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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Olha a cabeleira do Zezé

Posted by Wilma Rejane on quarta-feira, agosto 14, 2013 with 21 comments



Maya Felix


Cena um: Casal evangélico, homem pastor, mulher grávida, entra em aeronave da Azul. Senta-se no final. Cena dois: O deputado pró-lobby gay Jean Wyllys entra na mesma aeronave, com um assessor, e se senta um pouco mais à frente do casal evangélico. Cena três: Casal evangélico identifica o deputado e prontamente resolve ir até sua poltrona. Mulher pede para passageiro filmar o que irá acontecer em seguida. Cena quatro: Homem e mulher gritam: “É você, hein, Jean Wyllys?” Ato contínuo, começam a cantar, a plenos pulmões: “Olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é… BICHAAA!!!” A mulher tenta passar a mão na cabeça de Jean Wyllys e diz : “Não gosta de mulher, Jean? Por quê???” O pastor completa: “Vai pra nossa igreja que tem cura!” Logo depois, o casal evangélico grita: “Vamos aí, gente, todos juntos! Batendo palmas!” e recomeçam: “Olha a cabeleira do Zezé…” Jean Wyllys se sente desconfortável, finge que não é com ele, baixa a cabeça e tenta se concentrar na leitura da revista G Magazine que havia comprado na livraria do aeroporto. Mas o casal evangélico não para: “Deputadoooo… canta com a genteeee! Olha a cabeleira do Zezé…” O assessor do deputado, em vão, tenta protegê-lo das tentativas de toque da mulher, que continua querendo encostar a mão na testa do deputado. De repente, ela tira um vidrinho da bolsa, derrama uma parte do conteúdo na palma da mão e passa na testa de Wyllys: “É óleo para ungir você, rapaz! Larga essa bichice!” Jean Wyllys retira um lenço do bolso do paletó e tenta limpar o óleo da testa. Continua sem dizer nada, mas está visivelmente constrangido. 





Os passageiros, atônitos, assistem à cena sem fazer nada. O pastor ri alto e canta: “Só não vale dançar homem com homem, nem mulher com mulher…”. Cena cinco: A essa altura, uma mulher sentada logo atrás de Jean Wyllys se levanta e diz: “Chega! Vocês estão me incomodando! Assim não dá!” Cena seis: O casal evangélico decide, então, sentar-se em seu lugar. Mas continua a gritar, desta vez dizendo: “Ô Jean Wyllys, pode esperar, a sua hora vai chegar!!!” Repetem umas seis vezes o refrão e logo depois – sempre filmando, é claro – o pastor decide entrevistar um terapeuta cristão que, coincidentemente, estava no avião: “O senhor acha que o gay pode mudar a sua orientação sexual, se quiser?” FIM DO PRIMEIRO ATO.




Você conseguiu imaginar as cenas narradas acima? São bastante inverossímeis, não? Elas têm pouquíssimas chances de acontecer, pelo menos com um casal evangélico que seja de fato seguidor de Jesus. Talvez não por falta de vontade de “dar o troco”, afinal o deputado e pastor Marco Feliciano passou por constrangimento semelhante ao relatado acima no último dia 9 de agosto, a bordo de uma aeronave da Companhia Azul, indo de Brasília a São Paulo: Eric Corazza e Conrado Ribeiro fizeram com ele e um assessor o que, na hipotética situação que narro, o casal evangélico fez com Jean Wyllys. 

 
Episódio semelhante jamais aconteceria com o deputado ex-BBB porque os evangélicos sabem que escarnecer não é agradável a Deus, ainda que seja agradável à carne e tentador. Não vemos evangélicos constrangendo gays em suas marchas de “orgulho”. Tampouco vemos, em igrejas, predicações jocosas ou irônicas sobre o assunto. A prática homossexual é tratada como ela é: pecado. Pode ser que em algumas igrejas não tenha havido tato ou suficiente familiaridade com o assunto para que pessoas com tendências homossexuais fossem adequadamente encaminhadas a um diálogo cristão e à exortação amorosa e franca que recomendam a Bíblia. Mas nunca se tratou o assunto levemente, debochadamente, levianamente. As crenças dos cristãos, entretanto, são costumeiramente vistas com desprezo e tratadas com galhofa e desrespeito por militantes de causas gays, feministas e esquerdistas em geral.


