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sábado, 27 de junho de 2015

O mendigo e o espantalho

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sábado, junho 27, 2015 with 1 comment
Por Eliseu Antonio Gomes

"O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem" - Cantares de Salomão 2.10.

"Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade" - Provérbios 5.18.

A cada dia que passa temos visto com mais ênfase determinadas alas da sociedade combaterem o conceito judaico-cristão da instituição familiar. Eu me refiro aos conceitos da monogamia e da heterossexualidade. Como disse Jesus na cruz aos seus algozes: eles não sabem o que fazem.

Nada melhor que, ainda na fase da juventude, receber o aconchego quente de um pai e de uma mãe, o abraço caloroso deles naqueles dias frios e as palavras doces de ânimo em tempos que estamos cansados das adversidades dessa vida, ter o conforto do aconselhamento e de uma direção se as dúvidas nos assaltam e levam embora a tranquilidade.

O Criador nos fez saber da importância da família ao pôr o Messias nos braços de Maria, ao colocar Maria ao lado de José como sua esposa. Como gente de carne e ossos, Jesus Cristo conheceu desde os primeiros minutos de vida a figura feminina ao ser embalado por uma mãe amorosa; e na fase de crescimento conheceu a figura masculina de um pai presente na pessoa do marido de sua mãe. O Filho do Altíssimo recebeu o apoio necessário do calor de uma família, aos moldes bíblicos, desde a mais tenra idade. Antes de conseguir equilibrar-se sobre os próprios pés, antes de ser capaz de andar sem cair, teve mãos masculinas e femininas o levantando todas às vezes que foi ao chão.

Quando chegamos na fase adulta, o Criador nos presenteia com a oportunidade de um encontro com a pessoa que será companhia para a formação de nossas próprias famílias. Como indivíduos maduros, física e psicologicamente, chegamos ao momento de formar o nosso Lar Doce Lar escolhendo alguém do sexo oposto para estar conosco o resto de nossas vidas.

Mas, é tão triste observar matrimônios que se desmancham por motivos banais. Os seguidores de Cristo devem continuar a segui-lo enquanto maridos e esposas, observando o que Ele disse: "Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" - Marcos 10.6-9.

É importante continuar a crer em Deus quando as crises na relação conjugal chegam. O Senhor nos indica procedimentos que consequentemente resolvem os problemas que enfrentamos, as orientações que Ele nos dá restabelece o convívio tranquilo em nossas casas. Se no círculo familiar o amor prevalecer entre as diferenças individuais de homem e mulher, as desavenças se dissiparão como a névoa desaparece ao raiar do sol.

A união entre os cônjuges é muito valiosa e jamais o marido e a esposa devem se esquecer desse valor. O matrimônio é a relação humana que precisa ser protegida mais do que se protege as grandes fortunas em cofres de instituições bancárias. Esta proteção se consiste em o marido cultivar ao longo dos anos o seu amor pela esposa, amá-la como ama a si mesmo; a esposa estar disposta a renovar diariamente o compromisso de acompanhar o marido, exercendo o encargo de auxiladora que Deus lhe confiou. Proteção exercida através da troca de gentilezas, por intermédio de diálogos, exercício do respeito e perdão mútuos.

Que cada cristão não permita que as crises sejam desculpas para a separação do casal. Que não se deixe levar por opiniões propagadas neste mundo, afirmações que desejam nos fazer crer que a satisfação em viver pode ser conhecida nas relações extraconjugais; que cada um de nós despreze o senso comum da sociedade que diz não existir alegria em manter fidelidade a pessoa com quem um dia casamos e dividimos o leito matrimonial.

E, nesta permanência do estilo de vida a dois estabelecido por Deus, que possamos ser genitor ou genitora que gerem filhos que venham a ter a consciência plena de que são almas que têm a liberdade de viver a vida intensamente, porém, um dia terão que prestar contas por tudo que fizerem (Eclesiastes 11.9-10).

"E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele..." - Gênesis 2.18.

"Deus faz que o solitário viva em família..." - Salmo 68.6 a.

"Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará" - Hebreus 13.4.

E.A.G.

Reflexão publicada originalmente no blog Belverede.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Testemunho de Cíntia Kaneshigue

Posted by Cíntia Kaneshigue on segunda-feira, setembro 29, 2014 with 1 comment



O meu testemunho de conversão foi a primeira coisa que publiquei no blog!!
Deus me tocou de colocá-lo a frente novamente, pois o nosso testemunho é forte, e não podemos deixá-lo cair no esquecimento. está bem resumido, mas acredito que os fatos importantes estão aí. Estes fatos ocorreram entre o ano de 2002 a 2005. J[á se passaram muitos anos, e eu glorifico a Deus por estar conosco aate hoje, ainda operando maravilhas no nosso meio.

