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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016



Por Eliseu Antonio Gomes

O governador do Rio de Janeiro, em 17 de fevereiro último, Luiz Fernando Pezão (PMDB) - guarde o nome do governador para nunca mais votar nele em futuras eleições, mas não deixe de orar em favor na condição de alma - exonerou o Pastor Ezequiel Teixeira, da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, onde atuava à frente da pasta há apenas dois meses por conta de convite, após declaração do mesmo afirmando acreditar em cura gay.

Teixeira era hostilizado pelo coordenador do Rio Sem Homofobia, Claudio Nascimento, e Pezão quis agradá-lo e agradar o "sindicato de gays", punindo-o por recusar-se a "comer a comida dos palácios", tal qual negaram-se Daniel, Hananias, Mizael e Azarias. 

O pastor é fundador da igreja Projeto Vida Nova e deputado federal, filiado ao Partido Solidariedade.

Em seu site oficial, Teixeira escreveu sobre o assunto:

"Direitos Humanos deve ser para todos!

Rechaço, com total veemência, todas as recentes notícias publicadas pela imprensa que me acusam de homofobia e de estar promovendo um desmonte na Secretaria de Assistência Social e de Direitos Humanos do Rio de Janeiro. As manchetes são tendenciosas e os ataques, gratuitos. Em primeiro lugar, não sou antigay, ao contrário trabalhei a minha vida toda pela inclusão. É necessário respeitar a verdade dos fatos. Estão agindo de má fé e, pior, sendo preconceituosos com minha convicção religiosa. Reitero: minha crença, em nenhum momento, vai prejudicar as ações da pasta. Me parece que não interessa a verdade e o esforço de um trabalho sério e, sim, a perseguição a um pastor.

Desde de que assumi a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio, tenho dito que vou construir pontes e não muros. Sempre estive aberto ao diálogo, para que todos os segmentos da sociedade tenham atendidas as suas demandas de forma satisfatória, na busca de solucionar problemas pontuais e garantir a manutenção dos projetos da pasta. Infelizmente, devido à crise, foi preciso o corte de despesas para equilibrar o orçamento do Estado.

A falta de pagamentos dos terceirizados está prestes a ser sanada. Até o final do mês de fevereiro, centenas de colaboradores com salários atrasados – e não só do projeto Rio sem Homofobia – começam a receber seus proventos.

Mais uma prova de que estamos trabalhando de forma séria e sem discriminação. Mesmo com as dificuldades na Secretaria os programas continuarão. Direitos Humanos devem ser para todos!"

E.A.G.

terça-feira, 9 de junho de 2015


"Eles já ultrapassaram todos os limites, mas este ultrapassaram demais!"

"Este procedimento na marcha, tão acintoso, escabroso, o que eles estavam querendo com isso? Conquistar a sociedade? Colocar as famílias do lado deles? Ainda faço perguntas. eles estavam querendo conquistar os parlamentares, com tal comportamento? (...) Tudo é votado aqui! Se boa ou ruim saem dessas duas casas. Querem conquistar esses parlamentares? Se a intenção foi essa, deu tudo errado! Ou a intenção foi ser acintoso, mesmo, fazer anarquia?!"

"Neste banner deste trio, trás o apoio da Petrobras e da Caixa Econômica. Eu pergunto aos senhores Senadores e Deputados Federais: é legal isso, é honesto isso? A Caixa Econômica e a Petrobras financiarem um movimento como esse? A Caixa e a Petrobras foram construídas com o suor do Brasil, o meu suor, o suor da minha mãe! Suor de católicos, espíritas, hinduístas, budista e evangélicos!" 

E.A.G.

terça-feira, 25 de março de 2014

Cristãos se unem contra tentativa de mordaça a Raquel Sheherazade no governo Dilma

Posted by Eliseu Antonio Gomes on terça-feira, março 25, 2014 with 1 comment

Por Marisa Lobo

Cristãos unidos em favor da irmã Rachel Sheherazade fazem campanha de repúdio ao governo

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) está ameaçando a jornalista Rachel Sheherazade, obrigando governo a tirar verba do SBT, em uma tentativa clara de amordaçar a imprensa. Nossa liberdade de expressão está sendo ameaça, diretamente e comprovadamente, por comunistas.

Estamos vivendo uma ditadura sem precedentes; nos sentimos enganados por um governo que nos encheu de esperança com um discurso de partido revolucionário, que pregava defender os direitos dos trabalhadores, igualdade e liberdade de expressão, que saia às ruas pedindo paz e democracia, que criticava os governos acusando-os de “capitalistas ditadores” e hoje nos faz saborear o gosto amargo de um governo que se esqueceu de suas bandeiras e se tornou um inquisidor ditador, que não tem sabido lidar com o contraditório, tão defendido por eles mesmos.

O Fato mais vergonhoso, creio eu, e mais recente desse regime totalitário foi a imposição ao Supremo Tribunal Federal (STF) da estratégia de manipulação sórdida para proteger os mensaleiros, imputando a nós o fardo que fomos obrigados a carregar: O fardo da vergonha vivermos em um pais sem lei, que protege bandidos de todos os escalões.

O caso Sheherazade é a maior prova de ditadura no que se refere à liberdade de opinião. É paradoxal pensar que um partido (PT) que se diz vitima de ditadura e da censura possa aceitar essa imposição dos comunistas (PCdoB), tão contrária a si e à liberdade de expressão tão sonhada e conquistada com tanta luta. É inadmissível que o governo aceite esse jogo sujo e esteja estudando a suspensão de verba para o canal de TV SBT por ter em seu quadro funcional uma jornalista que exerce apenas seu direito à opinião, falando simplesmente a verdade e dando voz a quem não tem mais voz hoje nesta nação: Nós, o povo que paga os maiores impostos do mundo e não tem nem mesmo o direito de reclamar da saúde e segurança que não temos, e da educação tão sucateada… Enfim…

A noticia de que a secretaria de Comunicação do Governo Federal estaria examinando um pedido do PCdoB para suspender qualquer verba repassada exclusivamente ao SBT, motivado por não concordar com um comentário de uma apresentadora sobre a ação de “justiceiros” no Rio, é a prova de que estamos prestes a sermos amordaçados pelo comunismo.

Entendam


O governo está pensando em atender ao pedido de uma deputada, a meu ver oportunista, de um partido claramente comunista (PCdoB) que, aproveitando a época de eleição e a ascensão de Rachel na mídia, quer calar o SBT através da retirada de recursos financeiros, obrigando o canal de televisão a demitir ou “colocar na geladeira” uma de suas melhores profissionais, porque não comungam com suas opiniões. Essa é uma das piores aberrações totalitárias que esse governo poderia manifestar.

Todos nós sabemos que a apresentadora Rachel Sheherazade não exaltou a ação dos chamados “justiceiros” no Rio de Janeiro contra um jovem de 16 anos, acusado de furto. Ela apenas disse compreender o ato, o que é fato. Se tivermos que responsabilizar alguém pelos atos dos justiceiros, seriam justamente os ativistas dos direitos humanos deturpados no Brasil, que privilegiam bandidos a homens de bem. Sheherazade não defendeu essas atitudes extremas. A culpa não é da Rachel Sheherazade por existirem os tais justiceiros, e sim de uma política pública que tem falhado em proteger seus cidadãos e de um relativismo social que privilegia o mundo do crime e não o trabalhador honesto.