Durante a Jornada Mundial da Juventude, da Igreja Católica, quem não se lembra dos dois jovens, Raíssa Senra Vitral e Gilson Rodrigues Silva Júnior, que, mascarados e seminus, quebraram imagens de santos católicos e simularam cenas de sexo com elas? Em 1995, o pastor Sérgio Von Hélder, da Igreja Universal do Reino de Deus, chutou a imagem de uma santa católica em rede nacional. Houve grande comoção pelo desrespeito à crença alheia. A Rede Globo de televisão, com interesses mais comerciais que religiosos, repetiu a cena ad nauseam. O mesmo não aconteceu com os dois jovens que quebraram as imagens durante a JMJ. Não houve nem mesmo uma tentativa de entrevistar a dupla. Por quê? Os dois homens que agrediram Marco Feliciano, soube-se depois, dizem não ser gays, como se isso eximisse a militância que faz lobby pró-gay de qualquer responsabilidade do acontecido. Ou diminuísse a gravidade do fato. Ou fosse motivo para não imputá-lo ao crescente ódio insuflado pela mídia contra os evangélicos e conservadores por grupos de pressão e lobby pró-gay.

Quando vi a cena, fiquei estarrecida. Não acreditei que a falta de respeito fosse chegar a esse ponto. Na verdade, fiquei furiosa e cheguei a trocar palavras destemperadas com defensores do ato em uma rede social. A banalização das atitudes totalitárias em nossa sociedade, fruto da imposição de uma visão como única possível sobre qualquer outra, faz com que não nos cause mais espanto a agressão, o escárnio, o vandalismo e a ironia barata, a crítica sem inteligência e o debate impositivo. Como os cristãos têm histórico de tolerância e bom trato, as cenas do início deste texto provavelmente não acontecerão. Já as cenas de desrespeito vistas contra evangélicos se multiplicam em progressão geométrica, aparentemente sem a reação do restante da sociedade. Lembra-me a perseguição nazista aos judeus: começou com atos públicos de hostilidade, terminou onde todos conhecemos bem. Em 2014, políticos de partidos que sustentam esses desrespeitos e atos de barbárie, como PT, PSOL, PC do B, PDT e PSTU, pedirão o voto dos evangélicos. O que você vai fazer?
*Texto escrito em 11/08/2013. Meu agradecimento a Rodrigo Magaldi Merlino, por me ajudar com alguns dados.






 
 Maya Felix é colaboradora do blog UBE - twitter @mayafelix

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Evangélicos atacam gays durante marcha em Brasília! Como assim?

Posted by Wallysou on sexta-feira, junho 07, 2013 with 3 comments

Estadão, está-tadinho, ex-tadão ou já-deu?

Evangélicos atacam gays durante marcha em Brasília! Como assim?


Infelizmente, a grande mídia no Brasil está tomada por pessoas que tentam manipular, a todo custo, a opinião pública a seu favor. Todavia, isso é um grande tiro no pé a médio e longo prazo, pois mina sua credibilidade e lança na sarjeta um histórico de dezenas de anos de serviços prestados, no passado, por tais veículos de comunicação.

É o que podemos dizer do título que abre o post, retirado de um artigo do Estadão, que parece estar pavimentando a estrada de sua perdição (só para rimar), ao limar sua credibilidade junto ao público leitor. Observe o título do artigo:

Evangélicos atacam gays durante marcha em Brasília

Agora, tente achar na matéria (linkada mais abaixo) onde se deram esses ataques, como ocorreram e perpetrados por quem. Você não acha, simplesmente porque os evangélicos que participaram da referida marcha NÃO atacaram os gays. Então, o que foi que eles fizeram que justificasse esse título? Nada, em termos de violência, que justificasse o uso do termo "ataque". Qual é, então, a explicação?

A explicação é a seguinte: eles CRITICARAM o ativismo gay. Só isso: discordaram publicamente das bandeiras defendidas pelos homossexuais. Agora, criticar é ATACAR? Desde quando? Desde que o ativismo gay ganhou destaque na mídia, a ponto de deturparem fatos e distorcerem falas e situações para manipularem a opinião pública. Se é, o que dizer das críticas e paródias dos gays contra o cristianismo, especialmente nas paradas gays, é o quê?

Então, Wallace, você quer dizer que não teve paulada, voadora, pédovido, pescoção ou rasteira dos evangélicos contra os gays? Não. Nem um beliscãozinho, de leve, unha quebrada ou puxão de cabelo? Não. "Tu tá de brincadeira comigo?" Não, eu não, mas o Estadão. Aff... eu mereço.