Àquilo que Deus fez e faz na nossa vida, sempre vai ser importante lembrar!!!


Nasci em São Paulo, numa família católico-espírita, o que hoje em dia é muito comum, desde os meus oito anos, meu pai começou a jornada dekasegui,vindo para o Japão em busca de um futuro melhor para nós - somos em três irmãos - mas como o casamento de meus pais nao ia muito bem, depois de um certo tempo na terra do sol nascente, perdemos muito o contato.
Depois de dois anos a lei para a imigração mudou e meu pai voltou pois ele não é o descendente, a minha mãe é que tem a porção japonesa. Mas a volta não foi fácil pois as brigas dentro de casa eram frequentes.
Após dois anos do retorno de meu pai ao Brasil meus pais decidiram vir para o Japão de novo, juntos e nos deixar com a minha avó, eu estava com doze anos , o meu irmão com dez e a minha irmãzinha com apenas quatro anos. Nessa época a minha avó estava doente, mas nós não sabíamos e eu comecei a me revoltar.
Não aceitei a idéia de ficar com a minha avó e já estava entrando na adolescência, então dei muito trabalho a ela.
Um ano se passou e depois de uma bateria de exames descobriram que a minha avó estava com um tumor no cérebro, já não havia mais o que fazer, então a minha mãe voltou para cuidar dela, mas depois de meses ela morreu, foi muito triste. Comecei a me sentir culpada por ter dado tanto trabalho a ela, e me afundei no misticismo e na bruxaria, via coisas, tinha sonhos estranhos, e era muito estranha diga-se de passagem.
Perdemos contato com meu pai novamente, minha mãe entrou numa certa depressão e não conseguia trabalhar direito, então comecei a criar o meu mundo, tinha que ser responsável por todos, não podia chorar (só se fosse de raiva) e então arrumei um emprego com treze anos em uma loja de doces. E assim comecei a mandar na minha casa, ficava em poder do dinheiro, pagava contas, eu administrava a casa e era responsável por todos, a rebeldia da adolescência fugiu e deu lugar para o ar de mulher arrogante e prepotente, estudava e trabalhava, e ainda jogava beisebol e vôlei até os dezessete anos. E também crescia nos meu poderes mediúnicos a medida em que eu lia e me aperfeiçoava.
Nessa época, meu pai quis novamente vir para o Japão, a nossa situação já não era das melhores e depois de pensar um pouco, minha mãe achou que era a solução para os nossos problemas.
Mas tínhamos  um problema: EU não queria!!!
E isso foi péssimo para minha mãe que se acostumou a me ter a frente de tudo. Minha vida estava boa, eu tinha serviço fixo e bom, estava fazendo um cursinho na USP e namorando, não queria deixar a minha vida de lado por causa dos problemas da minha família, pela qual eu já havia sacrificado meus anos de adolescência (assim eu pensava). Mas minha mãe começou a fazer uma certa pressão psicológica, que me fez ceder, e de quebra, num egoísmo sem igual, me casei com um namorado só pra levá-lo comigo....Foi aí que tudo começou no Japão....

