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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Ideias não bastam, é preciso ter a mente Cristo

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sexta-feira, fevereiro 17, 2012 with No comments


"Estamos convencidos de que o povo precisa e pede esta fé. Assim, assumimos a luta contra o movimento ateu, e não somente com algumas declarações teóricas: nós o extinguimos". Adolf Hitler, 1933

"Os interesses da Igreja certamente coincidem com os nossos em nossa luta contra os sintomas de degeneração no mundo de hoje, em nossa luta contra o movimento ateu, contra a criminalidade". Adolf Hitler, 1934.


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Filhos de ateus: procurando a fé fora de casa

Posted by Valmir on quarta-feira, maio 11, 2011 with 1 comment


Uma matéria interessante publicada pelo Correio do Estado aborda o fato de filhos de ateus buscarem a fé fora de casa. O texto ressalta que as novas gerações de céticos, agnósticos e ateus não casam na igreja, não batizam seus filhos, nem têm religião ou falam de fé. Eles simplesmente desconsideram a existência de Deus. Contudo, isso não impede que, em alguns casos, seus filhos sintam a necessidade e até cobrem uma discussão sobre fé e religião.

A matéria relata ainda que de acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos

Entre casos citados pelo site está o de Jaqueline Slongo, de 23 anos. “Depois de um tempo separados, ela voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.”

A matéria prossegue registrando que Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas ‘instrutoras espirituais’. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.

Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.

Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, ‘de forma sucinta’, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.

Então, caros leitores, embora os ateístas insistam em dizer que muitas pessoas somente são religiosas em razão da influência exercída da família, o fato é que todo ser humano possui um anseio interno por Deus, até os filhos de ateus. Isso porque, a alma do ser humano clama por salvação, por respostas para suas inquietações. Assim, embora tenha nascido em família atéia, cética ou seja lá o que for, no fundo no fundo há um grito espiritual pelo seu Criador, afinal, todos temos a impressão digital Dele. Nossa alma anseia por Ele (Sl. 42.1).

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Eleições 2010 - A diferença entre Dilma e José Serra sobre o aborto

Posted by Eliseu Antonio Gomes on quarta-feira, outubro 13, 2010 with 27 comments
As linhas abaixo, são a transliteração de uma participação neste blog de um internauta defensor da candidatura de Dilma Rousseff à presidência.

Gustavo (o petista):

“Vcs evangélicos, estao sendo manipulados pelo ultra ateu José Serra para prejudicar Dilma. Será que vcs nao percebem? Rezem pra eus (sic) iluminar a mente de vcs!

E se vcs estivessem tao preocupados assim com a vida votariam na Dilma (sic) pois o governo Lula foi o que mais deu dignidade à vida dos brasileiros. Basta ver os dados do IPEA, do IBGE, do DIEESE: aumento do salário mínimo, aumento do PIB, queda (sic) na taxa de mortalidade infantil, mais faculdades federais, queda do desemprego, nossa, tanta coisa... E vcs ficam preocupados com as maledicências do ateu Serra contra a Dilma.

Obs.: Tanto o Serra como a Dilma sao a favor da descriminalizacao do aborto (e nao à favor do aborto, o que é bem diferente). Entao por que vcs atacam apenas a Dilma? Talvez uma preferência política disfarcada por uma preocupacao em relacao ao aborto???? Lembrem que Deus tudo vê, tudo sabe, hein?”

Minha resposta:

Respeito a sua preferência partidária. Mas, mesmo assim posso discordar de você sem nenhum problema.

Acho triste encontrar pessoas que tenham este pensamento, achar que os evangélicos sejam pessoas facilmente manipuláveis. Isso é um grande preconceito!

Neste estória de José Serra, fique sabendo que não estou decidido a votar em político que demonstre ter ou que possua maior fé. Eu escolherei o que é mais respeitoso com a Democracia Brasileira, com a vida, e com a inteligência alheia.

Isso é a História: o Lula assinou o Decreto PNDH-3, que é favorável ao aborto. Isso é fato, não é boato.

O cristão petista só não vê isso porque não quer, ou finge não ver, ou apenas pensa que sabe o significado do que é o cristianismo.

Nos casos de aborto, onde está a dignidade do feto, que é uma vida indefesa? Onde está o senso de cristianismo de quem se diz cristão ao apoiar o partido de um presidente que assinou o PNDH 3? A dignidade e o senso de cristianismo não estão em lugar algum, pois não existem.

Na minha opinião, panilhas de dados não comprovam muita coisa, não. Elas servem para encher o espaço de tempo de quem não pode justificar a realidade do nosso país. Parecem-se com o livro Alice no País das Maravilhas, porém, sem a criatividade de Lewis Carroll.

A "panilha" que me interessa é outra. Vou ao mercado e ao passar na boca do caixa recebo o papel da nota fiscal. Pago pelo preço do feijão, do arroz, do leite, e de outros produtos básicos. Tudo está aumentando de valor, diariamente. Em cada compra o valor é maior e as mercadorias em menor volume. Essa "panilha" é a que o eleitor conhece e se interessa. Essa é a "panilha" que mexe com a vida de casa um de nós!

