições sem pensar na figura de uma pessoa avarenta.

O que não pode contribuir, não deve ser visto como avarento, é diferente uma pessoa que não pode contribuir de uma pessoa avarenta.

IV – LIDANDO COM O RESSENTIMENTO.

4.1. A necessidade do perdão.

Tenho por hábito avaliar se o causador do mal é um perfeito idiota provocador ou se o mesmo tem limitações intelectuais.

Perdoar é preciso e voltar a caminhar juntos não.

4.2. Perdão, uma via de mão dupla.

Neste ponto, o autor chama a atenção para as consequências de quem não é afeito a perdoar.

Conheci obreiros vingativos que marca o irmão ou um auxiliar de ministério por conta de algum caso mal resolvido ou mal interpretado.

Quem cultiva a falta de perdão, está sujeito a sofrer as mesmas consequências, conforme adverte Lucas 6:37.

sábado, 23 de maio de 2015

EBD - Lição nº 8: O poder de Jesus sobre a natureza e os demônios

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, maio 23, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 24/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS.
II – JESUS E A REALIDADE DOS DEMONIOS.
III – JESUS E A OBRA DOS DEMONIOS.

 ELE SAI PELO MUNDO FAZENDO DOS HOMENS, ESCRAVOS DO PECADO.




I – JESUS E AS FORÇAS SOBRENATURAIS.

1.1 Poder sobre a natureza.

O capítulo 53 do Livro do profeta Isaias retrata a plenitude do ministério de Cristo entre os homens; debelar o mal físico e espiritual para mostrar o seu poder e salvar.

As obras demoníacas foram despertadas com a presença do Senhor; elas sempre existiram, mas, com o advento do Messias elas foram provocadas, saíram da toca e foram expostas para que o mundo percebesse o autor de todos os conflitos sociais e muitas doenças.

JESUS não tinha poder apenas sobre os males humanos; ele tinha o domínio das forças da natureza e mostrou isto ao mandar o vento se aquietar e o mar se acalmar.

Ele faz acontecer bonança em nossas vidas.


1.2 Poder sobre os demônios.

Eis um ponto que precisa ser visto com muita cautela por conta dos maus ensinamentos sobre essa matéria.

Há pouco vi em uma página no FB um pastor africano que segundo o relato e o vídeo, ele expulsava demônios até que foi atingido por uma enfermidade que o impossibilitou de andar com saúde, consequência da tentativa de expulsar demônios de uma mulher que ainda conforme o vídeo, tinha 7 demônios e o ameaçara de destruí-lo. Pelo que vi no vídeo, os cultos eram um show de endomoniados.

A presença de Jesus acalma e liberta o possesso.

Em todos os meus anos de vida pastoral, nunca ocorreu de um demônio fazer arruaças na igreja. Pela graça do Senhor, ficavam retidos nos bancos agitando-se, sem maiores consequências, mas, já vi coisas horrorosas e assustadoras, daí, o meu conselho:


- Não provoque como alguns fazem.
- Permaneça sempre debaixo da graça do Senhor.
- Esteja com a vida em ordem diante de Deus.
- A autoridade do Senhor, ele dispensa desde os céus para que não sejamos envergonhados.

“Aquele que Deus é gerado conserva-se a si mesmo e o maligno não lhe toca.”.  IJo 5:18b.

II JESUS E A REALDADE DOS DEMÔNIOS.

2.1 Uma realidade bíblica.

Os seres espirituais não tendo corpos materiais, assumem alguns para determinadas tarefas, para conduzi-los ao vício e para destruí-los.

Sabemos da interferência dele na oração de Daniel, (Dn.10:13) e pelo tempo decorrido nota-se que uma grande batalha fora travada até que Deus enviou quem precisava, para desobstruir o caminho.

Conheci caso de pastores que leram livros do baixo espiritismo para entender essas coisa e usar os nomes atribuídos a algumas espécies de demônios.

Fiquemos apenas com o que a Bíblia nos ensina e nos fala a respeito.

A vaidade, a fome de poder e dinheiro, têm transformado muitos homens ocupantes de púlpitos em agentes a serviço de Satanás e muitos “crentes” que não vigiam levam outros à perdição com seus “pequenos” vícios.

Satanás estabeleceu o seu reino, um reino cheio de vícios e perdições, sexo, prazeres mundanos e com essa arma, tem atraído muitos para si.

2.2 Uma realidade experimental.

Atente para a riqueza do comentário do autor neste tópico e por ele, percebemos que em algumas regiões essas possessões se tornam mais frequentes e mais densas, certamente, não por conta da pobreza, mas, por conta da espiritualidade a que seus moradores se submetem.