Apelo


Peço a todos que lerem este artigo e que se revoltarem com a situação, que imediatamente enviem neste endereço “gabinetesg@presidencia.gov.br” sua nota de repúdio, pedindo explicações sobre este fato. Este e-mail será direcionado ao ministro das comunicações Thomas Traumann e a Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência. Mostre sua revolta com essa perseguição a uma profissional que apenas cumpre seu trabalho e seu papel social/profissional de denunciar e de esclarecer para a população acerca de tanta barbárie que nem sempre chega aos nossos ouvidos.

Nós evangélicos, cristãos, mulheres e homens de bem desse país, estamos acompanhando o caso Sheherazade e não aceitamos o abuso de poder dessa ditadura. Tememos também que o comunismo ditador esteja entrando em nosso país através dessas ações deploráveis, claramente de perseguição à liberdade de expressão.

Vivemos em um país democrático e, por direito, nossa liberdade de expressão é uma das nossas maiores conquistas de direitos humanos. É inadmissível que a censura chegue a esse extremo em nosso país.

Estamos tensos, alertas, e vamos nos manifestar nas eleições. Se o governo entrar nessa vingança pessoal contra Rachel Sheherazade, usando um golpe tão baixo desses, saiba que vamos reagir, mas não com as mesmas armas sujas, e sim com nossa maior arma: nosso voto.

Faremos campanhas de alerta mundial sobre o que acontece no Brasil, chegaremos às Nações Unidas se for preciso, mas nosso direito de expressão e opinião não perderemos. Lei da mordaça nós não aceitamos. Peçam que o governo se manifeste.

Estratégia 


Segue o e-mail que será direcionado ao ministro das comunicações Thomas Traumann e a Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência: gabinetesg@presidencia.gov.br.

A hora é essa, povo evangélico e cristãos em geral, de exigirmos nossos direitos. Por enquanto em redes sociais, e, se não formos ouvidos, vamos engrossar o coro nas ruas e principalmente nas eleições.

Replique este artigo, publique em suas redes sociais e compartilhe, mas antes o envie e-mail. Não permita que nossa democracia seja afetada dessa forma injusta. Vamos nos manifestar nas urnas contra esta aberração. #RachelSheherazadeMeRepresenta 

Veja abaixo as representações contra a jornalista Rachel Sheherazade, é ou não é uma vergonhosa perseguição? E não me espanta se não estão fazendo isso porque ela é cristã, pelo menos os comentários envolvem perseguição velada à religião cristã que ele professa.

Veja a íntegra do pedido da líder do PCdoB:

Na edição do telejornal SBT Brasil, do último dia 4 de fevereiro, Rachel disse que era “compreensível” a ação de um grupo de pessoas que acorrentou a um poste um adolescente acusado de furto no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. O jovem foi acorrentado, nu, pelo pescoço com uma trava de bicicleta. Ele teve parte da orelha cortada e só foi solto após a intervenção de uma moradora.
Para Rachel, a ação dos “justiceiros” se justifica por causa do clima de insegurança nas ruas e da ausência de Estado. Ela também criticou a atuação de militantes dos direitos humanos. “Faça um favor ao Brasil. Leve um bandido para casa”, declarou. Dias depois de ser acorrentado e solto, o adolescente foi detido novamente, desta vez por tentar assaltar um turista na cidade. Até o mês passado, o menor acumulava três passagens pela polícia.

Perda da concessão


A líder do PCdoB na Câmara trabalha em duas frentes contra o SBT. Além do ofício enviado diretamente à Secom, no dia 20 de fevereiro, ela também apresentou um requerimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) no qual pede a abertura de inquérito contra a TV e Rachel Sheherazade, além corte da verba enquanto durarem as investigações. Como mostrou o Congresso em Foco, em caso de condenação, Jandira solicita que o SBT perca até o direito à concessão pública. Caberá ao procurador-geral, Rodrigo Janot, dar andamento ou não aos pedidos.

Em artigo publicado em 11 de fevereiro, na Folha de S. Paulo, a apresentadora diz que apenas expressou sua opinião e que não defendeu os chamados “justiceiros”. “Em meu espaço de opinião no jornal SBT Brasil, afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio”, escreveu Rachel. Em nota divulgada à Época, o SBT alegou que a opinião da apresentadora era de responsabilidade dela, e não da emissora.

Outras representações


Este não é o único caso envolvendo a apresentadora e a emissora que Rodrigo Janot terá de analisar. Ainda em fevereiro, o PSOL acionou a PGR contra Rachel e o SBT por apologia ao crime, à tortura e ao linchamento. No encontro com os parlamentares, Janot se comprometeu a designar um procurador para investigar o caso.

Ainda em fevereiro, a presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, senadora Ana Rita (PT-ES), pediu à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo que abra procedimento para apurar o conteúdo do comentário de Rachel. Para a senadora, a apresentadora violou os direitos humanos e fez incitação à violência. Com o ofício, foi encaminhada uma nota de repúdio publicada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro sobre as violações de direitos cometidas pela jornalista.

Mais uma vez reforço envie um e-mail para gabinetesg@presidencia.gov.br e mostre sua indignação contra esse ato abusivo de poder.

Minha carta ao Ministro Gilberto Carvalho


Excelentíssimo Senhor Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho

Vimos por meio deste solicitar a vossa intervenção junto ao Ministro Thomas Traumann, da Secretaria de Comunicação Social (Seco) da Presidência da República quanto ao pedido, (que para todos nós cristãos é uma afronta e claramente perseguição religiosa) feito pela deputada federal Jandira Fergali, do partido COMUNISTA PCdoB, onde ela solicita punição ao SBT por causa do comentário da jornalista EVANGÉLICA do SBT Raquel Sheherazade.

Entendemos e defendemos que não foi intenção da Jornalista fazer apologia ao crime, mas sim que ela estava expressando a opinião de milhões de Brasileiros com relação à insegurança vivida em todos os estados.

A Deputada Jandira do PCdoB tem um histórico de embate com o seguimento evangélico, portanto Rachel Sheherazade é mais uma evangélica que este comunismo que insiste em retornar ao Brasil tenta perseguir. Somos contrários a este sistema de governo por termos consciência a exemplo de outros países quanto sangue tem sido derramado e quantas reputações tem sido destruídas em nome de uma igualdade mentirosa que só aprisiona o país criando um ideal de falsa liberdade e igualdade onde somente os “donos” do sistema usufruem de suas riquezas. É o que temos de experiência e é nosso direto constitucional questionar e alertar.

O seguimento Evangélico tem consciência de que a intenção da Deputada não é outro senão afrontar mais uma vez esse seguimento por acreditar em Deus e por claramente defender posições de fé ou de opiniões, ou seja, agir conforme a constituição nos autoriza, o que é nosso direito. Vivemos ou não em um pais democrático de direitos? Opinião virou crime?