Sobre o aborto: A Dilma (entenda-se PNHD-3 criado por ela) quer descriminalizar o aborto. Expandir o que José Serra havia feito.

O que o José Serra fez? Liberou o aborto quando a vida da mãe está em risco, a partir do quinto mês da gravidez. E, também, nos casos de estupro.

Quem é pior? Pior é, SEM DÚVIDA NENHUMA, a DILMA. Ela não se contentou com o parâmetro imposto pelo Serra.

A Dilma quer liberar geral. Quer que a garota possa ir ao carnaval em fevereiro e depois, com o apoio da Legislação,  ir ao SUS descartar no lixo o feto gerado em ato sexual sem compromisso, quer que a garota faça sexo irresponsavelmente, e depois possa matar o ser humano indefeso às custas do dinheiro de impostos de cristãos evangélicos e católicos!

Terminando, só posso agradecer por dar essa oportunidade de esclarecimento. A resposta virará um tópico deste blog. Obrigado!

Abraço.
 
E.A.G.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

José Saramago: luto pela morte de um ateu

Posted by Valmir on segunda-feira, junho 21, 2010 with 12 comments

“Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma... A morte de qualquer homem me diminui, porque estou envolvido na humanidade; e, portanto, nunca procuro saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”. Essa célebre frase foi escrita por John Donne, um dos maiores poetas de todos os tempos. Ela me veio à memória há poucos dias com a notícia da morte do escritor português e Nobel da literatura, José Saramago.

Saramago era ateu e comunista confesso. Nunca escondeu seu desprezo na crença em Deus, na Bíblia e na igreja. Escreveu livros e ensaios com críticas ácidas e ultrajantes à fé cristã, como o romance O Evangelho Segundo Jesus Cristo, no qual conta a história (estória) humanizada da vida de Jesus e alude a uma eventual relação com Maria Madalena, com quem, segundo Saramago, teria conhecido o amor da carne e nele se reconhecido homem. Em outro texto, ele escreveu: “Deus não é mais que um nome, nada mais que um nome, o nome que, por medo de morrer, lhe pusemos um dia e que viria a travar-nos o passo para uma humanização real. Em troca prometeram-nos paraísos e ameaçaram-nos com infernos, tão falsos uns como os outros, insultos descarados a uma inteligência e a um sentido comum que tanto trabalho nos deram a criar”. [1]

No livro Caim, lançado em 2009, Saramago voltou a atacar a religião, redimindo o protagonista do assassinato de Abel e apontando Deus como o autor intelectual do crime, ao desprezar, diz ele, o sacrifício que Caim Lhe havia oferecido. Em visita ao Brasil para o lançamento dessa obra, o escritor novamente em tom cínico disparou contra Deus. Conforme notícia do Estadão feita à época:

“José Saramago não considera esse romance seu particular e definitivo ajuste de contas com Deus, porque "as contas com Deus não são definitivas, mas sim com os homens que O inventaram", disse. "Deus, o demônio, o bem, o mal, tudo isso está em nossa cabeça, não no céu ou no inferno, que também inventamos. Não nos damos conta de que, tendo inventado Deus, imediatamente nos tornamos seus escravos", assinalou o autor.” [2]

Como se vê, Saramago era, em outras palavras, a versão aportuguesada de Richard Dawkins e Friedrich Nietzsche: um ateu que não media suas palavras contra a religião e Jesus Cristo. Alguém que escolheu deliberadamente virar as costas para o Criador e como uma criança dirigir-lhe insultos gratuitos ou, no máximo, baratos.

Com isso em mente, volto à frase de John Donne: “Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma... A morte de qualquer homem me diminui, porque estou envolvido na humanidade...”

É uma ironia. Mas, Saramago resolveu viver como uma ilha. Isolado em Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias. E por isso mesmo, pergunto: Será que a morte de um antiteísta distante, indigesto e raivoso como Saramago poderia me diminuir? Ou será que a sua passagem seria o motivo para reafirmar minhas convicções e mostrar com os dentes à mostra de felicidade que mais um ateu se foi e agora terá que pagar as contas com Aquele a quem tanto criticou (como muitos crentes fizeram nesses dias)?

Confesso que por um lado, insuflado pelo homem natural, gostaria de seguir essa segunda alternativa. Com um sorriso brilhante e com ar de vitorioso estampado em minha face, gostaria sinceramente de reafirmar o destino de Saramago: o inferno. E com isso ameaçar todos os demais que pretendem fazer o mesmo.

Olhando por outro ângulo, numa visão espiritual, tenho que reconhecer que a morte de Saramago me diminui. Tenho essa percepção ao olhar para a Bíblia e ver que a morte de alguém sem Cristo é algo terrível, isso porque aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo (Hb. 9.27); restando, então, uma certa expectação horrível de juízo e ardor de fogo (Hb. 10.27).