Bem comecei a minha jornada no Japão,trabalhando numa fábrica com muito brasileiros,onde rapidamente estava enturmada,com muitos amigos,logo já não precisava do meu namorado-marido,pois já estava me sentindo segura.Então começaram as brigas e a minha vontade de me lebertar dele e viver!Aqui no Japão os jovens alcançam uma independência financeira muito rápida, o que leva a maioria a rebeldia e ao vício também, porque você tem grana para bancar tudo.
Não estávamos acostumados a conviver com meu pai também,e logo começamos a brigar e ao longo de seis meses eu, na minha mais pura arrogância,pedi a ele que fosse embora de casa (nunca pude imaginar o estrago que fiz nos sentimentos dele), o que custou o distanciamento total dele conosco. Ao todo quase três anos sem comunicação.
Bem,logo depois disso,também me separei do meu marido,e as asas da liberdade não me fizeram muito bem, saía muito e torrava todo o meu salário em baladas, comecei a beber muito também. Depois troquei de serviço,e lá conheci um rapaz.
Ele não era o meu tipo, mas me chamou a atenção, descobri que ele era separado e que namorava uma moça japonesa, que ao meu ver na época não tinha graça nenhuma, e EU mais uma vez me achava bem melhor....
Então comecei a investir, coisa que nunca fiz antes, dei em cima mesmo até conseguir "ficar "com ele. Mas não contava que a dona da situação fosse se apaixonar, e eu cai na minha própria armadilha, porque ele era mais velho e conseguia me manipular, e assim comecei a sofrer muito.
Depois de seis meses morando junto, e brigando muito, eu engravidei, meio que de propósito...
Foi uma gravidez conturbada pois brigávamos muito e eu ia embora, depois eu voltava, depois ele ia embora e passado alguns dias voltava, era um 'inferno " a nossa vida!
A ex-esposa dele foi embora para o Brasil grávida de outro relacionamento também, mas depois do parto, por circunstâncias que não foram bem esclarecidas, ela morreu. E deixou quatro crianças, dois do seu casamento, e dois bebes recém-nascidos gêmeos do outro relacionamento.
Quando isso aconteceu meu filho estava com dois meses, e eu e o pai dele tínhamos acabado de reatar,  ele quis ir embora para o Brasil cuidar dos seus filhos, e conseguiu me convencer de ir junto. Voltei para o Brasil, fui parar em Rondônia, um lugar que eu não sabia nem onde ficava no mapa...Chegando lá minha vida deu uma virada de 360°, não conhecia ninguém, não sabia nem cuidar do meu filho, quem dirá mais cuidar de duas crianças que estavam totalmente abaladas pela morte da mãe.
Não preciso nem dizer que não deu muito certo...A situação piorou quando, meu "marido"foi trabalhar numa cidade vizinha e me deixou com as três crianças, ele só vinha para casa no fim de semana, e quando ele chegava chovia reclamações de ambas as partes, era insuportável para ele chegar em casa e ter que resolver os nosso problemas, então ele encontrou uma solução: não ir para casa!!! Ele passou a não voltar para casa nos fins de semana, e aí encontrou o que fazer por lá mesmo, academia, festas, e por fim outra mulher...Quando tudo começou a sair do controle, comecei a "mexer os pauzinhos", fazer simpatias para amarrar o marido, ir no centro-espírita para saber o por quê de tudo isso. Nada adiantou e ele acabou saindo de casa, separou os filhos, passando a guarda para a vó materna e me causando muito sofrimento, pois apesar das brigas, eu já estava muito ligada a eles. E eu revoltada, voltei a beber e sair, passei a largar o meu filho com as vizinhas para poder ficar a noite fora. Foi um desastre, estava me afundando completamente. Chegando no fundo do poço.
Até que um dia,alguém bateu na minha porta, era a Elizete , ela é cunhada da minha cunhada, me conhecia de vista, pois eu nunca tinha dado oportunidade para conversa, ela era crente, e eu tinha pavor de crente...Mas, quando eu estava na pior, ela, ispirada por Deus, me procurou querendo conversar, me estendendo a mão. Ela me trouxe a bíblia dela e perguntou se eu já tinha lido alguma vez e eu disse que não. Então ela me disse que todas as respostas que eu procurava estava ali, e como toda a minha macumba já tinha fracassado, resolvi "dar uma chance" pra Jesus. E por algumas semanas ela foi me visitar em casa e me esclarecendo dúvidas, até mesmo a maior, sobre a reencarnação, que está totalmente clara pra mim em hebreus 9:27 " E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo."
Depois disso,ela me convidou para participar de reuniões em sua casa, e o meu coração foi se abrindo por amor de Cristo, já não pensava em restaurar o meu relacionamento, só pensava em conhecer melhor a Jesus, pois estava apaixonada de novo, mas agora pela Pessoa certa!! Trabalhava numa loja de calçados e uma moça que trabalhava comigo me convidou para ir a igreja, e eu aceitei. Chorei do começo ao fim do culto, na verdade nem me lembro o que foi pregado, só me lembro de chorar como criança!
Aliás,esse hino me marcou muito naquele primeiro dia:
Quero ser como criança,te amar pelo que és,voltar a inocência,e acreditar em ti
Mas as vezes sou tentado,pela vontade de crescer,torno-me independente,e deixo de simplesmente crer.
Não posso viver longe do teu amor Senhor,não posso viver longe do teu afago Senhor,não posso viver longe do teu abraço Senhor.
Abraça-me,abraça-me,abraça-me com teus braços de amor!
Depois de me converter, Deus me enviou novamente ao Japão. Mas antes disso, me deu a oprotunidade de reatar laços com meu pai, de poder pedir perão e liberar o perdão em sua vida!
Quando cheguei ao Japão, me deparei com algo novo: do aeroporto até a casa da minha mãe, pude contemplar algo que parecia impossível, num país predominantemente budista, placas de igrejas evangélicas brasileiras espalhadas na cidade em que moro! Na hora, disse: Glória a Deus, e a minha mãe me disse, agora está cheio de igrejas aqui...E eu percebi que realmente o Senhor já havia preparado todo o caminho para eu trilhar.
Pisando em casa, dei de cara com o pai do meu filho, morando lá, com permissão da minha mãe.
Quando ele chegou no Japão, ficou em uma cidade distante dos nosso familiares e entrou em depressão, começou a dizer que ia se matar, bebia demais, então a minha mãe o acolheu em casa. Mas não adiantou muito, pois ela era viciada, e o levou para o mesmo caminho. Logo se envolveu com uma droga muito comum aqui,que vicia muito rápido e tem um poder de destruição devastador: o cristal.
Quando eu olhei ele na porta, muito magro e com os olhos arregalados, logo pensei: isso eu não quero mesmo pra minha vida! Deus me livra dessa!!!
Mas passando o primeiro impacto, começamos a conversar, e aos poucos o gelo foi quebrando, e ele tinha muita esperança em voltar comigo, ficou um ano morando na casa da minha mãe, me esperando, esperando ter uma última chance. Ele também se esforçou muito em se reaproximar do nosso filho, o que de fato amoleceu o meu coração.
Logo na primeira semana aqui, pedi que ele me levasse a uma igreja, e ele, incrédulo da minha conversão, me perguntou se eu estava levando mesmo isso a sério, e eu disse que sim, que era tudo na minha vida, então ele disse que não somente ia me levar, mas ia junto comigo ao culto. Meu coração pulou de alegria, mas não demonstrei reação nenhuma para ele. Nós fomos, ele ficou meio assustado com o meu modo de agir,e depois desse dia ele contou para a irmã e para a sobrinha dele que eu realmente havia me convertido.(detalhe muito importante: eles estavam desviados dos caminhos do Senhor.)
Então a sobrinha dele, começou a se aproximar para conversar de Deus, e depois de alguns dias organizamos um dia da semana para nos encontrarmos falar mais da palavra! Deus é tão perfeito, que antes de eu vir embora para o Japão, a Elizete me deu uma bíblia com estudos prontos, e então através daquele estudo da bíblia, começamos um grupo, eu, ela e o meu marido(sim,não aguentei muito tempo e depois de um mês,estávamos juntos novamente).
Ele continuou usando drogas, mas ouvia também a Palavra, me lembro de um dia em especial, em que depois de ter usado, ele não conseguia dormir, então sentou-se na sala e se pôs a ler a bíblia a noite toda!!
Em frente de casa morava um cabeleireiro crente e levita, casado, Elvis e Adriana, eu não conversava muito com ele, mas o filho dele, Marquinhos, toda vez que me via para fora vinha conversar comigo, e ficava me contando como havia sido o culto, e como tinha sido o churrasco da igreja, enfim ele não parava de falar, ele é um fofo! Enfim eu fiquei com vontade de ir lá, mas o casal mesmo não me convidava porque eu já estava indo em outra igreja, mas um dia amigos e irmaõs de igreja do casal d vieram cortar o cabelo, e enquanto um cortava, a outra moça, Michelle, me viu e veio conversar comigo, havíamos sido vizinhas, há muito anos atrás,quando estava grávida do meu filho, e ela se lembrava de mim, logo estávamos conversando e ela contou que tinha se convertido, e eu falei que também, e disse que tinha chegado havia pouco tempo e ainda estava visitando as igrejas, mas não tinha me firmado em nenhuma, então ela saiu correndo, e voltou com um convite da igreja, muito bonitinho, escrito "convite especial para você", pode parecer besteira, sei que havia milhares daqueles cartõezinhos escrito a mesma coisa, mas naquele hora, aqueles dizeres, pareceram ser exclusivamente para mim. E no mesmo dia fui a igreja. Entramos, o marido foi junto(muito louco diga-se de passagem), estava na hora do louvor, e eu senti a presença de Deus naquela hora,e tive a confirmação do Senhor,ali era o lugar que Deus tinha preparado para mim...

