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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Gays se beijam em fila de cinema para sessão infantil

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sexta-feira, dezembro 20, 2013 with 7 comments


Na tarde da última quarta-feira, uma filha minha de treze anos foi levada ao cinema com outras crianças mais novas que ela para assistir um filme cuja entrada era livre para todas as idades. Havia fila grande composta em sua maioria por criançada. O estraga-prazer do passeio foi encontrar nesta mesma fila um casal se beijando, duas garotas entre 17 e 21 anos, agarradas sem qualquer cerimônia, em total desrespeito ao ambiente.

Uma situação assim é momento de acionar os celulares, gravar tudo e chamar a polícia.

Gravar porque o costume dessa gente é provocar confusão e em seguida se colocar na posição de vítima do preconceito generalizado e acusar o outro lado da questão de portador de homofobia. Polícia, porque carícias exageradas em público diante de menores pode ser uma situação caracterizada pelo Código Penal como atentado violento ao pudor - também cabe a mesma medida aos héteros indecentes se eles portam-se inconvenientemente em público.

Reaja, Brasil. O PL 122/2006 caiu. É hora de fazer valer em sua plenitude o direito da cidadania. A tentativa da Militância Gay posicionar os homossexuais como cidadãos de primeira classe e rebaixarem os heterossexuais como se fossem de segunda fracassou.

Na terça-feira passada, dia 17, com 29 votos favoráveis, 12 contrários e 2 abstenções, o Senado aprovou o requerimento do senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) para que o PLC 122/2006, que dava privilégios a homossexuais, seja apensado, ou seja acrescentado, ao projeto de reforma do Código Penal (PLS 236/2012). Trocando em miúdos, no vocabulário do povo, agora héteros e homos estão nivelados como cidadãos com os mesmos direitos e deveres.


E.A.G.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Olha a cabeleira do Zezé

Posted by Wilma Rejane on quarta-feira, agosto 14, 2013 with 21 comments



Maya Felix


Cena um: Casal evangélico, homem pastor, mulher grávida, entra em aeronave da Azul. Senta-se no final. Cena dois: O deputado pró-lobby gay Jean Wyllys entra na mesma aeronave, com um assessor, e se senta um pouco mais à frente do casal evangélico. Cena três: Casal evangélico identifica o deputado e prontamente resolve ir até sua poltrona. Mulher pede para passageiro filmar o que irá acontecer em seguida. Cena quatro: Homem e mulher gritam: “É você, hein, Jean Wyllys?” Ato contínuo, começam a cantar, a plenos pulmões: “Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é… BICHAAA!!!” A mulher tenta passar a mão na cabeça de Jean Wyllys e diz : “Não gosta de mulher, Jean? Por quê???” O pastor completa: “Vai pra nossa igreja que tem cura!” Logo depois, o casal evangélico grita: “Vamos aí, gente, todos juntos! Batendo palmas!” e recomeçam: “Olha a cabeleira do Zezé…” Jean Wyllys se sente desconfortável, finge que não é com ele, baixa a cabeça e tenta se concentrar na leitura da revista G Magazine que havia comprado na livraria do aeroporto. Mas o casal evangélico não para: “Deputadoooo… canta com a genteeee! Olha a cabeleira do Zezé…” O assessor do deputado, em vão, tenta protegê-lo das tentativas de toque da mulher, que continua querendo encostar a mão na testa do deputado. De repente, ela tira um vidrinho da bolsa, derrama uma parte do conteúdo na palma da mão e passa na testa de Wyllys: “É óleo para ungir você, rapaz! Larga essa bichice!” Jean Wyllys retira um lenço do bolso do paletó e tenta limpar o óleo da testa. Continua sem dizer nada, mas está visivelmente constrangido. 





Os passageiros, atônitos, assistem à cena sem fazer nada. O pastor ri alto e canta: “Só não vale dançar homem com homem, nem mulher com mulher…”. Cena cinco: A essa altura, uma mulher sentada logo atrás de Jean Wyllys se levanta e diz: “Chega! Vocês estão me incomodando! Assim não dá!” Cena seis: O casal evangélico decide, então, sentar-se em seu lugar. Mas continua a gritar, desta vez dizendo: “Ô Jean Wyllys, pode esperar, a sua hora vai chegar!!!” Repetem umas seis vezes o refrão e logo depois – sempre filmando, é claro – o pastor decide entrevistar um terapeuta cristão que, coincidentemente, estava no avião: “O senhor acha que o gay pode mudar a sua orientação sexual, se quiser?” FIM DO PRIMEIRO ATO.




Você conseguiu imaginar as cenas narradas acima? São bastante inverossímeis, não? Elas têm pouquíssimas chances de acontecer, pelo menos com um casal evangélico que seja de fato seguidor de Jesus. Talvez não por falta de vontade de “dar o troco”, afinal o deputado e pastor Marco Feliciano passou por constrangimento semelhante ao relatado acima no último dia 9 de agosto, a bordo de uma aeronave da Companhia Azul, indo de Brasília a São Paulo: Eric Corazza e Conrado Ribeiro fizeram com ele e um assessor o que, na hipotética situação que narro, o casal evangélico fez com Jean Wyllys. 

 
Episódio semelhante jamais aconteceria com o deputado ex-BBB porque os evangélicos sabem que escarnecer não é agradável a Deus, ainda que seja agradável à carne e tentador. Não vemos evangélicos constrangendo gays em suas marchas de “orgulho”. Tampouco vemos, em igrejas, predicações jocosas ou irônicas sobre o assunto. A prática homossexual é tratada como ela é: pecado. Pode ser que em algumas igrejas não tenha havido tato ou suficiente familiaridade com o assunto para que pessoas com tendências homossexuais fossem adequadamente encaminhadas a um diálogo cristão e à exortação amorosa e franca que recomendam a Bíblia. Mas nunca se tratou o assunto levemente, debochadamente, levianamente. As crenças dos cristãos, entretanto, são costumeiramente vistas com desprezo e tratadas com galhofa e desrespeito por militantes de causas gays, feministas e esquerdistas em geral.


Durante a Jornada Mundial da Juventude, da Igreja Católica, quem não se lembra dos dois jovens, Raíssa Senra Vitral e Gilson Rodrigues Silva Júnior, que, mascarados e seminus, quebraram imagens de santos católicos e simularam cenas de sexo com elas? Em 1995, o pastor Sérgio Von Hélder, da Igreja Universal do Reino de Deus, chutou a imagem de uma santa católica em rede nacional. Houve grande comoção pelo desrespeito à crença alheia. A Rede Globo de televisão, com interesses mais comerciais que religiosos, repetiu a cena ad nauseam. O mesmo não aconteceu com os dois jovens que quebraram as imagens durante a JMJ. Não houve nem mesmo uma tentativa de entrevistar a dupla. Por quê? Os dois homens que agrediram Marco Feliciano, soube-se depois, dizem não ser gays, como se isso eximisse a militância que faz lobby pró-gay de qualquer responsabilidade do acontecido. Ou diminuísse a gravidade do fato. Ou fosse motivo para não imputá-lo ao crescente ódio insuflado pela mídia contra os evangélicos e conservadores por grupos de pressão e lobby pró-gay.