III – JESUS E A OBRA DOS DEMÔNIOS.

3.1  Jesus e a oposição dos demônios.


O cristão e o ministro de vida limpa e honrada, de uma vida entregue a oração, sem as bravatas que muitos publicam até em redes sociais, de maratona de oração e maratona de leitura da Bíblia, uma vida singela, singela, de frutos que agradam a Deus, é um atropelo aos demônios.

Toda glória pertence a Jesus, mas, muitos ganham dinheiro com essas manifestações.

3.2 Jesus e a libertação de possessos por demônios.

A mulher que fora curada por Jesus, segundo o próprio Senhor, tinha um espírito de enfermidade que a deformara, mas, Jesus a libertou e ao longo da vida, somos testemunhas das muitas libertações que o Senhor faz.

Espírito de enfermidade é, portanto, segundo a Bíblia, uma enfermidade de origem espiritual maligna.

Esta lição oferecida aos alunos das EBDs. veio a tempo para que uma boa análise bíblica, reaviva em nossa memória o dever de manter-se em constante oração e vigilância, pois, o Diabo tem enganado a muitos com seus ardis.

O Apóstolo Paulo conhecia bem as suas artimanhas e nós, não podemos seguir o desenfreamento mundano, permitindo que nossos casamentos e  famílias sejam destruídas.

Um olho na Bíblia e outro na espada. 

sábado, 16 de maio de 2015

EBD -.Lição nº 7: O poder sobre as doenças e curas

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sábado, maio 16, 2015 with No comments
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 17/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA.
II – RAZÕES PARA CURAR.
III – AUTORIDADE PARA CURAR.
IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO.
  



I – DOENÇAS, PERDÃO E CURA.

1.1 Culpa, perdão e cura.

Há três tipos de fontes de enfermidades  que se instalam no corpo de uma pessoa.
a)  Física que se evidencia pelos distúrbios físicos desde um simples mal estar por conta de má alimentação até as doenças graves como o câncer.

b) Psíquicas – Distúrbios psíquicos desde uma simples dor de cabeça ocasionada por estresses emocional até a loucura e as síndromes como o pânico.

c) Doenças de caráter e procedências malignas, negadas por muitos.

Alguns casos de doenças psíquicas que atuam no campo  emocional e até outras, são decorrentes da falta de perdão, ódio e ressentimentos a que podemos chamar (sem generalizar e criar doutrina) de cura espiritual.

Muitas doenças se instalam no corpo pela fragilidade ocasionada por dramas emocionais; as guerras diárias pela sobrevivência.

O amor e o perdão agem beneficamente, mas, as doenças graves, Jesus ainda cura.


1.2 A ação de Satanás.

O autor relata neste tópico o que de fato todos sabem, que a queda do homem no Eden, fragilizou-os e como consequência, passou a estar sujeito as doenças e morte.

Quando o autor diz que nem toda doença pode ser atribuída a Satanás, é bom que o professor se dedique a mostrar aos alunos pois,  muitos generalizam os fatos perturbando muitas vidas com,  “tudo é do Diabo”.


II RAZÕES PARA CURAR.


2.1 A compaixão.

O autor explica o que é compaixão e declara que Jesus sempre foi cheio de compaixão e o que nos chama a atenção no ministério do Senhor é que aproximava-se dos homens sem questionamentos, salvo, por razões que nos levassem a compreender a relação de causa e efeito.

Provocou a seguinte interrogação: Quem pecou, este ou seus pais. João 9:2.

A resposta do Senhor também não dá margem a que se diga que Deus pôs a doença para depois cura-la. João 9:3


2.2 Manifestação messiânica.

As promessas da vinda do Messias traziam consigo as propostas de salvação e cura tanto na alma quanto no corpo. Is. 53.

Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si.

Pelas suas pisaduras fomos sarados – Da maior doença, o pecado.

Muitos maldosamente podem querer tomar esse texto para determinar a cura de muitos, todavia, convém lembrar que a proposta de cura era o maior sinal da obra que ele viera fazer entre os homens.

Nem todos no seu tempo foram curados e o poder da sua Palavra não se universalizou sarando todos os homens como acontecerá no milênio.

Cura – Sinal da presença de Deus na obra do Evangelho.

Paulo declarou que sua pregação não consistiu em palavras, mas, em demonstração de poder e assim deve ser a nossa. ICo. 2:4.

III – AUTORIDADE PARA CURAR.

3.1  Autoridade recebida.


Algum aluno poderá perguntar: “Se ele era Deus, porque, fora provido do poder do Espírito Santo?  Da mesma forma que nós hoje recebemos e a única, singular e maior diferença é que nele habita(va)  corporalmente toda a plenitude da Divindade, isto é; Deus estava em Cristo... Cl. 2:9.