Naquele dia não me lembro da palavra, mas a emoção tomou conta de mim, então chorei muito durante o culto todo.
Depois dessa vez, o marido não quis mais ir. Mas eu continuei indo,e ele continuou usando droga!
Nós continuamos com um dia da semana para estudar mais a Palavra, e senti que estávamos sendo edificados, e pouco tempo depois, a minha cunhada, também começou a participar. Em pouco tempo começaram a ir,e o marido,por livre e espontânea pressão, abriu uma campanha para largar das drogas.
E esse é o relato dele: Depois de abrir a campanha,notei que todos os dias, o carro do pastor estava parado na igreja por volta das 6:00. Num sábado que fui trabalhar, terminei o meu serviço mais cedo, e junto com um colega marquei de ir buscar(droga). Antes de ir, fui até o banheiro, e enquanto estava lá, sozinho, me veio um pensamento :Aquele cara(o pastor)ora por mim todo dia, a Cintia também, e eu vou lá comprar, se eu não parar vou perder ela de novo e vou acabar com a nossa vida de novo.
 Mas mesmo assim fui buscar o bagulho, porque já tinha chamado o cara pra ir comigo. No caminho, comecei a pensar em Deus, e neste momento pedi a Ele que se realmente Ele existisse, se importasse comigo, que acontecesse algo que me impedisse de comprar.
No meio do caminho, liguei pro traficante pra marcar um lugar, e ele me falou que aquela hora não dava pra ele, e eu fiquei insistindo, dizendo que ele nunca tinha furado comigo, mas ele foi direto: Cara agora eu não posso sair daqui, mas se você quiser mais tarde..."Quando ele falou isso me veio na cabeça o que tinha pedido a Deus, então respondi que não queria mais e desliguei. Voltei pra trás e disse pro meu colega que não iria mais usar, ele riu e falou que já tinha ouvido isso de mim um monte de vezes.
Naquele dia cheguei em casa, e fui dormir, não falei com a Cintia, e acordei pra ir pra igreja. Lembro de ser a primeira vez que eu chorava lá dentro, as lágrimas escorriam e eu nem liguei se tinha alguém olhando, pedi pra Deus mais um sinal: que eu pudesse ajudar alguém com o dinheiro que ia usar droga, que Ele colocasse alguém no meu caminho. Quando acabou o culto um irmão da igreja que eu nunca tinha reparado veio e me pediu um favor para o dia seguinte, e eu falei que ia. No domingo acordei e fui lá para ajudá-lo, depois de um pouco de conversa ele me contou que estava passando por dificuldades, e sem pensar duas vezes peguei o dinheiro e dei a ele, que não sabia o que fazer começou a chorar e me agradecer, então contei a ele tudo que estava acontecendo e eu agradeci a Deus por tê-lo colocado no meu caminho. Cheguei em casa contei pra Cintia o que tinha acontecido,e que eu estava liberto das drogas."
Depois desse dia ele nunca mais usou e a vida dele e o nosso casamento foi restaurado,e a vida da minha família também.
Que Deus abençoe a sua vida meu irmão, e nunca perca a esperança,pois o nosso Deus é Deus do impossível!!
 