Quando vi a cena, fiquei estarrecida. Não acreditei que a falta de respeito fosse chegar a esse ponto. Na verdade, fiquei furiosa e cheguei a trocar palavras destemperadas com defensores do ato em uma rede social. A banalização das atitudes totalitárias em nossa sociedade, fruto da imposição de uma visão como única possível sobre qualquer outra, faz com que não nos cause mais espanto a agressão, o escárnio, o vandalismo e a ironia barata, a crítica sem inteligência e o debate impositivo. Como os cristãos têm histórico de tolerância e bom trato, as cenas do início deste texto provavelmente não acontecerão. Já as cenas de desrespeito vistas contra evangélicos se multiplicam em progressão geométrica, aparentemente sem a reação do restante da sociedade. Lembra-me a perseguição nazista aos judeus: começou com atos públicos de hostilidade, terminou onde todos conhecemos bem. Em 2014, políticos de partidos que sustentam esses desrespeitos e atos de barbárie, como PT, PSOL, PC do B, PDT e PSTU, pedirão o voto dos evangélicos. O que você vai fazer?
*Texto escrito em 11/08/2013. Meu agradecimento a Rodrigo Magaldi Merlino, por me ajudar com alguns dados.






 
 Maya Felix é colaboradora do blog UBE - twitter @mayafelix

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Evangélicos atacam gays durante marcha em Brasília! Como assim?

Posted by Wallysou on sexta-feira, junho 07, 2013 with 3 comments

Estadão, está-tadinho, ex-tadão ou já-deu?

Evangélicos atacam gays durante marcha em Brasília! Como assim?


Infelizmente, a grande mídia no Brasil está tomada por pessoas que tentam manipular, a todo custo, a opinião pública a seu favor. Todavia, isso é um grande tiro no pé a médio e longo prazo, pois mina sua credibilidade e lança na sarjeta um histórico de dezenas de anos de serviços prestados, no passado, por tais veículos de comunicação.

É o que podemos dizer do título que abre o post, retirado de um artigo do Estadão, que parece estar pavimentando a estrada de sua perdição (só para rimar), ao limar sua credibilidade junto ao público leitor. Observe o título do artigo:

Evangélicos atacam gays durante marcha em Brasília

Agora, tente achar na matéria (linkada mais abaixo) onde se deram esses ataques, como ocorreram e perpetrados por quem. Você não acha, simplesmente porque os evangélicos que participaram da referida marcha NÃO atacaram os gays. Então, o que foi que eles fizeram que justificasse esse título? Nada, em termos de violência, que justificasse o uso do termo "ataque". Qual é, então, a explicação?

A explicação é a seguinte: eles CRITICARAM o ativismo gay. Só isso: discordaram publicamente das bandeiras defendidas pelos homossexuais. Agora, criticar é ATACAR? Desde quando? Desde que o ativismo gay ganhou destaque na mídia, a ponto de deturparem fatos e distorcerem falas e situações para manipularem a opinião pública. Se é, o que dizer das críticas e paródias dos gays contra o cristianismo, especialmente nas paradas gays, é o quê?

Então, Wallace, você quer dizer que não teve paulada, voadora, pédovido, pescoção ou rasteira dos evangélicos contra os gays? Não. Nem um beliscãozinho, de leve, unha quebrada ou puxão de cabelo? Não. "Tu tá de brincadeira comigo?" Não, eu não, mas o Estadão. Aff... eu mereço.

Você consegue perceber que o Estadão, por esse título, está tentando impingir a pecha de "homofóbicos" (o movimento gay usa o termo pejorativamente, no sentido de incitador de violência contra gays) nos evangélicos, apenas por sua opinião discordante? Na verdade, o título é uma comprovação de que a liberdade de opinião está, de fato, em risco com o andamento da agenda gay no Brasil, mormente com a iminente tentativa de aprovar, segundo garantiu o sen. Renan Calheiros, o PLC 122, também conhecido por "mordaça gay".

Leia a matéria e tente encontrar uma justificativa para o título. Eu não achei. Como bem disse o jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog, citado pelo Eliseu em seu post sobre a Marcha ocorrida no dia 05, quarta próxima passada, o título claramente distorce os fatos, referindo-se a outro texto de mesmo teor.

A cara-de-pau do Estadão é tão grande (ou falta de criatividade e competência, ou os dois, vai saber...) que colocaram praticamente o mesmo texto com dois títulos diferentes, sendo o primeiro esse que citei e o outro o que o Reinaldo comentou em seu blog, cujo título é:

Em ato contra gays, Silas Malafaia diz que união homoafetiva é crime

O conteúdo é praticamente o mesmo, mudando pouca coisa, ambos de autoria de Eduardo Bresciani, pode comparar (a não ser que mudem depois). Qual o problema com esse título? Que o pastor Silas NÃO disse isso que o título afirma! 

O link para ambos está aqui (do ataque) e aqui (do crime). Eis abaixo o conteúdo do primeiro (do ataque), e compare com o que foi copiado no blog do Reinaldo (do crime), que você poderá ler clicando aqui, note as semelhanças, a má-fé dos títulos e tire suas próprias conclusões:

EDUARDO BRESCIANI - Agência Estado 
Milhares de evangélicos participaram nesta tarde de uma manifestação em Brasília, convocada por pastores e liderada por Silas Malafaia, em defesa da liberdade religiosa. Pastores e políticos discursaram durante toda a tarde com ataques ao movimento LGBT, ao governo federal e ao poder Judiciário. A assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que às 18 horas a estimativa era de um público de 40 mil pessoas. A organização estimou em 70 mil o número de presentes e informou ter gasto R$ 500 mil na realização do evento, incluindo propagandas televisivas convocando o público. A Associação Vitória em Cristo arcou com os custos. 
Principal organizador do evento, o pastor Silas Malafaia foi quem falou por mais tempo e fez o discurso com mais ataques aos "adversários" dos evangélicos. Ele começou com diversas críticas ao que chamou de "ativismo gay", em referência ao movimento LGBT. 
"O crime de opinião foi extinto e o ativismo gay quer dizer que a minha opinião sobre a união homoafetiva é crime. [meu comentário: se foi dessa parte, o problema foi de baixa capacidade de interpretação. Ou, então, má-fé mesmo] Nos chamam de fundamentalistas, mas eles são fundamentalistas do lixo moral, o ativismo gay é o fundamentalismo do lixo moral", afirmou Malafaia. "Tentam comparar com racismo, mas raça é condição, não se pede para ser negro, moreno ou branco. Homossexualidade é comportamento. Ninguém nasce homossexual", complementou. 
Malafaia criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por terem "na caneta" aprovado a união civil entre pessoas do mesmo sexo e obrigar cartórios a registrar o casamento gay. Criticou ainda o governo pela indicação de Luís Roberto Barroso para o STF por ele já ter defendido a legalização do aborto. Atacou ainda o PT destacando o julgamento do mensalão e sugerindo que a indicação de Barroso poderia ter como objetivo absolver os condenados. "O povo quer ver os mensaleiros na cadeia", disse. Encerrou destacando ser o objetivo do evento mostrar a força dos evangélicos. "Esse nosso evento é um ensaio, um exercício de cidadania. Não somos cidadãos de segunda classe, vamos influenciar a nação". 
Feliciano é ovacionado 
Um dos mais ovacionados pelo público foi o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da comissão de Direitos Humanos da Casa. Ele citou em seu discurso os ataques que sofreu desde que assumiu a comissão. "Depois de 90 dias no vale da sombra, das mortes, estou aqui para dizer que represento vocês", disse Feliciano. Ele afirmou ainda que a "família" tem de vir antes do governo e da sociedade e concluiu seu pronunciamento dizendo esperar pela eleição de um presidente da República evangélico. 
Outro tema que motivou protestos de vários dos convidados a discursar foi o projeto que criminaliza a homofobia, em tramitação no Congresso. O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que há um objetivo de criar uma "casta de homossexuais" e garantiu que a bancada evangélica não deixará essa proposta ser aprovada.
Observação: não sei se o autor da matéria é também o responsável pelo título. Eu acredito que não, porque ele não seria tão sem noção de fazer isso com sua própria matéria. Espero não estar enganado. Mas, a considerar a matéria, bem escrita e com um mínimo de imparcialidade, não acho que o título tenha sido idéia dele, Bresciani.