Se o ministro da SECOM atender o pedido da deputada, vai trazer um prejuízo muito grande ao governo e a nação, afinal sua intenção abriga, a exemplo de países comunistas, uma perseguição vergonhosa a imprensa. ALERTO ao Sr.Ministro que está sendo passando na mídia que a punição é uma iniciativa do GOVERNO pois o que esta sendo vinculado na mídia, inclusive na mídia evangélica e redes sociais, é que ” O GOVERNO ESTUDA PUNIÇÃO”. conforme textos abaixo.

http://www.paraiba.com.br/2014/03/19/45153-caso-sheherazade-leva-governo-a-estudar-suspensao-de-verba-para-o-sbt 

Só há uma maneira senhor ministro de desfazer este absurdo que é um abuso de poder: é o senhor se manifestar negando qualquer tentativa de calar a boca de uma profissional e de um sistema de comunicação por apenas não concordar pessoalmente com algumas atitudes de seu governo, deixando claro que essa punição fere a liberdade de imprensa e que não será acatada. 

Liberdade de expressão e opinião onde está neste contexto? 

Perdoe meu desabafo, mas o povo cristão é o povo mais perseguido do mundo basta o senhor olhar os noticiários internacionais, são mortos, queimados e torturados a milhares, e aqui no nosso “Brasil varonil” a perseguição se dá a nível intelectual. É como uma guerra fria, tentam de maneira sórdida nos desconstruir como seres humanos. Estamos fartos! Não somos analfabetos funcionais como querem nos taxar os partidos que os apoiam.

Senhor ministro em todas as profissões temos sofrido esta perseguição, o senhor mesmo é conhecedor do meu caso junto ao conselho de psicologia que insiste em nos perseguir nos rotulando de proselitistas religiosos, homofóbicos , proceituosos e indutores de ódio, e agora apologistas a tortura? A qualquer opinião contrária que manifestamos tentam em uma ação orquestrada nos transvestir como “monstros”. Esse apologistas do “coitadismo” que esse pseudo direitos humanos do seu governo tem construído está aleijando o cidadão em seus afetos e realizações, manipulando assim a opinião pública para que a mesma se inclinem a defender o “coitado” do bandido. BASTA!

Não queremos carregar esta vergonha de viver em um pais que aceita tudo que é desonesto porque este lhe puxa o saco; que privilegia o bandido e tranca homens honestos dentro de casa, casa esta cravadas de grades. Só me resta clamar, meus Deus! Onde está a consciência social e moral dos nossos governantes. Será que já perdemos nossa referência do que é bem e do que é mal? Apenas porque queremos agir de forma democrática e viver conforme os princípios de verdade de valores de um Deus que a maioria acredita? Isso é psicopatia-político-ideológica: usar direitos humanos como bandeira ideológica das minorias contra as maiorias sem se importar em dar voz a bandido amordaçando e a sociedade trabalhadora honesta. Inversão de valores ou sociopatia?

Não podemos aceitar que usem poder financeiro para intimidar a imprensa porque ela ousa nos desafiar com suas opiniões, ainda que não gostemos e ou não concordemos com ela. Sei que deve ser difícil ter pessoas com poder de mídia que ousa a nos desafiar estampando em nossas caras a verdade como tem feito especialmente esta emissora. Mas ela não está só, pois todas as outras estão começando com essas atitudes dessa deputada do PCdoB e desses militantes ideológicos políticos desonestos, entender o que está por detrás da perseguição a essa jornalista.

Essa imprensa que o governo me parece querer calar é que tem sido o nosso único desabafo nossa única voz quando está não se alia a “cor marrom”, se é que me entende; E o seu governo deveria entender isso, pois o começo da luta do PT não foi este? Ou podemos dizer “SIM, povo! Vocês foram e são enganados, está luta nunca existiu.” Ainda que o poder e a adoração pelo dinheiro massacraram este ideal, o fizeram ficar em um passado distante?

Entendo como psicóloga que o poder e o dinheiro atraem e fascinam a muitos sim, mas temos que resistir a ele. Escolhemos liderar uma nação, lembra? Caso contrário carregaremos sem volta a vergonha de sermos conhecidos como o país mais corrupto, sem moral , sem dignidade e sem princípios, aquele que se vende por “Mensalidades” e ou por “Bolsas” sem entender que no caso das bolsas pode ser um direito independente do partido político que comanda o governo e que mensalidades pode ser crime quando estas veem como privilégios de qualquer natureza corrupta.

Se, concordarem com essa deputada do PCdoB que é claramente uma perseguidora de cristãos saberemos então que são coniventes, logo responderemos nas urnas e vamos às igrejas alertar a todos sobre mais esta injustiça social e essa mordaça que este governo tem compactuado.

Milhões de evangélicos cristãos e católicos e de outras religiões no Brasil entenderam o comentário da jornalista e TEM A MESMA OPINIÃO QUE ELA quanto à “insegurança pública” desses pais, ela apenas cumpriu seu papel de ser a voz do povo.

Embora o governo tenha 13 milhões de brasileiros recebendo bolsa família o que poderá representar “Votos” temos mais de 40 milhões somente de evangélicos que, se trabalhados apenas esclarecendo este fato, com certeza o governo terá a resposta nas urnas, e é o que já estamos fazendo.

O povo SABERÁ senhor Ministro Gilberto de Carvalho e Senhora Presidente Dilma Rousseff que ‘O MESMO GOVERNO QUE DIZ DAR O PÃO PARA O POVO, ESMAGA-O ANTES DA ENTREGA”.

Sem mais para o momento,

Marisa Lobo, psicóloga e cristã com a graça do meu Deus e meu Salvador Jesus Cristo.

Fonte: Gospel Mais

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Cura gay? Falamos sobre o assunto

Posted by Eliseu Antonio Gomes on segunda-feira, junho 24, 2013 with No comments
Genivaldo Tavares de Melo
Cura gay - falemos um pouco sobre o assunto

Confesso que não conheço o texto em discussão, se realmente essa expressão estiver contida, deve ser removida por razões obvias e gostaria que este texto fosse compartilhado para chegar a quem de direito.  

Vamos por partes: 

1) Cansei de ouvir o Pastor Malafaia (pastor e psicólogo) falar na televisão que homossexualismo é comportamento, o que concordo plenamente.  

2) A rigor, homossexualismo é puro clichê quando se referir a determinado grupo por seu comportamento, pois o normal é o homem sentir atração pela mulher e vice-versa.

3) Se um casal que por circunstâncias foi levado a praticar a troca de casais, "lindamente" chamado de SWING, perceber que essa prática é danosa à vida conjugal e familiar, pode, caso sinta dificuldades de por conta própria abandonar o vício, procurar a ajuda de um psicólogo. Não se tem aí, qualquer invasão ao direito da pessoa, todavia não preciso chamar isso de CURA SWING. 