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Pai

Posted by Eliseu Antonio Gomes on terça-feira, junho 10, 2014 with No comments

Por Eliseu Antonio Gomes

Sobre a tão importante figura paternal, no Michaellis, dicionário em versão online, entre outras definições, lemos as seguintes:

• Homem que gerou um ou mais filhos;
• Genitor;
• Homem colocado no primeiro grau da linha ascendente de parentesco;
• Benfeitor;
• Protetor;
• Criador;
• Pai adotivo: aquele que, sem prole legitimada, adotou filho de outrem, que a ele se vincula por obrigação civil.

Na Bíblia Sagrada, Deus é apresentado como Pai, e apenas as pessoas que reconhecem a Jesus Cristo como Filho de Deus será salvo.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" -  João 3.16-18

"Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus" - 1 João 4.15. 

"Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?" - 1 João 5.5. 

A Bíblia, também, declara bênçãos ao ambiente familiar: felicidade, prosperidade e longevidade aos filhos que honrarem o pai que Deus lhes deu. Tratar com honra, é conviver-se bem, relacionar-se com modo digno, ser respeitoso tanto na presença quanto na ausência; manter o respeito em todo o tempo, prestar homenagem.

"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá" - Êxodo 20.12.

"Honra a teu pai e a tua mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor teu Deus" - Deuteronômio 5.16.

"Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra" - Efésios 6.2, 3.

E.A.G.

Fonte: Belverede

sábado, 10 de maio de 2014

Imagem: CJ

Sidnei Moura

Essa semana a Folha de S.Paulo publicou reportagem sobre  um grupo de mulheres, mães de filhos gays, que  gravaram um vídeo  (o qual também fiz questão de ver) falando sobre suas descobertas sobre a sexualidade de seus filhos e como reagiram ao saber que eles haviam assumido a condição de homoafetividade.

Nesse mesmo vídeo, uma das mães em questão responde a uma proposição dos produtores do vídeo em relação ao fato de algumas celebridades terem expressado recentemente que preferem que seus filhos sejam "machos" de fato, e não homossexuais, entre elas a cantora Claudia Leite.

Em uma colocação no mínimo infeliz, a mãe em questão ao referir-se a declaração de Claudia Leite de que preferiria que seu filho não fosse gay, afirmou que a declaração da cantora era resultado da provável ausência de amor materno genuíno.