Você consegue perceber que o Estadão, por esse título, está tentando impingir a pecha de "homofóbicos" (o movimento gay usa o termo pejorativamente, no sentido de incitador de violência contra gays) nos evangélicos, apenas por sua opinião discordante? Na verdade, o título é uma comprovação de que a liberdade de opinião está, de fato, em risco com o andamento da agenda gay no Brasil, mormente com a iminente tentativa de aprovar, segundo garantiu o sen. Renan Calheiros, o PLC 122, também conhecido por "mordaça gay".

Leia a matéria e tente encontrar uma justificativa para o título. Eu não achei. Como bem disse o jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog, citado pelo Eliseu em seu post sobre a Marcha ocorrida no dia 05, quarta próxima passada, o título claramente distorce os fatos, referindo-se a outro texto de mesmo teor.

A cara-de-pau do Estadão é tão grande (ou falta de criatividade e competência, ou os dois, vai saber...) que colocaram praticamente o mesmo texto com dois títulos diferentes, sendo o primeiro esse que citei e o outro o que o Reinaldo comentou em seu blog, cujo título é:

Em ato contra gays, Silas Malafaia diz que união homoafetiva é crime

O conteúdo é praticamente o mesmo, mudando pouca coisa, ambos de autoria de Eduardo Bresciani, pode comparar (a não ser que mudem depois). Qual o problema com esse título? Que o pastor Silas NÃO disse isso que o título afirma! 

O link para ambos está aqui (do ataque) e aqui (do crime). Eis abaixo o conteúdo do primeiro (do ataque), e compare com o que foi copiado no blog do Reinaldo (do crime), que você poderá ler clicando aqui, note as semelhanças, a má-fé dos títulos e tire suas próprias conclusões:

EDUARDO BRESCIANI - Agência Estado 
Milhares de evangélicos participaram nesta tarde de uma manifestação em Brasília, convocada por pastores e liderada por Silas Malafaia, em defesa da liberdade religiosa. Pastores e políticos discursaram durante toda a tarde com ataques ao movimento LGBT, ao governo federal e ao poder Judiciário. A assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que às 18 horas a estimativa era de um público de 40 mil pessoas. A organização estimou em 70 mil o número de presentes e informou ter gasto R$ 500 mil na realização do evento, incluindo propagandas televisivas convocando o público. A Associação Vitória em Cristo arcou com os custos. 
Principal organizador do evento, o pastor Silas Malafaia foi quem falou por mais tempo e fez o discurso com mais ataques aos "adversários" dos evangélicos. Ele começou com diversas críticas ao que chamou de "ativismo gay", em referência ao movimento LGBT. 
"O crime de opinião foi extinto e o ativismo gay quer dizer que a minha opinião sobre a união homoafetiva é crime. [meu comentário: se foi dessa parte, o problema foi de baixa capacidade de interpretação. Ou, então, má-fé mesmo] Nos chamam de fundamentalistas, mas eles são fundamentalistas do lixo moral, o ativismo gay é o fundamentalismo do lixo moral", afirmou Malafaia. "Tentam comparar com racismo, mas raça é condição, não se pede para ser negro, moreno ou branco. Homossexualidade é comportamento. Ninguém nasce homossexual", complementou. 
Malafaia criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por terem "na caneta" aprovado a união civil entre pessoas do mesmo sexo e obrigar cartórios a registrar o casamento gay. Criticou ainda o governo pela indicação de Luís Roberto Barroso para o STF por ele já ter defendido a legalização do aborto. Atacou ainda o PT destacando o julgamento do mensalão e sugerindo que a indicação de Barroso poderia ter como objetivo absolver os condenados. "O povo quer ver os mensaleiros na cadeia", disse. Encerrou destacando ser o objetivo do evento mostrar a força dos evangélicos. "Esse nosso evento é um ensaio, um exercício de cidadania. Não somos cidadãos de segunda classe, vamos influenciar a nação". 
Feliciano é ovacionado 
Um dos mais ovacionados pelo público foi o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da comissão de Direitos Humanos da Casa. Ele citou em seu discurso os ataques que sofreu desde que assumiu a comissão. "Depois de 90 dias no vale da sombra, das mortes, estou aqui para dizer que represento vocês", disse Feliciano. Ele afirmou ainda que a "família" tem de vir antes do governo e da sociedade e concluiu seu pronunciamento dizendo esperar pela eleição de um presidente da República evangélico. 
Outro tema que motivou protestos de vários dos convidados a discursar foi o projeto que criminaliza a homofobia, em tramitação no Congresso. O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que há um objetivo de criar uma "casta de homossexuais" e garantiu que a bancada evangélica não deixará essa proposta ser aprovada.
Observação: não sei se o autor da matéria é também o responsável pelo título. Eu acredito que não, porque ele não seria tão sem noção de fazer isso com sua própria matéria. Espero não estar enganado. Mas, a considerar a matéria, bem escrita e com um mínimo de imparcialidade, não acho que o título tenha sido idéia dele, Bresciani.