4) Se um homem ou uma mulher que goste de praticar sexo com outra pessoa do mesmo gênero, entender que isto é uma prática danosa ao seu perfil e procurar ajuda de um psicólogo, onde está o crime contra a pessoa ou contra a profissão do psicólogo? 

Quer dizer: Posso me tornar um homossexual, mas, não posso retornar a vida que considero normal.

Homoafetividade 

Já escrevi em algum canto, que nem eu nem a Bíblia condena uma pessoa por ser homo afetivo; para mim, homo afetividade é gostar de uma pessoa não importando qual seja o sexo. Tenho amigos e gosto muito deles. Duas pessoas do mesmo sexo podem perfeitamente conviver juntas e ter esse reconhecimento de forma legal, para garantir os bens adquiridos juntos. Poder-se-ia chamar isso de CONTRATO HOMO AFETIVO menos de casamento por ferir o que realmente significa casamento.

Fundamentalismo cristão

Considero o clichê idiota. O fato de eu aceitar a Bíblia como regra de fé e sabendo por minhas convicções que ela é e contém a Palavra de Deus, não me torna um fundamentalista. Mas querem me fazer diferente, ou seja, não respeitam a minha fé, minha preferência.

A prática homossexual, não pode ser uma via de mão única 

Todo ser humano tem o direito de viver suas experiências e retornar delas. Não posso ser considerado um criminoso por dar conselhos para uma pessoa quanto às suas opções de vida. Conselho é gratuito, não se vende e não obriga quem quer que seja trocar a sua orientação se não desejar.

Fonte: Fabebook, Genivaldo Tavares de Melo, linha do tempo em 20/06/2013

O autor do texto edita o blog Pastor Genivaldo Tavares de Melo, tem 65 anos, é pastor jubilado. Pastoreou por 36 anos na Assembleias de Deus, ministério Belenzinho, na região oeste da cidade de São Paulo. Trabalha desde os 10 anos na esfera secular. 
__________

Nota UBE Blogs: O ativismo gay toma conta de grande parte da classe jornalística. Redações da imprensa escrita e televisada são capazes de trocar fatos por versões, sem notar o quanto isso custa caro para eles, sem tomar consciência que o leitor e telespectador percebem e reprovam tal comportamento. Bom exemplo de reprovação está na crise financeira que assola algumas publicações de tradicionais jornais e revistas. Cadê o Jornal do Brasil? Faliu! O jornal Valor Econômico, sociedade da Globo com a Folha, descarta jornalistas. A Folha de São Paulo diminui cadernos e demite também. Os grupos Abril e Estado também desempregam esses profissionais. Isso ocorre porque publicar versões de fatos na Era Digital não é bom negócio. As versões não suplantam a verdade em tempos de sites, blogs, redes sociais. Desvirtua-se os fatos nas redações, o usuário de Internet revela a verdade e potencializa a rejeição à publicação em que o jornalista-cheio-de-imaginação trabalha. Pobres jornalistas, ativista das causas gays, estão ficando desempregados!

E.A.G.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Marcos Pereira: pastor, preso político (parte 2)

Posted by Eliseu Antonio Gomes on sexta-feira, maio 10, 2013 with 2 comments
Está circulando nas redes sociais:

Uma das razões para tudo isso acontecer contra o Pastor Marcos Pereira é que estamos às vésperas de eleições, e ele é uma pessoa com potencial poderoso como cabo eleitoral. Opositores cogitam que ao manchar a imagem dele também diminuirá sua influência perante eleitores.

O cantor e ex-pagodeiro Vaguinho – convertido e congregando na Assembleia de Deus dos Últimos Dias, presidida por Marcos Pereira - conseguiu quase 1 milhão de votos em 2010 em sua candidatura ao Senado, com o apoio político de Pereira. No próximo pleito, haverá apenas uma vaga ao Senado. O Deputado Federal Antony Garotinho deve candidatar-se para governador do Rio de Janeiro, e existe aproximação de Vaguinho com Garotinho... Continuando: Garotinho é inimigo político do então governador Sérgio Cabral e notoriamente inimigo da Organizações Globo, e Cabral por sua vez é amigo desse empresa. O objetivo não declarado é enfraquecer as esperadas candidaturas de Vaguinho ao Senado e de Garotinho ao Governo do Rio.


E.A.G.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Yoani Sánchez também luta por nós

Posted by Wilma Rejane on sábado, fevereiro 23, 2013 with 5 comments




Maya Felix


Causou agitação em nosso país, esta semana, a chegada de Yoani Sánchez, a blogueira cubana que, apesar de toda a repressão, divulga para o mundo as constantes agressões que o governo de seu país perpetra contra todos os que ousam discordar da ordem vigente, uma ditadura socialista que vigora na ilha há mais de 50 anos.

Militantes de partidos de esquerda, como o PC do B e o PT, não só a recepcionaram de modo hostil, em Recife, como impediram a exibição de um filme de que a blogueira participa. Eles também não deixaram que Yoani se manifestasse: ela foi impedida de falar em Recife, na Bahia e em São Paulo, no lançamento de seu livro, que deveria contar com um debate. Os manifestantes fizeram isso para defender o regime cubano, que, em nome da revolução socialista, já mandou para campos de concentração, prisões e afins mais de cem mil pessoas. Segundo O livro negro do comunismo (2000), extensa obra de historiadores franceses, de 15 a 17 mil pessoas foram fuziladas em Cuba. Em 1978, havia entre 15 e 20 mil presos políticos. Segundo a Anistia Internacional, em 1997 havia em Cuba entre 980 e 2.500 presos que haviam cometido “delitos de opinião”. Ou seja: para ser preso, em Cuba, é necessário apenas discordar do governo.

E o que nós, evangélicos, temos a ver com isso? Para começar, devemos nos opor a toda ditadura, a todo regime totalitário – como os governos comunistas. Segundo Tzvetan Todorov, em Le siècle des totalitarismes (2010), o comunismo é uma “religião secular”, que “compartilha com certas religiões tradicionais [...] a crença de que a história da humanidade segue seu curso imutável”. No final deste “curso imutável” está “o desaparecimento de toda diferença entre grupos humanos”, razão pela qual é necessário “abolir a propriedade privada e concentrar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado”. A eliminação dos inimigos da classe trabalhadora é, então, fundamental. Segundo Karl Marx e Friedrich Engels, os pais das teorias comunistas, entre esses inimigos estariam, além da burguesia, a religião – para eles, mero instrumento de dominação do Estado capitalista.