Ora, o politicamente correto agora resolveu entrar na patrulha até das preferências e expectativas que pais e mães "fantasiam" para seus filhos quando antes e durante a gestação, ou logo após o nascimento e primeiros meses de vida, impondo a eles uma mordaça — a proibição de se expressarem em relação ao futuro que desejam para seus filhos, e por essa razão serem acusados de não possuir amor? É evidente que nem todas as "preferências" e "expectativas" dos pais em relação aos filhos são alcançadas ou realizadas de forma plena, assim como também expectativas e preferências não são por si mesmas uma forma de imposição — já na idade adulta (e foi assim que aconteceu também com a mãe autora da declaração infeliz!) os filhos poderão até mesmo se desvincular totalmente das preferências, expectativas e até de valores que lhes foram transmitidos, pois se tornarão livres para tanto. Se assim acontecer, continuarão sendo filhos amados por seus pais.

Na véspera do dia das mães, desejo com força que todas as mães "fantasiem" ao extremo em relação a desejos, preferências e expectativas quanto ao desenvolvimento pessoal, social, espiritual, psicológico e profissional de seus filhos. Se você acredita em princípios norteadores, faça-os valer na criação de seus filhos, expresse-os com liberdade e coloque-os em prática. Lá na frente, caso suas expectativas não tenham sido plenamente atendidas,não se preocupe: as marcas deixadas por você na condução e criação de seus filhos jamais desaparecerão. E caso hajam conflitos nesses resultados, apenas ame. O amor será capaz de harmonizar e colocar todas as coisas em seus devidos lugares. Ah, e não dê ouvidos aos patrulheiros inconvenientes. Eles fazem muito barulho e na maioria das vezes esquecem a essência dos conceitos de "liberdade" e "respeito" que se evidenciam no sentido de reconhecer o diferente em escolhas, preferências e comportamentos, e em acolhê-lo.

Sidnei Moura é licenciado em Letras e professor de Língua Portuguesa e literatura. É editor do blog Sidnei Moura, filiado à UBE - União de Blogueiros Evangélicos, e  reside em São Carlos - SP