O que o futuro nos reserva?


O que, na prática, isso significa? Que estão tentando manipular a opinião pública com distorção de fatos e falas. Infelizmente, não são todos que leem os artigos na íntegra e muitos ficam apenas no título, já creditando a ele uma aura de confiança. E, mesmo os que leem o artigo todo, não percebem a sutileza do título, quase como uma mensagem subliminar.

E o que podemos esperar, diante disso? Que, de fato, o pastor Silas e demais organizadores da Marcha estão certos ao afirmarem que nossa liberdade de expressão está sob risco. E, fazendo coro com eles está o próprio Reinaldo Azevedo, entre outros. Isso é um fato cristalino, e essa manipulação de manchetes jornalísticas demonstra claramente isso.

Também devemos esperar outras e piores distorções no futuro, e precisamos estar preparados para responder a elas de forma convincente. Isso também deixa claro as armas utilizadas por eles, tais como a distorção, a difamação, a acusação leviana e infundada, entre outras. Não causa surpresa, já que são as mesmas armas utilizadas pelos filhos das trevas desde a época de Daniel, Neemias, Mardoqueu, Jesus, Paulo... a lista é longa.

Estejam preparados: isso é apenas o princípio das dores, e o pior ainda está por vir.

O que podemos fazer?


Além de nos prepararmos e nos conscientizarmos que o pior ainda está por vir, pouca coisa poderá ser feita para evitar isso. Mas, se você estiver disposto a fazer algo, vou lhe dar algumas sugestões. Todavia, fique sabendo que será muito esforço para pouco resultado. E saiba também que esses resultados demorarão a aparecer. Vamos lá:

1. não engula matérias só pelo título, saiba ler com espírito crítico e ponderar o que foi dito, comparando o que é dito com o que é na realidade. Os bereanos agiram assim e foram chamados de "mais nobres". É o mínimo que você pode - e deve - fazer: ter uma atitude de nobreza, com espírito de discernimento (senso crítico).

2. procure conscientizar outras pessoas da manipulação que querem e estão tentando fazer com a opinião pública, distorcendo fatos e rotulando os crentes como intolerantes, como quis dizer o título de que o pastor Silas havia dito que a união homo-afetiva era crime, ou como homofóbicos, ou seja, que são violentos e apóiam a violência contra gays, como quis dizer o título do artigo que os evangélicos "atacaram" os gays.

Para uma visão real e direta do que é homofobia (e porque discordar da prática homossexual NÃO é homofobia), recomendo a leitura do artigo do rev. Hernandes Dias Lopes, publicada em meu blog: Homofobia, colocando os pingos nos i's!

3. produza e compartilhe textos esclarecedores sobre o tema, desmascare as tentativas de manipulação, exponha os truques diabólicos na mídia e aja com ousadia para tentar barrar a manipulação das massas com esse tipo de desinformação. Existem muitas páginas no facebook que estão sendo usadas para isso, onde desmontam esse tipo de farsa com inteligência e criatividade. 

Curta e compartilhe os bons posts dessas páginas. Uma das que gosto e recomendo é a página Anti-Neo Ateísmo e, através dela, você encontrará outras igualmente interessantes e inteligentes, que estão mostrando a verdadeira face (com trocadilho... risos) da ideologia dominante no Brasil. Outra página interessante é Meu Professor de História Mentiu Para Mim, que se destina a desmontar certas falácias que dominam o senso comum, maculado pelo "politicamente correto".

4. não desanime ao não ver - aparentemente - resultados para seu esforço. O que estamos vivendo hoje é o resultado direto de anos e anos de omissão cristã na cidadania, política, produção intelectual e várias outras áreas que deixamos ser tomadas, aos poucos, pela ideologia esquerdista que domina a cultura do Brasil.

Mas, existem algumas iniciativas, ainda tímidas é verdade, de que está ocorrendo um "avivamento" ou despertamento social para resistir e combater o domínio ideológico esquerdista que hoje impera. Faça sua parte e não se omita. O futuro depende, literalmente, de sua atitude no presente.

5. não perca a esperança. Isso pode ser um claro indício de que a volta do Senhor está próxima. Até lá, batalhemos com galhardia enquanto tivermos fôlego. Quando a situação fugir de nosso controle e não tivermos para onde correr, o Senhor virá em nosso socorro. Todavia, enquanto pudermos fazer algo, Ele não agirá. E nós ainda podemos fazer alguma coisa. 