O que o futuro nos reserva?


O que, na prática, isso significa? Que estão tentando manipular a opinião pública com distorção de fatos e falas. Infelizmente, não são todos que leem os artigos na íntegra e muitos ficam apenas no título, já creditando a ele uma aura de confiança. E, mesmo os que leem o artigo todo, não percebem a sutileza do título, quase como uma mensagem subliminar.

E o que podemos esperar, diante disso? Que, de fato, o pastor Silas e demais organizadores da Marcha estão certos ao afirmarem que nossa liberdade de expressão está sob risco. E, fazendo coro com eles está o próprio Reinaldo Azevedo, entre outros. Isso é um fato cristalino, e essa manipulação de manchetes jornalísticas demonstra claramente isso.

Também devemos esperar outras e piores distorções no futuro, e precisamos estar preparados para responder a elas de forma convincente. Isso também deixa claro as armas utilizadas por eles, tais como a distorção, a difamação, a acusação leviana e infundada, entre outras. Não causa surpresa, já que são as mesmas armas utilizadas pelos filhos das trevas desde a época de Daniel, Neemias, Mardoqueu, Jesus, Paulo... a lista é longa.

Estejam preparados: isso é apenas o princípio das dores, e o pior ainda está por vir.

O que podemos fazer?


Além de nos prepararmos e nos conscientizarmos que o pior ainda está por vir, pouca coisa poderá ser feita para evitar isso. Mas, se você estiver disposto a fazer algo, vou lhe dar algumas sugestões. Todavia, fique sabendo que será muito esforço para pouco resultado. E saiba também que esses resultados demorarão a aparecer. Vamos lá:

1. não engula matérias só pelo título, saiba ler com espírito crítico e ponderar o que foi dito, comparando o que é dito com o que é na realidade. Os bereanos agiram assim e foram chamados de "mais nobres". É o mínimo que você pode - e deve - fazer: ter uma atitude de nobreza, com espírito de discernimento (senso crítico).

2. procure conscientizar outras pessoas da manipulação que querem e estão tentando fazer com a opinião pública, distorcendo fatos e rotulando os crentes como intolerantes, como quis dizer o título de que o pastor Silas havia dito que a união homo-afetiva era crime, ou como homofóbicos, ou seja, que são violentos e apóiam a violência contra gays, como quis dizer o título do artigo que os evangélicos "atacaram" os gays.

Para uma visão real e direta do que é homofobia (e porque discordar da prática homossexual NÃO é homofobia), recomendo a leitura do artigo do rev. Hernandes Dias Lopes, publicada em meu blog: Homofobia, colocando os pingos nos i's!

3. produza e compartilhe textos esclarecedores sobre o tema, desmascare as tentativas de manipulação, exponha os truques diabólicos na mídia e aja com ousadia para tentar barrar a manipulação das massas com esse tipo de desinformação. Existem muitas páginas no facebook que estão sendo usadas para isso, onde desmontam esse tipo de farsa com inteligência e criatividade. 

Curta e compartilhe os bons posts dessas páginas. Uma das que gosto e recomendo é a página Anti-Neo Ateísmo e, através dela, você encontrará outras igualmente interessantes e inteligentes, que estão mostrando a verdadeira face (com trocadilho... risos) da ideologia dominante no Brasil. Outra página interessante é Meu Professor de História Mentiu Para Mim, que se destina a desmontar certas falácias que dominam o senso comum, maculado pelo "politicamente correto".

4. não desanime ao não ver - aparentemente - resultados para seu esforço. O que estamos vivendo hoje é o resultado direto de anos e anos de omissão cristã na cidadania, política, produção intelectual e várias outras áreas que deixamos ser tomadas, aos poucos, pela ideologia esquerdista que domina a cultura do Brasil.

Mas, existem algumas iniciativas, ainda tímidas é verdade, de que está ocorrendo um "avivamento" ou despertamento social para resistir e combater o domínio ideológico esquerdista que hoje impera. Faça sua parte e não se omita. O futuro depende, literalmente, de sua atitude no presente.

5. não perca a esperança. Isso pode ser um claro indício de que a volta do Senhor está próxima. Até lá, batalhemos com galhardia enquanto tivermos fôlego. Quando a situação fugir de nosso controle e não tivermos para onde correr, o Senhor virá em nosso socorro. Todavia, enquanto pudermos fazer algo, Ele não agirá. E nós ainda podemos fazer alguma coisa. 

6. escolha melhor seus representantes políticos. Infelizmente, os cristãos, de modo geral, escolhem mal seus representantes políticos. A culpa é de uma série de fatores, retro-alimentados pelo próprio sistema. Procure conhecer as pessoas por trás do rótulo. Não acredite nos "santinhos", sejam eles de papel ou do pau oco. Vote em candidatos que sejam íntegros e que tenham uma plataforma política consistente com seus valores (os seus e os dele).

Vai ser trabalhoso, dificultoso e, talvez, desanimador. Mas, pelo menos, você não estará contribuindo para piorar as coisas. Sim, pode piorar. E, do jeito que as coisas estão indo, vai. Outras tragédias, como a de Santa Maria, poderão acontecer na Copa ou nas Olimpíadas. Principalmente se continuarmos a eleger condenados para os mais altos cargos da nação.

Entenda a importância de seu voto lendo meu artigo sobre A Armadilha do Voto Ideológico, que desnuda uma estratégia política em curso no país e, diga-se de passagem, que está dando certo, até agora. Se estiver com tempo - e curiosidade - de sobra, não deixe de ler.

Conclusão


Se podemos fazer algo, mas não o fizermos, as consequências virão, e será nossa responsabilidade e, ainda, seremos cobrados por isso. Além, claro, de sofrermos por nos omitirmos. Em suma: sofreremos de qualquer jeito: ou lutando ou calando. A diferença é que lutando, deixaremos um legado de honra, ao invés do triste e vergonhoso exemplo de covardia.

O que você vai escolher fazer? Lutar - não no sentido de atacar fisicamente, mas se posicionar e defender seus valores - ou se omitir? Por causa da omissão de muitos, no passado, nosso presente está sob risco. Se cometermos o mesmo erro, o futuro de nossa nação estará, quem sabe, fadado a tragédia. E a culpa será minha, sua... será nossa.