Muitos cristãos são impedidos de praticar livremente sua crença, em Cuba. O país sempre esteve na classificação de países por perseguição da Missão Portas Abertas. Neste ano, sobretudo em virtude da pressão internacional e da “estratégia” dos Irmãos Castro para “abrir” a Ilha e salvá-la da falência, atraindo turistas, o país deixou de fazer parte da classificação. Mas as violações e perseguições aos cristãos continuam! Em junho de 2012, líderes da Igreja em Cuba solicitaram aos Governo dos EUA que incluísse o país na lista dos que mais violam a liberdade religiosa no mundo. Segundo o site da Missão Portas Abertas, o número de incidentes contra cristãos vem crescendo. Pastores têm sido presos, multados e proibidos de pregar o Evangelho. Membros de igrejas têm sido perseguidos e impedidos de se reunir. Igrejas têm sido paulatinamente fechadas. A liberdade de expressão é constantemente golpeada. Outro país comunista, a Coreia do Norte, é o número um na classificação de países por perseguição aos cristãos. O comunismo, em todo o mundo, perseguiu e matou milhões de cristãos, entre os cerca de 150 milhões de vítimas dos regimes comunistas. De acordo com as estatísticas de martírio elaboradas pela Universidade Gordon Conwell, dos EUA, com base em uma pesquisa que durou 30 anos para ser finalizada, os regimes comunistas são responsáveis pela morte de 31,6 milhões de cristãos em todo o mundo. Para os Estados comunistas, cristãos são inimigos do socialismo e a religião é o “ópio do povo”.

Quando Yoani Sánchez chama a atenção para o fato de que em Cuba não há liberdade de opinião, ela também está falando por nós, cristãos. Sem a autorização do Governo cubano, igrejas não podem funcionar. Se alguma desagrada o Governo, por qualquer motivo, pode ser fechada sem aviso. A luta pela liberdade em Cuba tem muito a ver conosco. São nossos irmãos, lá, que estão constantemente ameaçados. É o corpo de Cristo em Cuba que não pode evangelizar, nem se reunir, nem festejar suas datas sagradas. Como diz reportagem publicada no site da Missão Portas Abertas, “todas as questões religiosas são tratadas pelo Gabinete de Assuntos religiosos do Comitê Central do partido Comunista Cubano”, e não por canais judiciais, como ocorre em uma democracia. Com isso, “grupos e líderes religiosos” se tornam vulneráveis ao abuso e ao descaso, sem ter o que fazer em relação às decisões tomadas pelo PCC.

O regime de Fidel Castro cala, subjuga, persegue, tortura e mata cristãos, ainda hoje. A luta pela liberdade de expressão em Cuba não é apenas de Yoani Sánchez: é de todos nós.
***
FONTES:
COURTOIS, S. et al. Le livre noir du communisme: Crimes, terreur, répression. Paris: Ed. Robert Laffont, 1997.
TODOROV, T. Le siècle des totalitarismes. Paris: Ed. Robert Laffont, 2010.
Site da Missão Portas Abertas:

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça

Posted by Eliseu Antonio Gomes on quarta-feira, maio 02, 2012 with 100 comments
Pastor Silas Malafaia
Divulgação
Por Eliseu Antonio Gomes
Belverede 

Pastor Silas Malafaia derrota ativistas gays na Justiça Federal. O processo movido contra o pastor exigia que ele fizesse uma retratação e que a União passasse a fiscalizar o programa Vitória em Cristo.

Segundo Reinaldo Azevedo, colunista da Revista Veja, em artigo de 1º de Maio de 2012, o juiz federal Victorio Giuzio Neto, da 24ª Vara Cível de São Paulo, extinguiu a ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal contra Malafaia e contra a TV Bandeirantes e também contra a União. 

Com propriedade, o colunista considerou a decisão do magistrado como uma vitória da liberdade de expressão, uma aula em defesa da liberdade de expressão, uma decisão primorosa digna de aplauso. Azevedo também considerou que neste caso Malafaia e os cristãos foram vítimas de  bullying organizado, que Malafaia é vítima de preconceito dos ativistas gays.

No programa de televisão, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo fez críticas contundentes aos organizadores da Parada Gay por ter levado à Avenida Paulista modelos caracterizados como santos católicos em situações homoeróticas. 

Na ocasião, Malafaia incentivou a liderança brasileira da Igreja Católica a recorrer à Justiça queixando de preconceito religioso. Afirmou: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, sabe? Baixar o porrete em cima pra esses caras aprender. É uma vergonha!”  A frase foi interpretada por uma ONG do ativismo gay como indução à violência física contra homossexuais. 

O processo foi considerado pelo juiz como uma tentativa de volta à censura. 

E.A.G.

sábado, 10 de março de 2012

ALERTA: A Armadilha do Voto Ideológico

Posted by Wallysou on sábado, março 10, 2012 with No comments
 A urna do voto ideológico em ação (aperte o botão)

A Ratoeira do Voto Ideológico Político-Partidário

Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo; (ênfases acrescidas, verso ilustrativo)

 

Uma Breve Introdução e Alerta: o texto é enorme (risos)


O Brasil, como nação democrática, ainda engatinha, seja pelo extenso período sob o domínio da Coroa Portuguesa, seja pela saída recente do período da Ditadura Militar que, na opinião de muitos, manchou a história brasileira. Como eu era muito criança para compreender esse período, não vou emitir juízo de valor sobre essa época complexa. 

Além do mais, também desconheço toda a história, inclusive bastidores, contexto histórico-cultural, etc. Mas, o que posso dizer é que minhas lembranças de infância não corroborem essa visão de "período de chumbo". Claro, tenho ciência de que, aos olhos infantis, nem tudo é realmente aquilo que aparenta ser.

Agora, uma coisa que me causa certa estranheza é ver que aqueles que condenam de forma tão veemente a ditadura militar muitas vezes agem da mesma maneira, ou até pior. Tomemos como exemplo o plebiscito do desarmamento (na verdade, referendo. Valeu, Valmir!), que foi rechaçado por 2/3 da população (66%). Mas, mesmo diante de derrota tão fragorosa, o governo não se dá por satisfeito (ou vencido, vai saber). E, a qualquer pretexto, traz o assunto à tona, como foi o caso da tragédia de Realengo. 

O então Ministro da Educação, Fernando Haddad (aquele do problENEM e que queria aprovar o kit gay a fórceps, virtual pré-candidato à prefeitura de São Paulo) foi todo serelepe botar a culpa da tragédia na população armada, como se o desarmamento da população resolvesse o problema da violência urbana com uma simples canetada. Ora, se o intuito é resolver, de verdade, o problema da violência nas grandes cidades (São Paulo, alô), que apresentem propostas decentes e eficazes, e não esse blá-blá-blá nauseabundo.

E onde se encaixa o desarmamento dentro dessa ratoeira? É o que tentaremos demonstrar a seguir.

 

A Verdade Oculta sobre o Voto Partidário

Como todos os meus raros leitores do blog sabem, estive na 14ª VINACC, em Campina Grande/PB, e nela assisti uma palestra do prof. Uziel Santana, autor do livro "Um cristão do Direito num país torto". 

professor uziel

O livro, apesar de se utilizar de linguagem jurídica técnica, até mesmo recorrendo a expressões em latim (veja bem: "eu não sou cachorro não"... risos), é bem escrito e de fácil compreensão. Aliás, eu recomendo a todos os cristãos que militam ou, de alguma forma, têm algum tipo de relacionamento na área jurídica que o adquiram, pois vale a pena.

Voltando: Em sua palestra, o prof. Uziel fez menção a um texto seu de 2010, publicado no livro, intitulado "ELEIÇÕES 2010 e uma verdade oculta", no qual discorre sobre as implicações da Resolução TSE 22.733/2008, que trata da (in)Fidelidade Partidária.