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cemitério de Missionários

Posted by Sammis Reachers on sexta-feira, abril 26, 2013 with 3 comments

Uma análise do não ambiente missionário da grande maioria de nossas igrejas e lares.
Ensaio
João Luiz Santiago
Li há meses o relato de um missionário discorrendo sobre as dificuldades de seu ministério na Ásia. Ele atua num país islâmico que, apesar de não completamente fechado ao evangelho, há muitas desistências de obreiros em face das dificuldades encontradas. A região é considerada, em meios missionários, como “cemitério de obreiros” ou “cemitério de missionários”. Sabe-se também de realidades semelhantes em alguns países da América Latina.
Que interessante isso, denominarmos uma região ou área ministerial como “cemitério de missionários” devido as agruras e dificuldades do trabalho. É assim denominada porque muitos obreiros voltam prematuramente do campo, como que mortificando, assim, sua vocação ministerial missionária naquele lugar.
Realmente, a falta de frutos, perseguições, antipatias variadas, sacrifícios pessoais e familiares, etc. são elementos de desânimo e retorno prematuro do campo.
Motivado por isso, gostaria aqui de fazer uma reflexão a respeito.
Entre os indígenas das selvas amazônicas há uma experiência assemelhada, eu diria. Por exemplo, nossos filhos, em nossa experiência ministerial, e de muitos colegas que atuam entre povos indígenas isolados, deixaram de ter o convívio dos parentes, encontros familiares, datas especiais, etc. Nova língua (aliás, duas em nosso caso), cultura (idem), etc. foram desafios no norte do Brasil para nossa família, com uma diferença: sem os confortos de uma cidade e seus recursos e entreterimentos, mas em duas casas isoladas. Uma totalmente de madeira, fincada, literalmente, no meio da selva (1 hora e 15 min. de voo da cidade sede da Missão!), e a outra de pau-a-pique (feita de madeira, barro e areia) nas frias serras ao lado do Monte Roraima. Naquela, água só do rio ou da chuva e, nesta, do poço. Banho? no rio ou de chubalde…
Privações e vida simples foram comuns para nossa família, assim como o é para muitos missionários entre povos indígenas do Brasil, por exemplo. Obviamente, há também muitas vezes certas animosidades por parte do povo alvo, assim como perseguições variadas em suas sutilezas e metodologias oriundas de ONGs de “defesa dos direitos humanos”, órgãos oficiais e outros interesses bastante fortes como os de garimpeiros, madeireiros, fazendeiros, grileiros, etc.
Infelizmente, eu e minha esposa não pudemos ver de forma mais clara, enquanto no campo, o resultado do trabalho de nossas mãos. Outros colegas colheram e estão colhendo, o que outrora fora semeado, o que nos causa grande alegria. Que maravilha ouvirmos de muitos obreiros atuais que estão batizando aqueles que têm entregado suas vidas a Jesus; eu não tive o privilégio de batizar nenhum dos indígenas com os quais trabalhei por 14 anos. Louvado seja o Senhor!!! Aleluias pelo que tem acontecido atualmente, e já há alguns anos.
Pois é, essa é a realidade; é o ministério missionário entre indígenas amazônicos: sacrifícios, isolamento, perseguições, privações, comidas diferentes, insetos, animais peçonhentos, malária, rios encachoeirados, perigos mil… Tudo isso é parte do dia-a-dia de obreiros nas selvas. É inerente ao ministério, pura e simplesmente.
Mas espere! Na verdade, que sacrifícios são estes comparados aos pioneiros que desbravaram há cinquenta, setenta anos atrás aquelas selvas, se embrenhando por elas? Que sacrifícios são estes comparados ao esvaziamento de Jesus quando veio e habitou entre nós???
A expressão, “cemitério de missionários” é mais uma daquelas expressões que em nada contribui para o reino ou para novos missionários se juntarem à tarefa, seja em que campo de atuação for. Conheci obreiros que trabalharam com povos indígenas e que saíram do trabalho frustrados, tristes, desanimados, etc. e nem por isso há um cemitério de missionários nas selvas amazônicas. Aliás, considerando o ministério entre os indígenas do Brasil, especialmente da região da Amazônia Legal, poderíamos tomar emprestada esta expressão para fazer referência às dificuldades, limitações, sacrifícios e outras muitas palavras que descrevem os contextos ministeriais adversos entre esses povos que ali vivem. Mas isso seria bobagem!
A expressão “cemitério de missionários” para que serve??? Serve apenas para o contraproducente, o repelir novos obreiros; serve apenas para afagar a auto comiseração de muitos obreiros, ou o ego de missionários “Indiana Jones” às avessas. Bobagem!
Os cemitérios de missionários, se é que vamos usar tal expressão sensacionalista, estão muito longe dos campos onde os obreiros atuam, seja em que continente for. Cemitério de missionários são púlpitos estéreis de desafios missionários. São púlpitos covardes que não confrontam os membros da igreja para o envolvimento em missões. Isto sim, poderíamos chamar de cemitério de missionários.
Cemitério de missionários são pais egoístas que não liberam seus filhos e filhas para o serviço de Deus. Cemitério de missionários são pastores pequenos, fracos, covardes que não são capazes de abrir a Palavra e afirmar “… assim diz o Senhor…” sobre a necessidade de mais obreiros transculturais.
Cemitério de missionários são escolas de formação teológica onde a teologia é motivo de afastamento dos futuros formandos dos campos. É sabido, e tristemente atestado, que muitos alunos iniciantes sofrem de um acentuado arrefecimento de sua visão e vocação ministeriais missionárias à medida que avançam em seus estudos teológicos. São alvos (eu diria, vítimas) de professores que atribuem à teologia, ou a carreira ministerial, como ascensão acadêmico-social, um quase “plano de carreira academicista”. Por esta razão muitos egressos dessas escolas nem pensam em sair de um grande ou médio centro para plantação de igreja em regiões necessitadas. Nem mesmo pastorear um grupo menor ou mais afastado. Missões de ponta de lança? Nem pensar em tal coisa!!! São obreiros nati-mortos em termos missionários; isto, sim, é cemitério de missionários.