6. escolha melhor seus representantes políticos. Infelizmente, os cristãos, de modo geral, escolhem mal seus representantes políticos. A culpa é de uma série de fatores, retro-alimentados pelo próprio sistema. Procure conhecer as pessoas por trás do rótulo. Não acredite nos "santinhos", sejam eles de papel ou do pau oco. Vote em candidatos que sejam íntegros e que tenham uma plataforma política consistente com seus valores (os seus e os dele).

Vai ser trabalhoso, dificultoso e, talvez, desanimador. Mas, pelo menos, você não estará contribuindo para piorar as coisas. Sim, pode piorar. E, do jeito que as coisas estão indo, vai. Outras tragédias, como a de Santa Maria, poderão acontecer na Copa ou nas Olimpíadas. Principalmente se continuarmos a eleger condenados para os mais altos cargos da nação.

Entenda a importância de seu voto lendo meu artigo sobre A Armadilha do Voto Ideológico, que desnuda uma estratégia política em curso no país e, diga-se de passagem, que está dando certo, até agora. Se estiver com tempo - e curiosidade - de sobra, não deixe de ler.

Conclusão


Se podemos fazer algo, mas não o fizermos, as consequências virão, e será nossa responsabilidade e, ainda, seremos cobrados por isso. Além, claro, de sofrermos por nos omitirmos. Em suma: sofreremos de qualquer jeito: ou lutando ou calando. A diferença é que lutando, deixaremos um legado de honra, ao invés do triste e vergonhoso exemplo de covardia.

O que você vai escolher fazer? Lutar - não no sentido de atacar fisicamente, mas se posicionar e defender seus valores - ou se omitir? Por causa da omissão de muitos, no passado, nosso presente está sob risco. Se cometermos o mesmo erro, o futuro de nossa nação estará, quem sabe, fadado a tragédia. E a culpa será minha, sua... será nossa.

Qual será sua escolha? Sua resposta ditará o futuro que queremos e que poderemos ter.

Escolha bem, e o futuro nos mostrará de que lado você decidiu ficar.

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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Daniela Mercury, obrigado!

Posted by Wilma Rejane on sexta-feira, abril 12, 2013 with 6 comments


Rev.Ageu Magalhães
Blog Resistência Protestante



Na semana passada a cantora Daniela Mercury atraiu a atenção da imprensa, que é, digamos, bem simpática ao homossexualismo, ao publicar fotos de seu namoro com uma mulher. O que achei muito interessante (e por isso meu agradecimento no título do post) foi que Daniela, sem querer, mostrou que homossexualismo não é predeterminação genética, mas opção de comportamento. Explico melhor: Daniela casou-se aos 19 anos de idade com um homem e, com ele, teve dois filhos. Ficou casada com este homem durante 12 anos. Tempos depois, casou-se com outro homem, nove anos mais novo que ela, com quem ficou casada por 3 anos.

A questão é: Se Daniela Mercury nasceu homossexual, por que insistiu tanto na heterossexualidade, vivendo durante 15 anos com homens? Teria ela agido contra a própria natureza, violentando seus desejos homossexuais e submetendo-se a uma união infeliz? Certamente não.

Quando olhamos para o homossexualismo do ponto de vista bíblico entendemos melhor o que acontece. Homossexualismo é prática pecaminosa. E para aderir a uma prática pecaminosa, não é necessário ter propensão genética. Basta ter propensão ao pecado. E isso todo o ser humano tem! De modo que é completamente possível a um heterossexual ter práticas homossexuais e, a um homossexual ter práticas heterossexuais. A natureza caída potencializa o ser humano à prática pecaminosa sexual. Daniela Mercury é um exemplo claro disso.

O anúncio de Daniela coincide com o lançamento do livro do psiquiatra Flávio Gikovate "Sexualidade Sem Fronteiras". Gikovate não é cristão e não advoga os padrões morais bíblicos, todavia, o bom senso o leva a algumas perspectivas. Ele diz em uma entrevista que, no futuro, "as pessoas não precisarão mais se definir como portadoras de uma orientação sexual definitiva, que nunca muda ao longo da vida. A derrubada do muro permite aos habitantes de um lado migrar para o outro - e vice-versa - quantas vezes isso lhes parecer razoável e adequado".

É claro que a perspectiva deste psiquiatra é totalmente pecaminosa, mas concorda com ponto que estamos defendendo: Homossexualismo é escolha. Aliás, do ponto de vista bíblico, é mais que escolha. É condenação, por consequência do afastamento de Deus. Em Romanos 1.26,27 nós lemos: "Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro." Pessoas distantes de Deus terão propensão maior a uma vida pecaminosa, tanto na área sexual quanto em qualquer outra.