Qual será sua escolha? Sua resposta ditará o futuro que queremos e que poderemos ter.

Escolha bem, e o futuro nos mostrará de que lado você decidiu ficar.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Daniela Mercury, obrigado!

Posted by Wilma Rejane on sexta-feira, abril 12, 2013 with 6 comments


Rev.Ageu Magalhães
Blog Resistência Protestante



Na semana passada a cantora Daniela Mercury atraiu a atenção da imprensa, que é, digamos, bem simpática ao homossexualismo, ao publicar fotos de seu namoro com uma mulher. O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento. Explico melhor: Daniela casou-se aos 19 anos de idade com um homem e, com ele, teve dois filhos. Ficou casada com este homem durante 12 anos. Tempos depois, casou-se com outro homem, nove anos mais novo que ela, com quem ficou casada por 3 anos.

A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não.

Quando olhamos para o homossexualismo do ponto de vista bíblico entendemos melhor o que acontece. Homossexualismo é prática pecaminosa. E para aderir a uma prática pecaminosa, não é necessário ter propensão genética. Basta ter propensão ao pecado. E isso todo o ser humano tem! De modo que é completamente possível a um heterossexual ter práticas homossexuais e, a um homossexual ter práticas heterossexuais. A natureza caída potencializa o ser humano à prática pecaminosa sexual. Daniela Mercury é um exemplo claro disso.

O anúncio de Daniela coincide com o lançamento do livro do psiquiatra Flávio Gikovate "Sexualidade Sem Fronteiras". Gikovate não é cristão e não advoga os padrões morais bíblicos, todavia, o bom senso o leva a algumas perspectivas. Ele diz em uma entrevista que, no futuro, "as pessoas não precisarão mais se definir como portadoras de uma orientação sexual definitiva, que nunca muda ao longo da vida. A derrubada do muro permite aos habitantes de um lado migrar para o outro - e vice-versa - quantas vezes isso lhes parecer razoável e adequado".

É claro que a perspectiva deste psiquiatra é totalmente pecaminosa, mas concorda com ponto que estamos defendendo: Homossexualismo é escolha. Aliás, do ponto de vista bíblico, é mais que escolha. É condenação, por consequência do afastamento de Deus. Em Romanos 1.26,27 nós lemos: "Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Pessoas distantes de Deus terão propensão maior a uma vida pecaminosa, tanto na área sexual quanto em qualquer outra.

Mas, e aqueles indivíduos que nascem com certa propensão ao homossexualismo? Meninos com preferências mais femininas e meninas com jeito masculinizado? A resposta é que propensão ao pecado, todos nós temos. O fato de um garoto nascer com uma propensão maior à mentira, não o justifica para ser um mentiroso. Uma garota que nasça com propensão maior à violência, não a torna, automaticamente, uma assassina. A natureza caída nos tornará propensos a determinados pecados, mas nem por isso devemos nos render a eles. A comunhão com Deus nos liberta destas propensões e nos dá uma vida de castidade e santificação. Neste sentido, veja abaixo alguns versículos libertadores:

"Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça." Romanos 6.12-14
"Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação." Romanos 6.17-19

"Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas. Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou..." Colossenses 3.1-11
"Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo." 1 Tessalonicenses 4.3-8

"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus." 1 Coríntios 6.9-11

"Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo." 1 Coríntios 6.18-20

"Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro." 1 João 2.1,2

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Entrevista com Uziel Santana, presidente da Associação Nacional de Juristas Evangélicos

Posted by Wilma Rejane on terça-feira, novembro 27, 2012 with 1 comment

Juristas da ANAJURE

Entrevista concedida a:
Wilma Rejane
Jornalista, MT nº 1190 - PI


ANAJURE é a sigla representativa da Associação Nacional de Juristas Evangélicos, uma iniciativa inédita no País e  que já conta com a adesão de juristas de todo o país. Uziel Santana, é o presidente da ANAJURE e nessa entrevista fala sobre a contribuição e significância dessa entidade (anajure.org.br)

Quem é Uziel Santana? Presidente da ANAJURE e autor do livro “Um Cristão do Direito num País Torto” (Editora VINACC, 2012) é ainda jurista, conferencista, professor efetivo da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e professor visitante da Facultad de Derecho da Universidad de Buenos Aires. No próximo ano, estará defendendo em Paris na prestigiosa École des Hautes Études en Sciences Sociales – curiosamente a mais importante escola acadêmica de formação da intelectualidade esquerdista, homossexual, feminista e abortista do mundo pós-moderno – sua tese sobre a passagem da cosmovisão de “deveres humanos fundamentais” para “direitos humanos fundamentais”. Nesta entrevista, ele fala sobre o lançamento institucional da ANAJURE – Associação Nacional de juristas Evangélicos.


1- Como surgiu a ideia da ANAJURE?

Em 2007, no bojo das sérias discussões e preocupações a respeito do PL 122/2006 – que criminalizava toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo, inclusive apenando, com prisão, pastores, padres, cientistas, jornalistas, e etc., que se posicionassem desfavoravelmente à prática homossexual – juristas evangélicos, em primeiro lugar, do nordeste, começaram a discutir a criação de uma entidade que estivesse disposta a defender as liberdades civis fundamentais, em especial, no caso cristão, a nossa liberdade religiosa e de expressão. Isso porque, definitivamente, a possibilidade de aprovação de projetos legislativos como o PL 122/2006 – entre outros – estava levando o nosso país a um cenário típico do mundo islâmico-oriental: um cenário de perseguição ao cristianismo e aos seus valores. O que eu chamo, na mesma perspectiva que ocorreu na Alemanha nazista, de “cristeinfrein”, isto é, a formação de políticas públicas de desconstrução do ethos cristão e de perseguição às instituições e pessoas do segmento cristão.

Assim, nos últimos 5 anos, esse grupo de juristas começou a se reunir, com adesões de todo o país (agora temos um grupo representativo de mais de 20 estados), e a formatar o que é hoje a ANAJURE. Em 18 de agosto deste ano, em Campina Grande-PB, onde tudo começou durante um dos Encontros para a Consciência Cristã da VINACC, fundamos a nossa associação, sendo que agora no dia 29/11 estaremos fazendo o lançamento nacional da mesma no centro político do país, o Congresso Nacional.

2- Qual(is) o(s) principal(is) objetivos dessa Associação?

Os nossos objetivos institucionais estão claros: defenderemos, a qualquer preço, as liberdades civis fundamentais, em especial, a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a liberdade de imprensa e as garantias típicas de um Estado Democrático de Direitos que visam à não intromissão do Estado nos assuntos de ordem privada e familiar. Poucos sabem, mas, historicamente, a formação do próprio Estado Democrático de Direito é uma das conquistas do cristianismo, em especial, do protestantismo.