Foram os dons espirituais principalmente os milagres que alavancaram a obra de Deus pelas Assembleias que foram marcando terreno em todo o Brasil, onde predominava o catolicismo, protegida pelas autoridades desde os tempos do reinado.


3.2 Autoridade delegada.

A mesma autoridade de Jesus para curar é dada aos seus discípulos Lc. 10:19.

O que lamentamos profundamente é que em nossos dias, quando alguém manifesta ser dotado de dons espirituais, logo se descobre ou percebe que o seu portador usa isto para sua glória e vaidade pessoal e outros engordam as contas bancárias, todavia, a Palavra de Deus permanece para sempre.

Se alguém deseja servir a Deus de forma bíblica, submeta-se a saia a campo para o trabalho por que os dons não se manifestam na rede ou na espreguiçadeira, mas, nas visitas ou nas evangelizações.

Os dons ainda são delegados aos fieis.

IV – A REDENÇÃO DO NOSSO CORPO.

4.1 O reino presente.

Certamente o autor se reporta a todas as manifestações tanto a cura  das enfermidades quanto os milagres de ressurreição.

Filho; perdoados são os teus pecados. Se fosse apenas isto, todos continuariam sem entender muita coisa, porém, Jesus completou a obra quando disse: “toma tua cama e vai para tua casa...”. Lc. 5:24

Não seria possível dar conhecimento aos homens da chegada do Reino de Deus sem as manifestações pela demonstração de poder. São as ferramentas de trabalho da igreja.

Não se pode generalizar por conta das exceções. Jesus salva com ou sem curas e a salvação é o milagre mais importante.

O reino presente é o reino que a igreja torna visível ao homem pelos seus atos.

4.2 O reino futuro.

Todos os que o esperam, esperam para a redenção completa dos nossos corpos. Tomaremos posse do reino futuro, sem doença, sem mortes e sem violência.

É preciso fortalecer esse pensamento no meio dos irmãos, pois, a esperança no reino futuro é o que sustenta em pé os que herdarão a vida eterna.

Jó 13:15 – “Ainda que ele me mate, nele esperarei, contudo, os meus caminhos defenderei diante dele”.

O Senhor abençoe a todos.



sexta-feira, 8 de maio de 2015

EBD - Lição nº 6: Mulheres que ajudaram Jesus

Posted by Pr. Genivaldo Tavares de Melo on sexta-feira, maio 08, 2015 with 1 comment
EBD – SUBSÍDIO - LIÇÃO PARA O DIA 10/05/2015
PONTOS A ESTUDAR:
I – JESUS, O JUDAÍSMO E AS MULHERES.
II – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER.
III – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA SERVIR.
IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PRA OFERTAR.





I – JESUS, O JUDAÍSMO E AS MULHERES.

1.1 A presença feminina no ministério de Jesus.

A presença feminina tem gerado discussão que faz muito barulho nos nossos dias e é com respeito a presença da mulher no ministério que escrevo no final.

Há pastores que tem medo da presença da mulher na igreja, medo de que esta ofusque a sua falta de criatividade e pelos exemplos, mostre a inépcia do ministro. Melhor afasta-las nesses casos.

Quanto a presença da mulher no ministério do Senhor, não da forma ostensiva como se pretenda  e o carinho dispensados pelo Senhor é visível nas páginas dos evangelhos.

1.2 Jesus valorizou as mulheres.

O autor descreve como a mulher era tratada pelo judaísmo e não somente pelo judaísmo, mas, em muitas culturas a mulher não passa de um objeto.

O diálogo com a mulher samaritana mostra o respeito com que Jesus tratava a todos e principalmente as mulheres.

A despeito de acharem que Paulo, apóstolo do Senhor era machista, não é o que se depreende do texto de Efésios 5:28-29. O texto impõe o dever do homem em relação à mulher.
  

II MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OBEDECER.


2.1 Maria, a mãe do Salvador.

A maneira como a Igreja Católica reconhece Maria pelos seus dogmas e doutrinas marianas têm-na como:
1 - Maria mãe de Deus.
2 - Virgindade Perpétua – Antes e depois do parto.
3 - Elevação de Maria em corpo e alma ao céu.
4 - Maria mãe de Deus que nem ela própria aceitaria.

A maneira como a vemos à luz da Bíblia:
Agraciada, mãe do Salvador e jovem virtuosa na sua mocidade.

Quando o autor fala em: “Rejeição (...) que prevalece entre muitos protestantes por conta do anticatolicismo deve estar se referindo a rejeição dogmática, pois, jamais rejeitaríamos aquela que deu a luz ao nosso Salvador.   