Mas, e aqueles indivíduos que nascem com certa propensão ao homossexualismo? Meninos com preferências mais femininas e meninas com jeito masculinizado? A resposta é que propensão ao pecado, todos nós temos. O fato de um garoto nascer com uma propensão maior à mentira, não o justifica para ser um mentiroso. Uma garota que nasça com propensão maior à violência, não a torna, automaticamente, uma assassina. A natureza caída nos tornará propensos a determinados pecados, mas nem por isso devemos nos render a eles. A comunhão com Deus nos liberta destas propensões e nos dá uma vida de castidade e santificação. Neste sentido, veja abaixo alguns versículos libertadores:

"Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça." Romanos 6.12-14
"Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; e, uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, por causa da fraqueza da vossa carne. Assim como oferecestes os vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade para a maldade, assim oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação." Romanos 6.17-19

"Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas. Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou..." Colossenses 3.1-11
"Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação. Dessarte, quem rejeita estas coisas não rejeita o homem, e sim a Deus, que também vos dá o seu Espírito Santo." 1 Tessalonicenses 4.3-8

"Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus." 1 Coríntios 6.9-11

"Fugi da impureza. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo. Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo." 1 Coríntios 6.18-20

"Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro." 1 João 2.1,2

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Falta de Respeito da Revista Placar ao Publicar Neymar como Cristo

Posted by Wilma Rejane on terça-feira, outubro 02, 2012 with 7 comments



Por Valmir Nascimento
E Agora, Como Viveremos?
A falta de originalidade e imbecilidade da mídia brasileira parece não ter limites. A última prova disso vem da revista Placar. De acordo com matéria publicada pelo site Gospel Prime, a capa da revista do mês de outubro traz o jogador Neymar crucificado ligando as críticas que o atacante do Santos tem recebido com a condenação popular que levou Jesus Cristo para a cruz.
Segundo a publicação, “o diretor da revista, Maurício Barros, explica a intenção dessa capa chamativa dizendo que a matéria vai questionar a fama de vilão atribuída ao atleta. “Ele é o jogador mais caçado do futebol brasileiro e acabou virando o vilão, o cai-cai”, explica”.

É lastimável o que uma revista como a Placar pode fazer para chamar a atenção dos leitores. Mais lastimável ainda é o fato do Sr. Neymar, que se diz evangélico, aceitar uma publicação como esta. A falta de vergonha e de bom senso não tem limites dentro de uma sociedade de marketing e de espetáculo.

Fazendo uso da liberdade de expressão, repudio a publicação da revista Placar pela falta de respeito religioso e a exposição ao ridículo  do símbolo do Cristianismo, que é a crucificação de Cristo.

É uma zombaria gratuita e desnecessária.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Por que os tribunais brasileiros têm crucifixos?

Posted by Wallysou on quinta-feira, março 15, 2012 with 1 comment
De todos os argumentos em prol da manutenção dos crucifixos em repartições públicas, este eu ainda não conhecia. E, de longe, achei o melhor, principalmente no contexto histórico da decisão da retirada de crucifixo pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Uma verdadeira aula de história e coerência.

Às vezes, eu me pergunto: o que alguém poderia temer se fosse julgado pelos critérios bíblicos? Deveria temer que a justiça fosse feita, se ele fosse culpado! Em um país enlameado permeado pela impunidade, isso é algo que traz arrepios a muitos.

Rir-dícula a nossa in-justiça...

Tempos apocalípticos

Por Paulo Brossard, ex-ministro do STF, no Jornal Zero Hora.

Minha filha Magda me advertiu de que estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos darmos conta; semana passada, certifiquei-me do acerto da sua observação, ao ler a notícia de que o douto Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado, atendendo postulação de ONG representante de opção sexual minoritária, em decisão administrativa, unânime, resolvera determinar a retirada de crucifixos porventura existentes em prédios do Poder Judiciário estadual, decisão essa que seria homologada pelo Tribunal. Seria este “o caminho que responde aos princípios constitucionais republicanos de Estado laico” e da separação entre Igreja e Estado.