Foram os padres da Escola de Salamanca, nos séculos XIV e XV, e, ato contínuo, os reformadores protestantes do século XV que, em teoria e na prática, estabeleceram os princípios e preceitos gerais do que modernamente se convencionou chamar de direitos humanos fundamentais. Assim, é nesta mesma linha que a ANAJURE contribuirá para que, em nosso país, tais valores e princípios não venham a ser mitigados – como de resto se tentou nos últimos anos – ou desconstruídos através de políticas públicas anticristãs e autoritárias, típicas do atual fenômeno latino-americano de (de)formação de democracias totalitárias (terminologia do filósofo da UFRGS, Prof. Dr. Denis Rosenfield).

3- Já têm algum projeto em andamento, ou alguma ação especifica a ser trabalhada de principio?

Neste momento, o Conselho Diretivo Nacional está desenvolvendo o que chamamos de Planejamento Sistemático de Atuação, o nosso PSA. Neste planejamento, estarão previstos os programas, projetos e atividades da ANAJURE para os próximos anos, especialmente, tendo em vista a conjuntura política e social do Brasil. Por exemplo, em 2014 e 2016, teremos a Copa do Mundo e as Olimpíadas no nosso país. Eventos desta magnitude, certamente, tem grandes impactos e repercussões, não somente na ordem econômica, mas também social e política. Nesse sentido, sabendo do que tem acontecido, quando da realização de eventos esportivos como esses, em outros países, teremos um programa especial contra a prostituição e violência infanto-juvenil. Não mediremos esforços para proteger nossas crianças e adolescentes do chamado “turismo sexual”.

Do mesmo modo, no âmbito econômico e político, desenvolveremos um programa de tolerância zero contra a corrupção, tendo em vista as vultosas somas de dinheiro e interesses que estão circulando no país por conta desses dois eventos. No campo da defesa dos direitos humanos fundamentais, em especial, da liberdade religiosa e de expressão, já instituímos no nosso site a “Petição de Assistência” para todo aquele indivíduo ou instituição que esteja sendo objeto de violação em suas liberdades civis fundamentais. O interessado escreve e subscreve a petição on-line e imediatamente, sem custos de honorários, a ANAJURE abre um procedimento administrativo para apurar o abuso ou violação de direito. A partir disso, tomaremos as medidas jurídicas cabíveis ao caso, seja fazendo a defesa administrativa, seja fazendo a defesa judicial. Além disso, como já temos feito de modo informal nos últimos anos, continuaremos a fornecer pareceres técnicos e propostas legislativas para os deputados e senadores das frentes parlamentares que se coadunam com os objetivos institucionais da ANAJURE.

Do mesmo modo, proporemos aos Governos Federal, Estadual e Municipal políticas públicas que visam ao fortalecimento do sistema de liberdades civis fundamentais. Destarte, todos esses são apenas exemplos de atuação da ANAJURE. Quero reafirmar, aqui, que, neste sentido de atuação, a ANAJURE é uma instituição de caráter não-denominacional e suprapartidária. Mais claramente: não somos ligados a igrejas, nem a partidos políticos.

5- Uziel, a ANAJURE ira possibilitar a participação de cristãos protestantes como "amicus curiae" nos processos constitucionais. Que significa isso, qual a influência dos "amicus curiae" nas decisões jurídicas governamentais?

O amicus curiae (“amigo da corte”) é um auxiliar do juízo, e implica na intervenção de um terceiro, interessado juridicamente no processo de controle de constitucionalidade.

Essa possibilidade, que certamente será conferida à ANAJURE, é muito importante porque, por exemplo, na decisão pela viabilidade de união estável homossexual – ADPF 132 e ADI 4277 (maio de 2011) –, a CNBB atuou como amicus curiae, mas não houve pronunciamento de nenhuma entidade evangélica.

Noutro caso, qual seja, o julgamento da ADPF 54 (abril de 2012), no qual o Supremo definiu pela possibilidade do abortamento de fetos anencéfalos, não foi admitida que nenhuma entidade religiosa figurasse nos autos naquela qualidade.

Contudo, frise-se, o Ministro Gilmar Mendes defendeu, nessa ação, que os argumentos dessas entidades “podem e devem ser analisados pelo Estado que, apesar de ser laico, deve buscar a cooperação mútua com as diversas confissões religiosas”.

Desse modo, tendo em vista que o Supremo Tribunal Federal tem praticamente legislado em algumas de suas decisões, contrariando a máxima de que lhe cabe, essencialmente, julgar segundo os parâmetros normativos vigentes, a figura do amicus curiae, frise-se, é fundamental, posto que acabará por influenciar em elementos das decisões governamentais, ao menos em sentido lato.

6- Como você analisa a questão Estado X Igreja X criação da ANAJURE?

É preciso que entendamos que a laicidade insculpida no art. 19, I, da Constituição vigente, não significa separação absoluta entre o Estado e a Igreja; ele mesmo permite a “colaboração de interesse público”. Assim, embora na ADI nº 2076-5/AC o STF tenha decidido pela irrelevância jurídica do preâmbulo, certo é que essa mesma Corte já se utilizou do dispositivo preambular na sustentação de seus votos, como no RMS nº 26.071/DF e no RE nº 370.828/SP (no STJ temos, p. ex., o RMS nº 26.089/PR, a MC nº 10.613/RJ e o REsp nº 575.280/SP).Nestes termos, e por não haver na lei palavras inúteis, o preâmbulo deve ser usado como subsídio de interpretação do texto constitucional e, por conseguinte, de todo o ordenamento jurídico.


Dito isso, é importante destacar que (e muitos disso se esquecem) “Deus” está na nossa Constituição atual. E, diga-se de passagem, tal não ofende a propalada laicidade, nem atenta contra a liberdade de consciência e crença, tudo sob pena de termos de reconhecer a existência de normas constitucionais originárias inconstitucionais, o que é juridicamente indefensável (princípio da unidade da Constituição).

Laicidade, então, não quer dizer o abolir da religião da dinâmica estatal, mas tão somente a não adoção de uma religião oficial (a Constituição de 1822 é a única não laica na história do Brasil, já que adotava a religião Católica Apostólica Romana).

Portanto, a criação da ANAJURE também visa o reconhecimento da legitimidade inata das instituições religiosas terem seus argumentos considerados pelo Estado. Fique claro: nosso Estado é laico, mas não ateu, e as ponderações de religiosos são tão legítimas quanto qualquer outra. No plano democrático, devem possuir a mesma “voz”, já que restam balizadas nos valores constitucionais.


8- Temos presenciado muitas ações politicas que frustram e são contrárias a fé cristã, podemos afirmar que a participação da ANAJURE será uma voz representativa da Igreja Brasileira em defesa da fé e da família cristã?

Temas como a maioridade penal, a homofobia, a pornografia, a pedofilia, a família, a pós-modernidade, o laicismo, a fidelidade partidária, os direitos e deveres humanos fundamentais, a objeção de consciência, os valores da sociedade pós-moral em que vivemos, e as ações julgadas pelo STF no campo dos costumes, são estudados e analisados por nós com o objetivo de contribuirmos para o desvelamento de algumas realidades não ditas pela imprensa oficial.