Abro parêntesis: não é irônico, e até seria cômico se não fosse trágico, que uma decisão sobre a fidelidade dos parlamentares brasileiros (que, pra ser sincero, eu nem sabia que existia ou que forma tinha) seja capaz de tornar a política nacional pior do que já é, para nós cristãos? Fecho parêntesis.

Pois bem, o que me chamou a atenção foi ele dizer, em alto e bom som (pois o microfone estava bem modulado... risos) que, a partir da citada resolução do TSE, a forma como votamos não mudou, mas a sistemática da eleição sim. Viajou? Pois é... eu também. Mas, o que mudou mesmo?

Mudou que, agora, não votamos mais em candidatos, mas sim em partidos. Como assim, Bial? Talvez os mais velhos experientes se lembrem do voto de legenda, que é aquele onde se escolhe apenas o partido, sem importar qual candidato, o que é, EMHO, em última análise, um atentado à democracia representativa.

Nas próprias palavras do autor (colei descaradamente... risos):
"... tal resolução ter instituído o antidemocrático fenômeno da despersonalização e ideologização do voto, de tal modo que, a partir disso, nosso direito de escolher pessoas pelo seu caráter, moral, valores e conduta, quedou juridicamente derrogado", (p. 313)
O autor traz à tona uma constatação interessante, de que estamos vivendo, no Brasil, "um processo de judicialização do poder constituinte originário". O que seria isso? Em outras palavras, é o poder judiciário legislando. E é muito, mas muito fácil de entender isso: se o casamento homossexual não passa no Congresso, por falta de consenso, a via jurídica é acionada e, com o aval de uma decisão judicial, fica sancionada a prática. Mesmo sem base legal ou constitucional que a suporte. A justificativa? A omissão do legislador. Foi assim também com a questão da adoção de crianças por duplas homossexuais, lembra?

Pergunto: houve omissão ou falta de consenso entre os parlamentares para legislarem sobre tal prática? E se agora toda omissão de fato (quando ainda não existe consenso decisório sobre o tema) for considerada como se fosse omissão de direito (quando não existe sequer discussão sobre o tema), aonde vamos chegar? 

Break: Onde estão, agora, os críticos que criticavam e denunciavam o Executivo quando esse praticamente governava o país na base de medidas provisórias?

Ora, se é para decidir as coisas com base em decisão judicial quando inexiste lei, vamos banir o concurso público para juiz e estabelecer eleição para o cargo! Vamos, também, demitir os atuais juízes que "apenas" julgam e não "legislam" do alto de suas togas...Bem, nem vou dizer que também poderíamos fechar o Congresso e expulsar os políticos, vai que a moda pega né!

Entenda: juiz não legisla, NÃO LE-GIS-LA, ora bolas! Será que é muito complicado entender isso? Vamos, então, reeditar o Poder Moderador dos tempos do Império? Aos aficcionados em quadrinhos, questiono o fato no melhor estilo "Who watches the watchmen", traduzindo como "Quem vigia os vigilantes"?

 Quem vigia os vigilantes?

Sr. juiz (ou aspirante a) que estiver lendo meu artigo: o sr. quer legislar? Então se candidate, concorra às eleições (mas, não compre votos) e submeta suas ideias ao processo democrático. Se o sr. for aprovado no teste das urnas, então vamos ver se suas ideias subsistem no plenário que, mesmo com todas as mazelas existentes, ainda é o que mais se aproxima de uma representação democrática da vontade popular. Simples assim.

Hoje, a despeito de uma classe não ter apoio normativo (leis que tratam expressamente do assunto) para sua causa, se a sociedade e o Poder Judiciário estiverem sensíveis e abertos ao tema, a dificuldade (ausência de legislação) é perfeitamente possível de ser contornada utilizando-se da via jurídica. Quer outro exemplo? Juízes autorizam aborto de feto anencéfalo ANTES de o STF decidir a questão.

Isso não seria passar por cima das leis, mesmo daquelas que ainda não existem? Isso não representa, questiono, uma subversão do processo democrático e uma usurpação, pelo Judiciário, do poder legislador? Agora, minha crítica aos legisladores: por que Vossas Incoerências não se posicionam logo sobre vários temas sensíveis, e permitem essa balbúrdia? Falta de tempo? Para aprovar aumento no miserável salário que vocês ganham, logo acham um tempinho e são bem ligeirinhos né?

Implicações Práticas da Resolução do TSE


É bastante provável que você não tenha entendido lhufas dessa coisa toda de votar em partido e não mais em candidato após a resolução do TSE, acertei? Ok, mas não se deprima desespere, porque eu também não consegui entender de primeira. Não fosse o prof. Uziel ter desenhado explicado para mim, ainda estaria eu boiando feito cortiça na lagoa. 

Então, para auxiliá-lo nesse entendimento vamos desenhar, digo ilustrar (risos) o assunto, pois, como dizia um professor meu de Física, "a teoria, na prática, é outra".

Novamente, tomo por empréstimo as palavras do prof. Uziel, copiadas extraídas de seu livro:
"... tal sistematização jurídico-normativa [...] implica numa obrigatória tomada de consciência do eleitor de que, se o mandato eletivo pertence ao partido e coligação e não ao 'seu' candidato preferido, isso significa que, ao votar, ele deve tomar em consideração as ideologias programáticas do partido e coligação a que estão vinculados os seus candidatos", p. 317
Ainda não entendeu? Eu explico. Ou melhor, o prof. Uziel explica (risos):
"... digamos que sou eleitor, com valores cristãos, defendo a vida, sou contra o aborto, defendo a família, sou contra o 'casamento' homossexual, sou a favor da liberdade de imprensa, da liberdade de expressão, da liberdade culto (e etc.), então, identifico um candidato que tem este mesmo perfil ideológico e resolvo, assim, votar nele.
Uma vez eleito, quando o 'meu' político preferido [de acordo com minhas preferências pessoais - comentário meu] começa a exercer o seu mandato eletivo, o partido ou coligação, ao qual ele está programaticamente vinculado, determina, que, nos aludidos temas que citei, ele vote sempre de acordo com a determinação partidária que, neste exemplo, é contrária aos valores cristãos e às liberdades civis.
Se o político eleito, assim, não vota de acordo com o partido, ele pode vir a ser expulso da sigla partidária por infidelidade, nos termos da Resolução do TSE, anteriormente comentada, porque desrespeitou o programa do partido [ao qual ele concordou prévia e tacitamente, mesmo sem saber, ao se filiar - comentário meu].
E aí, o grande efeito: ele é expulso e fica sem mandato [e sem partido], porque o mandato é do partido. Eu, eleitor que votei nele por afinidade ideológica, fico sem representação. Este é um dos grandes perigos desta nova sistemática do processo eleitoral brasileiro.", p. 317 e 318

Entendeu agora ou quer que eu desenhe (risos)? Isso significa que o político eleito que tem minha preferência por defender os mesmos ideais que eu, e por isso mesmo que o escolhi para me representar, mas se for de um partido que se opõe aos valores que defendo (cristãos), esse político vai ficar em uma sinuca de bico: 

  1. Se votar de acordo com sua consciência, corre o risco de perder o mandato e não poder mais atuar como representante democraticamente eleito.
  2. Se ele, todavia, optar por não correr o risco de perder o mandato, fica obrigado a atuar em contradição a suas convicções pessoais e também contra a confiança daqueles que o elegeram, como eu.