Tenho para mim tratar-se de um equívoco, pois desde a adoção da República o Estado é laico e a separação entre Igreja e Estado não é novidade da Constituição de 1988, data de 7 de janeiro de 1890, Decreto 119-A, da lavra do ministro Rui Barbosa, que, de longa data, se batia pela liberdade dos cultos. Desde então, sem solução de continuidade, todas as Constituições, inclusive as bastardas, têm reiterado o princípio hoje centenário, o que não impediu que o histórico defensor da liberdade dos cultos e da separação entre Igreja e Estado sustentasse que “a nossa lei constitucional não é antirreligiosa, nem irreligiosa”.

É hora de voltar ao assunto. Disse há pouco que estava a ocorrer um engano. A meu juízo, os crucifixos existentes nas salas de julgamento do Tribunal lá não se encontram em reverência a uma das pessoas da Santíssima Trindade, segundo a teologia cristã, mas a alguém que foi acusado, processado, julgado, condenado e executado, enfim justiçado até sua crucificação, com ofensa às regras legais históricas, e, por fim, ainda vítima de pusilanimidade de Pilatos, que tendo consciência da inocência do perseguido, preferiu lavar as mãos, e com isso passar à História.

Em todas as salas onde existe a figura de Cristo, é sempre como o injustiçado que aparece, e nunca em outra postura, fosse nas bodas de Caná, entre os sacerdotes no templo, ou com seus discípulos na ceia que Leonardo Da Vinci imortalizou. No seu artigo “O justo e a justiça política”, publicado na Sexta-feira Santa de 1899, Rui Barbosa salienta que “por seis julgamentos passou Cristo, três às mãos dos judeus, três às dos romanos, e em nenhum teve um juiz”… e, adiante, “não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados”.

Em todas as fases do processo, ocorreu sempre a preterição das formalidades legais. Em outras palavras, o processo, do início ao fim, infringiu o que em linguagem atual se denomina o devido processo legal. O crucifixo está nos tribunais não porque Jesus fosse uma divindade, mas porque foi vítima da maior das falsidades de justiça pervertida.

Não é tudo. Pilatos ficou na história como o protótipo do juiz covarde. É deste modo que, há mais de cem anos, Rui concluiu seu artigo, “como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde”.

Faz mais de 60 anos que frequento o Tribunal gaúcho, dele recebi a distinção de fazer-me uma vez seu advogado perante o STF, e em seu seio encontrei juízes notáveis. Um deles chamava-se Isaac Soibelman Melzer. Não era cristão e, ao que sei, o crucifixo não o impediu de ser o modelar juiz que foi e que me apraz lembrar em homenagem à sua memória. Outrossim, não sei se a retirada do crucifixo vai melhorar o quilate de algum dos menos bons.

Por derradeiro, confesso que me surpreende a circunstância de ter sido uma ONG de lésbicas que tenha obtido a escarninha medida em causa. A propósito, alguém lembrou se a mesma entidade não iria propor a retirada de “Deus” do preâmbulo da Constituição nem a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro durante os dias e todas as noites.


Postou wally, do blog Desafiando Limites.

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

O Crescimento da Cristofobia

Posted by Wilma Rejane on sábado, fevereiro 25, 2012 with 2 comments



Jornal do Brasil 
Ives Gandra


Ayaan Hirsi Ali publicou na revista Newsweek, de 13 de fevereiro passado, artigo fartamente documentado sobre a guerra que os países islâmicos estão desencadeando contra os cristãos, atingindo sua liberdade de consciência,  proibindo-os de manifestarem sua fé e assassinando quem a professa individualmente ou mediante atentados a Igrejas ou locais onde se reúnam.


Lembra que ao menos 24 cristãos foram mortos pelo exército egípcio, em 9 de Outubro de 2011; que, no Cairo, no dia 5 de Março do mesmo ano, uma igreja foi incendiada, com inúmeros mortos; que, na Nigéria, no dia de Natal de 2011, dezenas de cristãos foram assassinados ou feridos, e que no Paquistão, na Índia e em outros países de minoria cristã a perseguição contra os que acreditam em Cristo tem crescido consideravelmente. Declara a autora que “os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010”. E conclui seu artigo afirmando que, no Ocidente, “em vez de criarem-se histórias fantasiosas sobre uma pretensa “islamofobia”, deveriam tomar uma posição real contra a “Cristofobia”, que principia a se infestar no mundo islâmico. “Tolerância é para todos, exceto para os intolerantes”.

Entre as sugestões que apresenta, está o Ocidente condicionar seu auxílio humanitário, social e econômico a que a tolerância para com os que professam a fé cristã seja também respeitada, como se respeita, na maioria dos países ocidentais a fé islâmica.

Entendo ser o Brasil, neste particular, um país modelo. Respeitamos todos os credos, inclusive aqueles que negam todos os credos, pois a liberdade de expressão é cláusula pétrea na nossa Constituição.Ocorre, todavia, que as notícias sobre esta “Cristofobia islâmica” são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam. Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa.