Nesse sentido, tentaremos, com muita humildade e firmeza, lutar pelas liberdades civis fundamentais e pela promoção dos direitos e deveres fundamentais. Esta, certamente, com fé em Deus, será a nossa marca contributiva.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça

Posted by Eliseu Antonio Gomes on quarta-feira, maio 02, 2012 with 100 comments
Pastor Silas Malafaia
Divulgação
Por Eliseu Antonio Gomes
Belverede 

Pastor Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça Federal. O processo movido contra o pastor exigia que ele fizesse uma retratação e que a União passasse a fiscalizar o programa Vitória em Cristo.

Segundo Reinaldo Azevedo, colunista da Revista Veja, em artigo de 1º de Maio de 2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu a ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra Malafaia e contra a TV Bandeirantes e também contra a União. 

Com propriedade, o colunista considerou a decisão do magistrado como uma vitória da liberdade de expressão, uma aula em defesa da liberdade de expressão, uma decisão primorosa digna de aplauso. Azevedo também considerou que neste caso Malafaia e os cristãos foram vítimas de  bullying organizado, que Malafaia é vítima de preconceito dos ativistas gays.

No programa de televisão, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo fez críticas contundentes aos organizadores da Parada Gay por ter levado à Avenida Paulista modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas. 

Na ocasião, Malafaia incentivou a liderança brasileira da Igreja Católica a recorrer à Justiça queixando de preconceito religioso. Afirmou: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!”  A frase foi interpretada por uma ONG do ativismo gay como indução à violência física contra homossexuais. 

O processo foi considerado pelo juiz como uma tentativa de volta à censura. 

E.A.G.

sábado, 14 de abril de 2012

Pl 122 ameaça imunidade tributária da Igreja evangélica

Posted by Valmir on sábado, abril 14, 2012 with 4 comments
por João Cruzué 

Há cinco anos venho escrevendo sobre as consequências da aprovação de uma Lei da "homofobia" no Brasil. Durante este tempo, venho me deparando com sofismas e verdades e a extensão do prejuízo do Pl 122/06 sobre a liberdade de evangelização da Igreja, é bem mais profunda do que você e eu imaginamos. 

Antes que o ex-ministro Fernando Haddad decidisse distribuir o kit gay para os adolescentes de todas as escolas do Brasil, o Blog Olhar Cristão já alertava sobre o que tinha acontecido no Chile cujo "Ministério da Educação" fez exatamente isso e eu publiquei em 2009 a tradução da carta, indignada e esclarecedora do Pastor Hector Muñoz Uribe , de Concepción/Chile. 

Também já escrevi sobre a decisão do conselho de Igrejas da Suécia, berço da Assembleia de Deus Brasileira, ajustando a liturgia evangélica de lá para as celebrações do casamento homossexual. 

Hoje, venho fazer um alerta muito maior. 

A potencial perda de imunidade tributária da Igreja brasileira (evangélica ou católica) perante a Receita Federal. Insanidade minha? Não! Depois que a lei de "homofobia" foi promulgada no Canadá, se a Igreja local for denunciada por qualquer ato "homofobico" (pregar a verdade bíblica sobre o comportamento homossexual, deixar de realizar cerimônia religiosa de "matrimônio" gay) ela está ameaçada de perder a imunidade tributária por "discriminação", perante a CRA - Canadian Revenue Agency, a receita federal canadense. Diante disso, algumas Igrejas daquele país estão levando em consideração ficar sem a imunidade em lugar de falsear a verdade bíblica. 

Dedico esta denúncia aos líderes evangélicos brasileiros que, de forma recorrente, têm ficado "quietinhos" enquanto as hostes espirituais da maldade estão organizando seus exércitos para desmoralizar a palavra de Deus escrita na Bíblia Sagrada. Na verdade não estamos lutando apenas contra as ideias de ativistas do gayzismo, pois eles são apenas a ponta do iceberg neste mundo temporal. O momento de tomar posição é agora, antes que o sagrado se torne sal velho. 

Posso descrever hoje o comportamento das lideranças indiferentes da Igreja evangélica brasileira, como a do comandante do poderoso Titanic, navegando presunçosamente em rota de colisão contra um insignificante "Pl.122" achando que estão seguros em um barco que Deus não deixará afundar. 

A Igreja (Presbiteriana) do Canadá já está fazendo água. Para não perder a imunidade do Imposto de Renda, mudou sua liturgia para "engolir" o casamento gay e baniu o livro de Romanos do púlpito. Nota: Aos céticos, recomendo fazer uma simples pesquisa (em inglês) nos sites de busca, para tomar conhecimento desta triste verdade. 

Reportagem encaminhada pelo irmão João Cruzué, do blog Olhar Cristão.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tchau, Marinor Brito

Posted by Eliseu Antonio Gomes on quinta-feira, dezembro 29, 2011 with 1 comment
Depois dos embates na Justiça, que afastou Jader Barbalho da cadeira de Senador, ele deu a volta por cima e assumiu o seu posto ontem.

O único ponto positivo que eu vi na presença de Jader Barbalho ao Senado é que ele tirou de lá a sua suplente Marinor Brito, que usava o cargo para defender o PL 122/2006. Enquanto Senadora, ela se revelou uma grande defensora - sem papas na língua - dos ativistas gays. A turma GLBT está triste, perdeu uma guerreira que lutava contra os princípios cristãos na esfera do Poder Legislativo mais importante de nação brasileira.

Veja nos vídeos: ela agrediu o Senador Jair Bolsonaro quando o mesmo prostestava contra o Kit Gay durante entrevista de Marta Suplicy. Depois, Marinor Brito protocolou queixa contra Bolsonaro na Corregedoria da Câmara , e perdeu a causa.







E.A.G.

Fonte: Abrindo e Fechando Parênteses

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Jean Wyllys: Deputado Federal sem votos ataca igrejas outra vez

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, dezembro 26, 2011 with 1 comment
Jean Wyllis (PSOL RJ), participante e vencedor do programa Big Brother Brasil 2005, mas que está Deputado Federal sem vencer as eleições (sobre a falta de votos: aqui), voltou às rusgas contra os cidadãos brasileiros, ao atacar outra vez quem tem fé em Deus.

Em entrevista ao programa Poder e Política, produção da Folha/UOL, disse: A afirmação que a homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa.Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare, simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana. Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou contra crianças ne sse país... Vai ser bem aceito?"

Gente crente, nas próximas eleições mostre a sua força nas urnas. Não vote em nenhum candidato que estiver no mesmo partido de Jean Wyllys e nem vote na legenda do partido, que é o PSOL. Vamos mostrar nossa repulsa contra a conduta desse peixe fora d'água e contra o sistema de Voto Proporcional.

No Twitter, o Pr. Silas Malafaia (@PastorMalafaia) rebateu, Wyllys, o Deputado Federal sem votos. Ipsis letteris:
O que Jean Wyllys finge que nao sabe:

1. que ninguem nasce homossexual.

2. É uma questao comportamental, portanto nao c pode comparar a racismo. Vamos ter que fazer leis p/ todos os comportamentos do ser humano.

3.Crime de injuria ja esta previsto em lei seja para homossexuais, seja para heterossexuais.

4.Criticar homossexuais, evangelicos, ou seja la quem quer que seja ė principio basilar do estado democratico de direito.

Como tenho dito repetidas vezes: O grupo social mais intolerante da pos modernidade sao os grupos homossexuais. Eles querem calar e criminalizar a opiniao. É so ler o famigerado plc 122 que ele defende, para confirmar todas as minhas palavras. 

