PONTOS A ESTUDAR:
I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO.
II – A CONSTRUÇÃO DA ARCA.
III – O DILÚVIO.
IV – O JUÍZO DE DEUS.
O mal desta sociedade tem-se multiplicado grandemente. O fim vem.
I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO.
1.1 O anúncio do dilúvio.
O autor faz referência à integridade de Noé, a condução da sua família como exemplo para nossas famílias e o anúncio do diluvio por ter achado graça diante do Senhor.
Ignoraram a iminência do juízo divino apesar das constantes advertências de Noé e aqui novamente, apontamos para o arbítrio. As escolhas de cada um.
Não há como fugir desse pensamento, o homem é avisado nos nossos dias e não se dá conta e pior ainda é ver pessoas plantadas em muitas igrejas e não atentam para os escritos sagrados com relação ao final dos tempos.
Estou muito pensativo por conta do aumento do divórcio no nosso meio, da prostituição e das loucuras que tem tomado conta do povo.
1.2 Um juízo que parecia improvável.
Ficamos a imaginar a reação do povo diante de Noé e sua arca. Para que uma arca?
Na maior secura espiritual, um profeta anuncia a vinda do Messias e com ele, o renovo; quem creria em João Batista?
Na maior dor dos nossos sentimentos por todo o mal praticado em nossos dias, (heresias, mentiras, corrupção nos púlpitos, prostituição e etc.) quem de fato crê na iminência da vinda do Senhor?
II - A CONSTRUÇÃO DA ARCA.
2.1 A planta da arca.
Recomendo a leitura do texto aos seus alunos e observar que a planta foi dada pelo Senhor a Noé e ele fez conforme o modelo, assim como Moisés fez a Arca.
Uma pergunta não quer calar. A igreja do Senhor tem uma planta devidamente aprovada em Atos, I e II Timóteo e na carta de Paulo a Tito, assim, pergunto, por que distorcem tanto a nossa arca?
Devemos ser fieis ao que está escrito e não transformar nossas igrejas em área de lazer.
Quanto a questão do leme; o diluvio foi universal e não havia portos, portanto, há casos que convém esperar no Senhor, na maioria dos casos, ele nos leva ao porto desejado.
2.2 A construção da arca.
Noé construía a arca e apregoava. Como nossa arca está pronta, apenas aguardamos a chamada para a partida, devemos construir nossas vidas e obras sobre base segura.
Noé foi chamado pregoeiro da justiça. O que fazemos para que os homens vejam as nossas obras e glorifiquem a Deus?
III – O DILÚVIO.
3.1 O diluvio.
O diluvio não foi um sonho ou uma fantasia da mente de qualquer ser pensante. As águas cobriram a terra e oito pessoas deveriam refazer a população, dar continuidade à espécie, assim como, às espécies de cada animal salvo na arca por casal.
3.2 O diluvio foi universal?
O diluvio foi universal e não duvidamos do relato bíblico conforme Gênesis, 7:19.
Sempre criei a minha própria imagem para esse fato, vendo a pessoa dentro de casa para se proteger da chuva e de repente, as águas invadindo as casas, as pessoas correndo em direção a Arca, mas, já era tarde demais.
Quando Jesus voltar, a porta da graça se fecha em seguida e então, será o caos. Os que ficarem após o arrebatamento comerão de verdade, o pão amassado pelo Diabo.
Guardemos nossas almas na fidelidade em Cristo.
IV – O JUÍZO DE DEUS.
4.1 Um juízo universal.
A dois julgamentos feitos por conta da desobediência.
O pecado pode ser julgado na carne nesta vida e a alma no julgamento final, no juízo do trono branco. Ap. 20:11 e sgts.
Nesta vida, a cessação dos atos praticados pela morte. Morte na verdade não significa aniquilação, mas, separação, pois, na ressurreição, tudo se junta outra vez para ser apresentado diante de Deus em juízo e o seu juízo será sem misericórdia. Tg. 2:13.
Nem sempre o ímpio é julgado nesta vida e essa é a razão da descrença de muitos.
No diluvio como mais tarde em Sodoma e Gomorra o juízo foi coletivo.
4.2 O juízo divino no inferno.
Bem apreciada a visão do autor com relação ao texto de IPd 3-18:20. Quando ocorreu o dilúvio, não havia lei, exceto a lei moral, que sempre respeito a Deus e as coisas desta vida sempre foram passadas oralmente, assim, sem lei foram julgados na carne e serão condenados para a eternidade. Pecado é pecado como sempre foi. Hb 2:2-3.


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