Entrada para um beco sem saída...

Isso é justo com quem o elegeu e esperava dele uma atuação engajada em defender os valores morais que ele acredita?

Assim, se você vir um candidato de um partido com plataforma de governo contrária aos interesses cristãos pedindo votos a cristãos, das duas uma: ou ele está enganando ou está sendo enganado (inocente útil), pois mesmo que queira, não poderá agir contra os interesses do partido ao qual está ligado, sob risco de expulsão.

Agora, a cereja do bolo, e é justamente aqui que entra nossa responsabilidade como blogueiros in+formadores de opinião: isso não está sendo divulgado na grande mídia, quem dera esclarecido! Você, agora sabedor dessa verdade, e das consequências disso, pode levar isso adiante (ecoar) para aqueles que ignoram o atual sistema eleitoral vigente. Pelo menos não mais votarão enganados ou, se errarem, errarão conscientemente.

Talvez a pergunta que você esteja se fazendo seja: de quais partidos estamos falando - ou deixando de falar? Boa pergunta, e vou tentar responder da forma mais sincera possível a seguir.

 

Partidos, Candidatos e Votos - Uma Escolha Delicada


A parte mais delicada de tudo isso vem agora, justamente porque serei exaltado por uns e escrachado por outros, mas é impossível ficar calado diante do que falamos acima. Recentemente, li uma frase que me deixou pensativo, e talvez até mesmo preparado para o que há de vir: "quem diz verdades perde amizades", de Tomás de Aquino. 

Se por um lado eu não tenho muitos amigos a perder, porque sou uma pessoa de poucos amigos (risos), por outro, qualquer perda representará um percentual elevado em meu [micro]universo de amizades... enfim...

Voltando ao ensaio do prof. Uziel, ele assevera que, tendo em vista a nova sistemática eleitoral em vigor, exige-se do eleitor uma conscientização da ideologia e programa de governo por trás do partido ao qual o candidato está atrelado. Isso em razão de o mandato pertencer, desde a citada Resolução do TSE, ao partido e não mais ao candidato.

 escolhas: delicadas decisões, porém necessárias

Para ilustrar isso (a aplicação da Resolução do TSE) de forma prática, vou reavivar um evento que até chegou a causar certa repercussão, mas depois caiu no esquecimento, como quase tudo aqui neste país: a [quase] expulsão dos dep. petistas Henrique Afonso (AC) e Luís Bassuma (BA), porque eles tiveram a ousadia de defenderem o direito à vida dos bebês em gestação, ou seja, votaram contra o aborto, contrariando as orientações do partido.

Com a Resolução do TSE em voga, os deputados rebeldes foram gentilmente convidados a se desfiliar do partido, mas poderiam ter sido expulsos e terem seus mandatos reivindicados pelo PT. Na verdade, a intenção original era essa (a expulsão), mas - talvez por receio da reação negativa da sociedade, tão próximo das eleições, a iniciativa foi... digamos, abortada (pois é, não resisti ao trocadilho... risos).

O assunto até que rendeu e foi tema de um post no blog do conhecido articulista Reinaldo Azevedo. Ele, com seu costumeiro tom ácido-crítico, levantou pontos interessantes sobre a ética petista e seus usos contra amigos e inimigos. Para aqueles que duvidam que a intenção original era a expulsão e consequente reivindicação do mandato pelo partido, recomendo que você leia este post, onde está bem documentado o contexto da história:
 

Se você ainda tem alguma dúvida, que tal lermos alguns trechos mais explícitos? Extraído diretamente de um site do PT:

Foi com satisfação que recebemos a notícia de que a Comissão Executiva Nacional do PT acatou o pedido da Secretaria Nacional de Mulheres do partido, apoiado pela Secretaria Nacional sobre a Mulher Trabalhadora da CUT, e vai avaliar as posturas e procedimentos de dois deputados federais – Luís Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC) – em comissão de ética.

Os dois parlamentares há muito tempo afrontam a resolução partidária, ratificada pelo 3º Congresso do PT, de defesa da descriminalização do aborto e a regulamentação da prática nas unidades do SUS (Sistema Único de Saúde). A primeira vez que o PT fechou posição quanto à legalização do aborto foi ao longo do debate interno para a Constituinte, em 1987.

[...]

Queremos que se aplique uma punição adequada a quem contraria abertamente, mas não mais impunemente, definições políticas do partido. Um mandato parlamentar não é propriedade daquele que o exerce. O mandato do Bassuma ou o do Henrique Afonso é, também, um instrumento do partido, e se utilizar dele para, exatamente, contrariar posicionamentos políticos do PT é, no mínimo, um erro a ser avaliado em comissão de ética. (grifos acrescentados)

Fonte: Uma vitória das feministas do PT (acesso em 04/02/2012, às 21:45. E, para o caso de também excluírem essa página do site, eu já salvei um print... O seguro morreu de velho! risos)



(clique que amplia)
Outra parte citada:

 a outra parte citada no post (amplia)

Como frisou o Reinaldo Azevedo: um estranho tipo de ética essa, que pune quem defende seres inocentes e incapazes de se defenderem (os bebês em gestação)... Bem, será que é necessário acrescentar algo mais? Como bem disse o prof. Uziel:
"não posso votar em partidos de programas fechados, [...] como é o caso do PT, do PCB e do PV. Por qual razão? Além de promoverem valores anticristãos, [...] todos os políticos membros desses partidos devem atuar, apoiando, promovendo e votando as ideologias partidárias, não importando a liberdade de consciência dos mandatários eleitos", p. 323 e 324 (com adaptações).
Em um contexto mais recente, o ex-ministro José Dirceu voltou à carga contra os evangélicos que discutem esses temas caros ao PT (aborto, homossexualismo, etc.), tachando-nos de pessoas que atrasam a democracia. Ora, o tema já está tão sedimentado e sob consenso que nem discussão mais cabe? E, se queremos discutir o assunto, somos retardados retrógrados?

Quer dizer que eles podem discutir o que acham pertinente, mas nós devemos nos calar, engolir em seco e aceitar passivamente o que eles consideram como verdade inquestionável? Não consigo captar essa lógica deles, que deve ser igual à ética que eles defendem: "aos amigos, as benesses da lei; aos inimigos, os rigores da lei"!

A presidente Dilma, mesmo assinando um documento, antes das eleições de 2010, no qual se comprometeu com várias lideranças evangélicas a não levar adiante adiante projetos ou iniciativas que promovessem o aborto, nomeou como ministra da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres a conhecida militante pró-aborto Eleonora Menicucci. Percebe como é virtualmente im-pos-sí-vel contrariar as diretrizes do partido? E olhe que não foi qualquer político sofrendo uma "pressãozinha básica". Entendeu agora o que significa "programa fechado de governo"? 