Acessem veja online sobre repercussao do festival promessas e comentem

E.A.G.

Fonte: Belverede

domingo, 11 de dezembro de 2011

PL 122/2006 Marco Feliciano protesta contra Marta Suplicy

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, dezembro 11, 2011 with No comments
Marco Feliciano, Deputado Federal (PSC), e pastor assembleiano, eleito com 211.855 votos por São Paulo, protesta na Câmara das Deputados contra a atitude da Senadora Marta Suplicy, relatora do projeto da Mordaça Gay, por ela recusar-se a colocá-lo em votação na CCJ de 8 de Dezembro de 2011, quando a maioria dos legisladores presentes estavam dispostos a votar pelo seu arquivamento.



Fonte: Deputado Pr. Marco Feliciano via Belverede.

Jean Wyllys: o peixe fora dágua que pensa liderar cardume em mar alto

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, dezembro 11, 2011 with No comments
Senadora Marta Suplicy versus Deputado Federal Jean Wyllys.
A Senadora Marta Suplicy retirou PLC 122/2006 da mesa de votação na Comissão dos Direitos Humanos (CDH), no Senado, onde seria votado na última quinta, dia 8. Após retirar o projeto para reexaminá-lo, ela que é a relatora do mesmo, foi severamente criticada por ativistas gays que não concordaram com as alterações feitas. Uma das críticas mais pesadas partiu do Deputado Federal Jean Wyllys, que afirmou que as alterações de Marta Suplicy tornaram o projeto inócuo. Suplicy respondeu na mídia que as mudanças são acertos.

Segundo a imprensa escrita, a sessão foi conturbada. Houve troca de xingamentos e ofensas entre o Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a Senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto saiu de pauta sem previsão de retorno.

Sabemos bem quem é Marta Suplicy. Mas quem é Jean Willys?

Sugestão ao leitor eleitor: nas próximas eleições, não vote em Jean Wyllys e nem em nenhum candidato que esteja ligado ao partido que Jean Wyllys estiver ligado, e também não vote no partido em que ele estiver. Continue lendo e entenderá o motivo.

Deputado Federal obscuro (PSOL-RJ), homossexual e ativista gay, eleito por uma minoria inexpressiva de votos. Distante estrelinha cadente que surgiu no cenário nacional através da subcultura reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo. Candidato eleito indiretamente graças a gambiarra do Voto Proporcional. Está legislando por causa do alto número de votos do seu partido para outros candidatos. O eleitorado brasileiro não quis elegê-lo. Ele está em Brasília com número baixíssimo de votos, péssima representação das urnas.

Como Legislador, ele não merece o respeito dos eleitores, pois só está Deputado Federal por causa do Voto Proporcional. Exerce mandato legislativo que não está constituído segundo a vontade da maioria do povo.

É difícil manter o respeito por mandatos políticos de gente eleita de maneira bizarra, como foi eleito Deputado Federal Jean Wyllys.

Ele chegou ao Legislativo Federal por meio de um golpe eleitoral, que usa de eufemismo no nome, para mascarar mandatos indígnos. Isto é, o golpe chamado de Voto Proporcional. A massa eleitoral de cidadãos eleitores nunca desejou a figurinha Jean Wyllys para representá-lo. Os cidadãos brasileiros não o colocaram nas dependências da Câmara dos Deputados.

Essa brecha eleitoral é espúria, é o descalabro mais vergonhoso que existe nas eleições brasileiras, inventaram esse artifício para burlar a Democracia. Gente eleita assim, na minha opinião tem o mesmo peso de representatividade daqueles que, comprovadamente, pelas conclusões dos trâmites da Justiça, é considerado corrupto.

Como pessoa, Jean Willys deve ser respeitado. Mas como político, é totalmente desprezível.

A figura Jean Wyllys, saída do reality BBB, deveria ter amor próprio, vergonha, e renunciar já. Ou, pelo menos, começar a legislar de acordo com a vontade da maioria dos eleitores, afinal, está muito bem remunerado por brasileiros que não o elegeu.

E.A.G.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Malafaia e a publicidade do NYT

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, novembro 28, 2011 with No comments
Primeiramente, quero dizer que observo o Pr. Silas Malafaia como um ser humano falho, falível como qualquer pessoa. Apenas Jesus Cristo é perfeito. Não faço defesa dele nas linhas abaixo, porque entendo que não é preciso.

Não faço ironia. É verdade, o New York Times prestou-se ao papel de fazer marketing gratuito ao ministério do Pastor Silas Malafaia em terras de fala inglesa. (Matéria traduzida: Julio Severo). Agora, com certeza, o número de telespectadores das telinhas dubladas deverá dobrar mais rapidamente, e aqueles que patrocinam seus programas também.

A vida cristã é assim. Quando passaram a perseguir os cristãos da Igreja Primitiva, foi exatamente o momento que eles começaram a multiplicar-se com mais rapidez.

A maior mola propulsora do ministério de Malafaia, no Brasil, chama-se
ABGLT. Todas as investidas hostís das cúpulas dos grupos gays provocaram a expansão do ministério de televisão e a divulgação do evangelista para além das igrejas evangélicas. Tony Reis é um dos maiores responsáveis pelo sucesso ministerial de Silas Malafaia no Brasil.

Há uns doze anos atrás, Malafaia era apresentador de programa em algumas praças brasileiras e com apenas meia-hora de duração, apenas aos sábados. Hoje, tem uma hora inteira, de domingo a domingo, e atingiu o território nacional, ultrapassou fronteiras, é visto em mais de cem países. No passado, os patrocinadores eram apenas evangélicos assembleianos. Hoje, são cristãos de diversas denominações evangélicas; cristãos católicos; judeus; mulçumanos; ateus e agnósticos. Não se admire: gays também! Sendo que, os patrocinadores são cidadãos de todas as classes sociais.

Lá no território gringo, existe uma grande diferença do Brasil. Os leitores não são leitores funcionais como é uma parcela brasileira. Eles lerão a matéria do NYT e codificarão corretamente cada nuance de picardia, colocarão de lado o peso da ironia e sintonizarão o Victory in Christ para conhecê-lo melhor. Depois, haverá a fidelização de telespectadores, tão acostumados com programas como o de Joel Osteen, pregador que bate recorde de audiência via televisão e presenças em suas reuniões.

Resta ao Pastor Silas Malafaia agradecer ao New York Times, também manifestar gratidão para a jornalista Eliane Brum, porque ela é uma personagem importante na trajetória da escalada ministerial do evangelista em língua inglesa.

Você duvida desse vertiginoso crescimento internacional? Não é preciso crer para ver. Tão-somente espere.

E.A.G.

Fonte: Belverede

domingo, 20 de novembro de 2011

Calligaris e o minuto-bobeira na Folha Ilustrada

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, novembro 20, 2011 with No comments
No dia 10 de novembro, quinta-feira, pudemos ler a seguinte frase no encarte Ilustrada, da Folha da São: "Homofóbicos têm excitação com estímulos gays".