Que coisa triste, lamentável mesmo pois, quem é a “mãe da teologia” senão a revelação e comunicação de Deus a nós, (missões!) que, justamente, é o objeto da teologia?!
É lamentável também vermos igrejas que têm um potencial enorme para suprirem os campos missionários com seus rapazes e moças, mas que se contam nos dedos, quando muito, os que dali saíram para os “…campos brancos para a ceifa”.
Não é pequeno o número de pastores que não conseguem ver além do reino sectário de sua igreja e ou denominação. Há muitos pastores que conseguem motivar os seus jovens para carreiras profissionais, apoiá-los em seus cursinhos e faculdades, orar por eles ao serem aprovados no vestibular ou quando vão morar em outra cidade, estado ou país distantes. Mas não os motivam à carreira ministerial. Para esta última, há uma série de exigências a serem cumpridas para que tenham a aprovação da liderança. Exigências estas muitas vezes absurdas.
Líderes que agem como se fossem os donos da vocação ou do chamado de Deus para suas ovelhas; que tristeza!
Enquanto tal ocorre muitos jovens são arrefecidos em seu entendimento do serviço a Deus. Muitos nem mesmo ouvem de seus líderes, seja do púlpito ou em conversas pessoais, sobre a necessidade de exposição do evangelho entre os povos ainda não alcançados. Não são despertados para a verdade que o alcance desses povos depende do desprendimento de rapazes e moças que se lancem, depois de bem preparados, ao campo missionário.
E o que dizer de pais que projetam nos filhos seus sonhos frustrados de outrora?! Em consequência disso, só conseguem vislumbrar uma carreira secular promissora para seus filhos. Carreira esta que produzirá ganhos materiais e estabilidade financeira, pois não admitem seus filhos como obreiros do Senhor, missionários onde Deus os quiser conduzir. Muitos até mesmo querem fazer dos seus filhos esteios de sua velhice, onde a segurança futura é depositada no bom sucesso de suas crias.
Que desperdício de juventude, criatividade, vigor, inteligência, etc. se observa quando os pais não admitem que seus filhos sirvam ao Senhor. Muitos consideram isso até mesmo vexatório, humilhante, atestado de incapacidade. “-Meu filho, obreiro do Senhor, missionário??? De forma alguma! Ele será alguém na vida”. é a afirmação, normalmente não verbalizada, mas algumas vezes, sim, de muitos pais.
Quanta marginalização por parte de pais egoístas que não conseguem ser motivadores para que seus filhos encontrem plena realização no serviço do Mestre, na obra missionária.
Sim, há muitos cemitérios de missionários em muitos lares de pais crentes mas que pouco confiam no Senhor para a condução e direção dos seus filhos.
Infelizmente, há dois tipos de pessoas, onde os jovens que desejam servir ao Senhor, encontrarão dificuldades de darem cabo de sua vocação e decisão de servirem no campo missionário: os pastores e os pais. Estes por seus, basicamente, egoísmos e medos de deixarem Deus conduzir seus filhos. Aqueles por terem uma visão medíocre e, não raras vezes, orgulhosa, a tal ponto de se constituírem nos donos da vocação de suas jovens ovelhas.
Precisamos, obviamente, reverter este triste quadro, tanto o pastoral/eclesiástico quando o paterno/familiar. A obra missionária que está diante de nós não comporta pensamentos e atitudes tão pouco visionárias, egoístas e medíocres. A obra missionária a ser feita só poderá, efetivamente, acontecer com nova mão de obra. E esta se encontra, exatamente, dentro de nossos lares e de nossas igrejas.
Ser um engenheiro, médico, advogado, dentista, militar, etc. qualquer um pode ser e desempenhar uma ótima profissão, com testemunho relevante no tecido social onde trabalhará. Mas um obreiro de Deus, um missionário de dedicação exclusiva ao serviço do Senhor, é tarefa apenas para aquele que persistentemente assim decidir e lutar. Que não se conforma com o cemitério que há ao redor de si, em sua igreja e ou lar.
Estes lutarão e insistirão já em sua própria casa e igreja, pois são, geralmente, nesses ambientes onde encontrarão as primeiras e mais fortes contrariedades para prosseguir.
Muitos pastores e pais, em flagrante reflexo de falta de visão e compromisso sério e visionário com Deus, serão os primeiros a tentarem (e muitos o conseguirão) demover suas ovelhas e filhos dessa “loucura” de querer ser missionários.
Nossa família, filhos e nossas ovelhas são instrumentos do Senhor para o alcance dos perdidos sem o conhecimento de Deus. Mas para que nós, pais e pastores, saibamos conduzir tais instrumentos a efetividade ministerial, necessitamos usar mais adequadamente a autoridade que o Senhor nos delegou. Usá-la com visão larga e aberta das necessidades e oportunidades do campo missionário. Usá-la debaixo da dependência do Senhor desses campos e do Seu desejo em alcançá-los. Usá-la de forma menos egoísta e marginal, a fim de que nossas ovelhas e filhos vejam em nós o entendimento de serem eles a resposta de Deus aos campos.
Queridos, precisamos abrir mão dessa potencial mão-de-obra; precisamos dar direcionamento bíblico abalizado a ela; precisamos ser melhores mordomos das ovelhas de nossas igrejas e filhos de nossos lares.
Não podemos ser pás que trabalham com a morte num cemitério de missionários em nossas igrejas e lares.
Que sejamos aqueles que trabalham com a “puericultura missionária”. Aqueles que promovem e asseguram o nascimento e o desenvolvimento de visões saudáveis naqueles que o Senhor nos deu a liderar.
Que O Senhor nos ajude. E Ele assim quer!
Juntos com Jesus, o Missionário por excelência,
João Luiz Santiago
João Luiz, e Denise, sua esposa, são missionários da MEVA.
Trabalharam 14 anos entre os yanomamis e macuxis, no estado de RR.
Atualmente coordena o Dpto. de Missões do SBPV.
Seu filho, João Luiz (Joãozinho), é também missionário da MEVA entre os yanomamis.
Sua filha, Lara Luíza, com seu marido, André, se preparam para a obra.

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