A morte de um ateu, como Saramago, me diminui porque tenho a certeza que por traz de toda aquela "arrogância intelectual"; escondida sob uma fina capa de aparência amarga e feroz existia uma alma que, no fundo no fundo clamava por Cristo. Um ser que ‘não sabia o que dizia’, enganado pelo ego e pelas vozes seculares, e que, infelizmente, morreu sem salvação. Estou, portanto, em luto com a morte de Saramago. Não porque o admirava ou porque existisse nele algo que despertasse minha atenção. Absolutamente não! Estou em luto porque, parafraseando John Donne, a morte de qualquer homem me diminui, afinal devo estar envolvido com a missão de levar todas as pessoas a Cristo, até mesmo os mais intransigentes. Portanto, os sinos também dobram por José Saramago.

Notas:

[1] José Saramago: O Factor Deus. Disponível em http://www.ufrgs.br/corpoarteclinica/obra/factor.prn.pdf. Acesso em 20/06/2010. Acesso em 20/06/2010.

[2] ____________: Saramago redime Caim em seu novo romance. Disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,saramago-redime-caim-em-seu-novo-romance,425649,0.htm. Acesso em 20/06/2010.

Postado originalmente em CPADNews / Enfoque Cristão

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O salmo 14 e a inteligência dos ateus

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, fevereiro 22, 2010 with 3 comments


As pessoas intelectuais também têm seus momentos de tolices. Mas, apesar de no Antigo Testamento encontrarmos vários termos com o sentido de tolo, nenhum deles é ligado ao raciocínio lógico de quem não crê na existência do Criador.

A sabedoria que mais importa para Deus é espiritual. Tiago, em sua carta, no capítulo 3.13-17., a descreve muito bem. A tolice é o inverso das descrições que o apóstolo fez.

No Salmo 14, o salmista comenta sobre as ações das pessoas que se apresentam como ateus, apontando-as como gentes néscias. O salmista faz o comentário sem criar elo com o Q.I. dos descrentes. A palavra insensato usada no versículo 1 refere-se às pessoas que cometem pecados terríveis, gentes que agem contra o Criador sem acreditar que estão agindo assim, porque realmente pensam que o Criador não existe.

Os indivíduos que não crêem na existência de Deus cometem atitudes consideradas arrogantes contra o Todo-Poderoso, como não levá-lo em conta, considerar que Ele não sabe de seus atos malignos e desconsiderar que o juízo divino lhes sobrevirá um dia.

Recentemente, ouvi a história de dois irmãos nascidos em berço cristão. O mais velho veio a crescer e nos bancos de uma faculdade virou ateu. O outro teve um futuro mais humilde e não teve a oportunidade de cursar nível superior.

- Vou ao bordel, quer vir comigo? – convidava o irmão ateu, fazendo gozação.

- Não, meu corpo é templo do Espírito Santo! – respondia o cristão, resoluto.

- Quer me acompanhar numa rodada de caipirinha ali no bar? - outro deboche ateísta.

- Não, meu corpo é templo do Espírito. Vá sozinho, se deseja mesmo ir.

Com o passar do tempo, o ateu casou-se. E um dia o cristão foi visitá-lo. Era uma casa num lugar pacato, com clima de interior, lugar onde quase não haviam novidades, lá todos os dias pareciam dias iguais. E numa determinada oportunidade ambos estavam na varanda da residência, que dava vista para um enorme terreno descampado, um vale verdejante cortado por uma pequena rua que separava a residência.

- Está vendo este lote de terra – disse o cristão, apontando ao vale verdejante, que aparentava ser lugar onde jamais haveria uma só habitação – ali será erguido um templo de adoração ao meu Deus. Você será o vizinho mais próximo dessa igreja e do seu quarto com portas e janelas fechadas ouvirá muitos hinos e muitas pregações.

O ateu zombou muito dele, chamando-o de louco. Alguns anos depois um pastor comprou aquele imóvel e sem muita demora, ali, no imenso campo aberto foi construída uma enorme igreja, templo-sede de um ministério evangélico pentecostal, onde passou a haver reuniões concorridíssimas, com afluência de muitas gentes de lugares distantes.

Hoje, tanto o ateu como o cristão estão em saudosa memória. Porém, Deus concedeu a ambos a oportunidade de ver o templo ser erguido. O cristão partiu para a eternidade primeiro, não viu o efeito de seu evangelismo na vida do irmão descrente. No leito de morte o ateu aceitou a Jesus Cristo.

Se os ateus acreditassem em Deus, não seriam tão escarnecedores como são. Pormenorizadamente, eles procurariam saber, que um dia Deus irá levá-los aos atos do Julgamento Final e os condenará. se não se arrependerem de seus pecados.

No Salmo 14 o salmista nos mostra que não existindo a noção de um Ser superior, que tenha a autoridade sobre nossas vidas para determinar o que devemos fazer, e, também para punir as transgressões cometidas pelos homens, a corrupção toma conta da humanidade, e a prática do bem se torna algo incomum entre todos.

O humanismo afasta boa parte das pessoas de Deus. Faz elas viverem segundo a perspectiva de um mundo que surgiu do acaso, faz elas crerem que a nossa existência se resume a esta vida, não existindo outra esperança para o ser humano no além-túmulo.

Diz o sábio em seu coração: Deus existe!

E.A.G.

+-

(A+) (A-)

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