Perseguição aos cristãos em Orissa -2008


Quando da Hégira, em 622, Maomé lançou o movimento islâmico, que levou à invasão da Europa em 711 com a intenção de eliminar todos os infiéis ao profeta de Alá. Até sua expulsão de Granada — creio que em 1492 — os mulçumanos europeus foram se adaptando à convivência com os cristãos, sendo que a filosofia árabe e católica dos séculos 12 e 13 convergiram, fascinantemente. Filósofos de expressão, como Santo Tomas de Aquino, Bernardo de Claraval, Abelardo, Avicena, Averróes, Alfa-rabi, demonstraram a possibilidade de convivência entre credos e culturas diferentes.

Infelizmente, aquilo que se considerava ultrapassado reaparece em atos terroristas, que não dignificam a natureza humana e separam os homens, que deveriam unir-se na busca de um mundo melhor. Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda, até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens. É a melhor forma de não se incubarem ovos de serpentes, prodigalizando auxílios que possam se voltar contra os benfeitores.
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domingo, 11 de dezembro de 2011

Jean Wyllys: o peixe fora dágua que pensa liderar cardume em mar alto

Posted by Eliseu Antonio Gomes on domingo, dezembro 11, 2011 with No comments
Senadora Marta Suplicy versus Deputado Federal Jean Wyllys.
A Senadora Marta Suplicy retirou PLC 122/2006 da mesa de votação na Comissão dos Direitos Humanos (CDH), no Senado, onde seria votado na última quinta, dia 8. Após retirar o projeto para reexaminá-lo, ela que é a relatora do mesmo, foi severamente criticada por ativistas gays que não concordaram com as alterações feitas. Uma das críticas mais pesadas partiu do Deputado Federal Jean Wyllys, que afirmou que as alterações de Marta Suplicy tornaram o projeto inócuo. Suplicy respondeu na mídia que as mudanças são acertos.

Segundo a imprensa escrita, a sessão foi conturbada. Houve troca de xingamentos e ofensas entre o Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a Senadora Marinor Brito (PSOL-PA), o projeto saiu de pauta sem previsão de retorno.

Sabemos bem quem é Marta Suplicy. Mas quem é Jean Willys?

Sugestão ao leitor eleitor: nas próximas eleições, não vote em Jean Wyllys e nem em nenhum candidato que esteja ligado ao partido que Jean Wyllys estiver ligado, e também não vote no partido em que ele estiver. Continue lendo e entenderá o motivo.

Deputado Federal obscuro (PSOL-RJ), homossexual e ativista gay, eleito por uma minoria inexpressiva de votos. Distante estrelinha cadente que surgiu no cenário nacional através da subcultura reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo. Candidato eleito indiretamente graças a gambiarra do Voto Proporcional. Está legislando por causa do alto número de votos do seu partido para outros candidatos. O eleitorado brasileiro não quis elegê-lo. Ele está em Brasília com número baixíssimo de votos, péssima representação das urnas.

Como Legislador, ele não merece o respeito dos eleitores, pois só está Deputado Federal por causa do Voto Proporcional. Exerce mandato legislativo que não está constituído segundo a vontade da maioria do povo.

É difícil manter o respeito por mandatos políticos de gente eleita de maneira bizarra, como foi eleito Deputado Federal Jean Wyllys.

Ele chegou ao Legislativo Federal por meio de um golpe eleitoral, que usa de eufemismo no nome, para mascarar mandatos indígnos. Isto é, o golpe chamado de Voto Proporcional. A massa eleitoral de cidadãos eleitores nunca desejou a figurinha Jean Wyllys para representá-lo. Os cidadãos brasileiros não o colocaram nas dependências da Câmara dos Deputados.

Essa brecha eleitoral é espúria, é o descalabro mais vergonhoso que existe nas eleições brasileiras, inventaram esse artifício para burlar a Democracia. Gente eleita assim, na minha opinião tem o mesmo peso de representatividade daqueles que, comprovadamente, pelas conclusões dos trâmites da Justiça, é considerado corrupto.

Como pessoa, Jean Willys deve ser respeitado. Mas como político, é totalmente desprezível.

A figura Jean Wyllys, saída do reality BBB, deveria ter amor próprio, vergonha, e renunciar já. Ou, pelo menos, começar a legislar de acordo com a vontade da maioria dos eleitores, afinal, está muito bem remunerado por brasileiros que não o elegeu.

E.A.G.

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