2.2 Isabel, a mãe do precursor.

Disse Zacarias ao anjo: “Como saberei isto? pois eu já sou velho e minha mulher avançada em idade.”. Muita semelhança com o anúncio do nascimento do Messias exceto que no o aviso foi primeiramente dado a Maria.

Traz a lembrança o anúncio do nascimento de Isaque no caso, Abraão e Sara.

Leva-nos a refletir sobre a providência de Deus e os seus planos; não há quem impeça.


III – O TREINAMENTO.
Os tópicos II e III podem passar a impressão que o autor classifica as mulheres em dois grupos: As obedientes (passivas) e as que servem (ativas), mas, não é.

3.1 Mulheres servas.

O autor carrega bem o texto com referências bíblicas e essas referências fortalecem a ideia que temos do importante papel da mulher na vida do Mestre, dos próprios apóstolos e finalmente, do Reino, todavia, Jesus escolheu doze homens  para acompanha-lo e servi-lo no compromisso da evangelização ou nem diria da evangelização para que ninguém diga que a mulher não pode evangelizar; diria ação ministerial por caber aos apóstolos fazerem discípulos em todas as nações. Mt. 28:19.

Não me lembro de alguém ter achado que o Senhor era machista como dizem de Paulo. 


3.2 Mulheres abnegadas.

O autor mostra duas situações semelhantes, mas, distintas pelo lugar, tempo e personagens envolvidas. Muito bom.

Elas gastaram dinheiro na obra, acompanharam os passos do Senhor e quem sabe não tenham influenciado seus maridos, alguns, figuras importantes do cenário político.


IV – MULHERES COM DISPOSIÇÃO PARA OFERTAR.

4.1 O trabalho rabínico.

Lendo Lc 10:7 sobre a instrução de Jesus aos doze, fico extasiado. Seguir o modelo que ele deixou é abençoar e ser abençoado.

Digno é o trabalhador do seu salário, que sirva de lição para as centenas de pastores espalhados pelo Brasil que convoca obreiros para a seara do Mestre e larga-os pelos cantões sem lhes dar a devida assistência.

A falta de assistência a um pastor e sua família, leva os filhos a crescerem revoltados com a igreja.

Conheço um amigo que quando criança, crescia os olhos pela quantidade e qualidade de comida na casa do pastor presidente.

Guarde-nos o Senhor.

  
4.2 Apoio feminino.

Não apenas na cultura judaica que na verdade é o que importa no presente estudo, mas, a mulher sempre pagou um alto preço por ser mulher em todo o tempo e em todos os lugares.

A mulher erra e acerta em tudo o que faz. Acerta por ser mais sensível e obstinada e erra por colocar a emoção acima de tudo o que faz.

O presente século abriu uma enorme fenda nas relações sociais que envolvam homens e mulheres e estas, conquistam cada vez mais espaço; reclama seus direitos e nos países em que prevalece o fanatismo religioso elas são sempre as maiores vítimas.

O Evangelho de Cristo, o verdadeiro Evangelho notabilizou a mulher e acerca de uma delas disse Jesus: “Onde quer que o evangelho seja pregado, o que ela fez será contado para sua memória.”. Mc 14:9.

                                                           "APÊNDICE"
A MULHER E O MINISTÉRIO.

Há muitas coisas que estão acontecendo no mundo das igrejas por pura permissão de Deus, por conta do abandono doutrinário a que essas igrejas têm sido relegadas como por conta de homens com o coração endurecido.

Os dons ministeriais descritos em Efésios 4:8-13; a instituição dos diáconos em Atos 6; o estabelecimento do presbitério com o objetivo de organizar e manter a boa administração das igrejas Tt. 1:5 seguido da orientação no verso 6 para que fossem maridos de uma mulher e não as mulheres com a recomendação; aquelas que tenham apenas um marido e etc.

Não há nos dons e ofícios acima, cargos que honrem os homens tão somente para ocupa-los, mas, dons e ofícios para servir a igreja do Senhor.

Que não tentem subverter a Palavra do Senhor.

O que digo acima, não significa desprezo ao trabalho feminino e vou ainda mais longe; as mulheres a quem Deus usa são por vezes, mal assistidas na maioria dos ministérios e muitas trabalham sem qualquer apoio financeiro visto que, muitos acham que por ser mulher, não se deve assalariar para a realização de missões que cumprem de maneira exemplar.

Se acho horrível ver homens nos púlpitos, cheios de si, vaidosos, e soberbos sentindo-se os donos do poder e filhos prediletos de Deus, quanto mais a mulher.

Infelizmente deixaram-se corromper pelo poder, pelo dinheiro e pela popularidade.




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