Sentiu o drama? Oh, e agora, quem poderá nos socorrer? Não, não será o Chapolin Colorado, pois ele é vermelho...

Considerações Sobre o Voto Partidário


Uma coisa precisa ser dita sobre a ideologização do voto: os partidos têm sim o direito delinearem seu programa de governo e suas políticas públicas de acordo com o que acham correto. Por mais que eu discorde das teses defendidas, não me oponho ao direito deles defenderem seus pontos de vista, pois faz parte do jogo democrático. Entretanto, o que acho desonesto é eles defenderem uma coisa e não deixarem isso bem claro aos eleitores.

Por exemplo, se eles forem a uma igreja, por que não deixam claro que vão lutar pela descriminalização do aborto, da criminalização da homofobia, etc? Por que apresentam um discurso quando, na prática, a banda toca outra música? Por que lançam candidatos [cristãos] contrários ao aborto, que recebem votos de eleitores igualmente contrários à prática (para ilustrar com um exemplo), e quando esses parlamentares votam contra projetos pró-aborto são censurados e punidos? 

Ora, então por que então acolher esses políticos em seu rol? Para que eles obtenham um mandato (ou votos para o quociente eleitoral) e depois expulsá-los e o partido poder dar livre prosseguimento às suas políticas abortistas? E eu fico a refletir: por que um político contrário ao aborto aceita sair candidato por um partido que tem o aborto como sua bandeira de governo? Parece que há algo muito errado em nosso sistema político, já que essa promiscuidade infesta partidos de cabo a rabo direita a esquerda.

Cabe esclarecer que não tenho preferências por partidos. Embora minha juventude na escola secundária (no século passado tinha outro nome... risos) e universidade tenha sido abertamente de esquerda, não nutro maiores afetos por partido algum, e minha crítica está na ausência de liberdade para votar de acordo com a consciência individual (no caso desses partidos de programas fechados).

Eu não tenho qualquer ilusão de que este simples artigo possa mudar algo nos rumos eleitorais do país, mas não consegui ficar calado. Eu não deposito minha confiança em partidos, muito menos nos políticos, mas sim em Deus, que a tudo rege e governa. Mas, senti como se pesasse sobre mim a tarefa de escrever algo que pudesse servir de alerta sobre as estratégias que estão em curso e que muitos ainda ignoram.

tem base um trem desse?

 

A Realidade de Nossas Escolhas


Eu também não quero aqui determinar em qual partido você deve votar ou deixar de votar. Não, não é isso. Apesar de eu ter deixado bem claro que o PT (entre outros) tem diretrizes que vão de encontro as minhas convicções cristãs, e por isso eu vou me abster de apoiá-lo, não estou sendo taxativo, tipo: NÃO VOTE NO PT, como fizeram em 2010 o Pr. Paschoal Piragine Jr. e o Rev. Ageu, e até mesmo alguns sacerdotes da igreja católica. Estou dizendo que não votarei, mas você tem todo direito de escolha.

Para ser franco, eu gostaria de ter a liberdade de poder votar em um político do PT. Quando Luís Bassuma e Henrique Afonso ainda faziam parte de suas fileiras, eram considerados representantes políticos acima da média, tanto pela atuação política como pelo engajamento ao partido. Todavia, ao expulsá-los, eu (como eleitor) também fui expulso com eles, pois eles seriam possíveis candidatos, a depender de um exame mais acurado. Se o PT restringe a liberdade de atuação, conforme a consciência de seus representantes, está também, automaticamente, restringindo minha liberdade de votar em seus candidatos.

O PT tem propostas razoáveis em algumas áreas, não tenho receio em dizer. Entretanto, eu não posso me sujeitar a aceitar um pacote fechado onde uma parte que me atrai vai me obrigar a aceitar outra que me causa repulsa. Seria como se eu, para concordar com alguém, tivesse que avalizar tudo o que ele diz ou faz. E isso é totalmente irreal e irracional.

Veja bem, você que está lendo este texto: pode ser que você concorde com várias coisas que eu falei, mas discorda de outras, e isso é perfeitamente natural e compreensível. Agora imagine minha insanidade se eu EXIGISSE que todos os meus leitores concordassem com tudo o que escrevo. Ora, eu escrevo textos motivacionais (que são os mais bem aceitos), dicas para concursos e reflexões sobre o cotidiano (como esta, p.ex.), mas sei que devem ser bem poucos os que aprovam as 3 áreas que escrevo. 

Na maior parte, uns gostam de um tema, outros de outro, alguns poucos gostam de mais de um assunto, é normal. Observe agora como seria injusto, de minha parte, com meus leitores, se eu os obrigasse a avalizar minhas reflexões sobre a vida para terem acesso às dicas grátis para concursos. Percebeu a injustiça e incoerência da medida? Eu até que poderia, mas jamais faria isso.

Use sua liberdade e vote com consciência


Se você estiver pensando que, a partir disso, farei campanha pelo PSDB (por ex.), sinto decepcioná-lo. Como eu poderia avalizar, sem ressalvas, um partido que tem como um de seus principais pensadores alguém que defende a descriminalização das drogas? A diferença aqui, em relação ao PT, é que um político eleito pelo PSDB não será obrigado a levar adiante a baboseira do velho gagá FHC. Pelo menos eu vou poder escolher o candidato por suas idéias e ideais, a despeito do partido que ele integra.

Meu objetivo maior, então, é conscientizar, não direcionar. Minha intenção é demonstrar como está sendo feita a coisa, colocar as coisas em pratos limpos (e os pratos na mesa... risos) e, sabedores disso, os eleitores que tomem suas decisões. Porque, afinal, não existe uma receita infalível para se tomar decisões certas. Se alguns partidos não permitem que seus candidatos usem sua consciência, está mais do que claro que os eleitores é quem devem usar a sua (consciência antes de votar)!

Logo, use a cabeça antes de votar, para não ficar chorando o leite derramado voto errado depois!

Esclarecimento


Este artigo foi escrito para trazer à tona um assunto importante para o futuro da nação, porém até agora negligenciado ou passando despercebido pela maioria, como bem observou o prof. Uziel (p. 313):
"apesar de a resolução ser de 2008, não encontrei um só artigo no contexto católico ou evangélico comentando as consequências dessa resolução".

Desta maneira, estou dando o pontapé inicial para que outros textos - preferencialmente MENORES (rá!) - sejam escritos, e a discussão venha a lume. Portanto, incito você, caro leitor, a colocar a mão na massa no mouse (risos) e produzir um texto que explore as lacunas que deixei em aberto. Boa escrita!

Referências e fontes como links no texto. Cópias autorizadas, desde que preservem o texto original e citem a autoria: Blog Desafiando Limites.

Querendo, avalie, comente ou compartilhe.

Que o Senhor nos abençoe.

 

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança.

 Salmos 33:12

     


"Não desista de seus sonhos"

Tudo posso naquele que me fortalece - Fp 4.13

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