Contardo Calligaris, italiano, e colunista da Folha, onde é apresentado como alguém que pretende refletir sobre a cultura e a modernidade, tem em seu seu curriculo o seguinte: psicanalista, doutor em psicologia clínica, ensaísta; ensinou estudos culturais na New School de Nova York e antropologia na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Algum tempo atrás, assisti Calligari no programa Roda Viva, em sua nova fase, já com o comando de Marília Gabriela. Ao ouví-lo, talvez seja uma impressão errada minha, senti nele uma aura de iconoclasta, alguém que sente prazer em quebrar paradigmas. Mas não captei a razão disso.

Homofóbicos têm exclitação por estímulos gays? A afirmação de Calligaris diz que sim. Está lá no artigo que escreveu à Folha de São Paulo. Pobres leitores! Nitidamente essa frase é uma provocação. Provavelmente, devido sua raiva contra héteros religiosos, defensores da família aos moldes apresentados pelas Escrituras.

Inconcientemente, Calligaris foi acometido por um "minuto-bobeira", quando abdicou da inteligência. Seria ele mais um pobre heterofóbico?!

E.A.G.

Fonte: Belverede | Cosmovisão

sábado, 16 de julho de 2011

PL 122/2006 é batizado como Lei Alexandre Ivo

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sábado, julho 16, 2011 with 1 comment

Por Michael Carceres
Correspondente do The Christian Post
Postagem: 16/07/11 - 11h26

O novo PLC 122 a exemplo da Lei Maria da Penha, lei que tornou mais rigoroso o tratamento de crimes cometidos contra a mulher, será batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente que foi assassinado supostamente por ser gay.

Segundo a assessoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP), o novo texto do projeto foi elaborado em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

Agora o projeto está sob análise dos intregrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), o texto substitui o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da ex-deputada lara Bernardi, do qual Marta é relatora.

A iniciativa surgiu depois de várias tentativas de acordo para aprovar o PLC 122 com a Frente em Defesa da Família, representada pelo senador Magno Malta (PL).

"Estão confundindo a opinião pública. Homofobia é violência física, assassinato, crueldade, barbaridades, já o texto apresentado pela senadora Marta Suplicy, também com novo nome, agora, batizado de Lei Alexandre Ivo, é uma tentativa de não enfrentar a intolerância, o preconceito e a discriminação no mais amplo sentido e não apenas em favor dos homossexuais, mas também na questão racial, estética, social, religiosa e contra o machismo que humilha as mulheres", disse o senador Magno Malta segundo sua assessoria de imprensa.
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A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de "Lei Anti-Homofobia".

A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de "Lei Anti-Homofobia".

Magno Malta enfatizou que não se deve priorizar as minorias de forma isolada, como exigem os homossexuais. "Devemos ter ações para enfrentar os preconceitos étnico-racial, o social – de rico contra pobre – estético – principalmente as crianças obesas que sofrem bullying, em relação à sexualidade, a intolerância a religiosidade, a discriminação contra o idosos, o excepcional e a cruel violência contra a mulher", ressaltou ele.

Sem o desejo de arquivar o PLC 122, Marta Suplicy reconhece que se ouver um acordo com as bancadas ligadas a Igrejas cristãs, ficará mais fácil conseguir a aprovação de uma legislação que considere a homofobia como crime.

"Nunca falei em arquivar o PLC 122. Disse que, fruto das discussões do PLC 122, um novo projeto é discutido no momento, com acompanhamento de Toni Reis, presidente da ABGLT, e também tendo eu relatado a mais lideranças do movimento LGBT o andamento de cada conversa feita entre senadores", declarou a senadora em uma nota de esclarecimento.

O que o novo projeto faz é definir "crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação". Um desses crimes seria o de "induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero".

Os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D'ávila (PCdoB-RS) serão responsáveis por apresentar o novo texto à bancada evangélica da Câmara dos Deputados e representantes do movimento LGBT.

Fonte: The Christian Post

E.A.G.

sábado, 2 de julho de 2011

Senado arquiva PL 122/2006

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sábado, julho 02, 2011 with 2 comments

Segundo algumas informações ouvidas na Marcha Para Jesus, o PL 122/2006 estava praticamente sepultado. E, nesta sexta-feira, 1º de julho 2011, segundo a informação no site do Senador Magno Malta,  presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família, o PL 122/2006 foi arquivado pela Senadora e atual Vice-Presidente do Senado Marta Suplicy,  durante um almoço entre os dois em seu gabinete.

Motivo de festa para os cristãos brasileiros? Sim. E de gratidão a Deus.

Derrota de homossexuais brasileiros? Não, de forma alguma. Vejo essa situação como um momento importante, momento democrático dentro de nosso Brasil democrático.

O direito de proteção aos homossexuais nunca foi pauta de resistência entre os cristãos. Este tema importantíssimo havia sido tomado de assalto por um grupo ditatorial que se inseriu entre os gays e se proclamou porta voz deles sem nunca ter sido nomeado por eles. E nesta usurpação reivindicaram interesses próprios como se fosse interesse coletivo.

Parte desse pessoal usurpador, de alguma forma também fez parte da resistência aos generais durante a Ditadura Militar. Mas eles não lutaram objetivando a Democracia, eles queriam impor o regime ditatorial deles. Acabar com uma ditadura e estabelecer outra com eles no poder. É contra este grupo de ditadores que os evangélicos foram e são contrários.

Marta Suplicy no STF

A Senadora é autora do projeto de lei, apresentado em 1995, que pleiteia uma lei viabilizando a união civil entre homossexuais.

A deliberação do Supremo Tribunal Federal (leia: O Supremo, de mal a pior) ocorreu com "lobby" dela, que esteve no gabinete do Ministro Carlos Ayres Britto, e todos os 11 ministros do STF, pressionando para que houvesse atenção ao processo movido pelo governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral, processo que pedia vista à situação de casais homoafetivos na questão da união civil aos funcionários públicos cariocas. Na ocasião, parte da Imprensa noticiou que Ayres Britto havia dito que poderia acontecer uma grande surpresa. E a surpresa foi o STF interpretar a Constituição Federal e legislar sobre o termo família, ampliando o pedido de Sergio Cabral não só aos cariocas, mas para todos os estados brasileiros.

Marta Suplicy no Legislativo

Marta Suplicy arquivou o PL122/2006, e junta com a Bancada Evangélica será escrito outro projeto que criminalize a homofobia no Brasil, com a participação amistosa de Magno Malta.

Os cristãos continuam atentos. Julio Severo escreve que a Senadora desabafou sobre as dificuldades em lidar com o PL 122/2006: “Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores ao projeto, mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do PL 122, sem o número 122”.

Nós cristãos nunca fomos contra os homossexuais, apenas defendemos o direito de livre expressão e fé. Salvaguardado isso, acabou-se os quiproquós.

Que possamos comemorar: viva a Democracia!

E.A.G.

Nota UBE: A Senadora Marta Suplicy, após esta reunião com lideranças evangélicas emitiu nota à opinião pública negando intenção de arquivar o PL Lei 122/2006. Envolta em críticas da militância gay, em 15 de julho de 2011, foi anunciado um substitutivo ao projeto, cujo nome é Lei Alexandre Ivo, rapaz supostamente assassinado por ser homossexual.

Atualizado em 16 de julho de 2011 15h55.

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